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Tue Jan 17 15:42:38 BRT 2023
Inovação | INOVAÇÃO
Ramo da beleza evolui com a tecnologia dos neurocosméticos

Neurocosméticos estimulam a produção do hormônio da felicidade para deixar a pele e os cabelos mais bonitos e radiantes.

· Atualizado em 17/01/2023
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Quem trabalha no ramo da beleza precisa ficar atento às novidades, já que essa é uma área que está em constante evolução - e os neurocosméticos são o grande destaque da tecnologia no setor atualmente. Esses cosméticos estimulam neurotransmissores de modo a ativar a produção de endorfina e a sensação de bem-estar.

O princípio por trás dos neurocosméticos é bem simples: os cientistas já constataram que a pele tem receptores de neurotransmissores, e é por isso que, quando uma pessoa está feliz, sua pele fica mais radiante e bonita. É fácil notar que uma pessoa apaixonada tem pele e cabelos mais sedosos. Já o inverso também ocorre: quando uma pessoa está estressada, sua pele e cabelos perdem o viço.

Os neurocosméticos contêm substâncias que estimulam a produção da endorfina, o hormônio da felicidade. Os óleos essenciais, como o de lavanda, o de cacau e o de chá verde, estão entre as substâncias que têm esse efeito. Vale lembrar que os neurocosméticos não contêm endorfina em sua composição, porque esse hormônio, bem como seu uso em cosméticos, é proibido - não apenas no Brasil, mas em vários outros países.

Dentre os benefícios proporcionados pelo uso de neurocosméticos, podemos destacar:

  • Diminuição da queda de cabelo.
  • Redução de linhas de expressão e manchas na pele.
  • Retardo de sinais de envelhecimento e recuperação dos tecidos da pele.
  • Diminuição de cravos e espinhas.
  • Aumento da hidratação e do brilho da pele e dos cabelos.
  • Melhora da condição mental com o aumento da sensação de bem-estar e autoestima.

O bem-estar proporcionado pelos neurocosméticos vem de vários fatores, como dos aromas e da sensação de ter uma pele hidratada. Além disso, esses produtos interagem com as terminações nervosas da pele, que, por sua vez, estão ligadas ao sistema nervoso como um todo. 

Polifenóis, como cacau, uva, chá verde e café, dimetilaminoetanol (DMAE), retinol, peptídeos, como aveia, hibisco e trigo, e óleos essenciais, dos quais o mais popular é a lavanda, por seu efeito calmante, estão entre as substâncias ativas mais presentes nos neurocosméticos.

Apesar de já estar no mercado há anos, o conceito de neurocosméticos ainda é pouco divulgado. O mais interessante é que essa evolução no ramo constitui uma excelente oportunidade para marcas que buscam se firmar com um diferencial que realmente faça a diferença. 

O Sebrae tem dicas interessantes para ajudar você a empreender no ramo de cosméticos e aumentar suas vendas de produtos. Clique e confira!

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