O salário e o pacote de benefícios que você oferece aos empregados da sua empresa não são suficientes para retê-los? Com frequência, você perde empregados para seus concorrentes? Há conflitos no seu ambiente de trabalho? A produtividade está baixa? Certamente, esses são alguns problemas que os empresários de pequenos negócios enfrentam no dia a dia. Como atuar para amenizar o turnover e o clima de trabalho hostil e pouco produtivo? É bom lembrar que nem sempre as pessoas são motivadas somente pelo aspecto financeiro. Abraham Maslow foi um dos estudiosos que abordou o tema. Segundo ele, o ser humano tem um conjunto de necessidades hierarquicamente organizadas que devem ser “escaladas” nível a nível até atingir a autorrealização. As cinco necessidades organizadas numa pirâmide são: fisiológicas, de segurança, sociais, de autoestima e de autorrealização. Por isso, a teoria recebeu o nome de Pirâmide de Maslow. Outros teóricos também trataram o tema a partir de diferentes pontos de vista, como Frederick Herzberg, cuja teoria dos dois fatores procurou estudar o comportamento e a motivação das pessoas sob dois aspectos (motivacionais e higiênicos), e McClelland, que identificou três necessidades motivacionais (necessidade de realização, de afiliação e de poder). Seja qual for a teoria adotada, no fim fica uma lição: seres humanos são motivados por diferentes necessidades, que podem ser mais ou menos dominantes em um espaço de tempo. E, graças a isso, o pequeno empresário tem chances de reter o empregado ao propiciar um bom clima organizacional.
A gestão de pessoas é uma prática muitas vezes subestimada por microempreendedores e pequenos empresários, mas é fundamental para o crescimento e sucesso de qualquer negócio, independentemente do tamanho. Neste artigo, vamos explorar o que é a gestão de pessoas, sua importância para pequenas empresas, os pilares que a sustentam e como implementar uma liderança de sucesso. Afinal, os colaboradores são ativos valiosos para o crescimento de qualquer organização. O que é gestão de pessoas? A gestão de pessoas, também conhecida como recursos humanos, é a área responsável por administrar o capital humano de um negócio. Ela envolve o uso de técnicas, políticas e práticas relacionadas aos recursos humanos para alinhar os objetivos pessoais dos colaboradores com as metas da empresa. Hoje, a gestão de pessoas é considerada estratégica, indo além da simples administração de normas e burocracias. Ela busca impulsionar o negócio em direção a suas metas, proporcionando remuneração justa e oportunidades de crescimento para os funcionários.
Empresas cada vez mais preocupadas com Impacto Socioambiental e cultural para as gerações futuras. Você já ouviu falar da sigla ESG? De uma forma reduzida ela se refere a todas as ações e planejamento de médio e longo prazo de uma empresa para aumentar seu impacto socioambiental. Temas como emissões de gases do efeito estufa, representação de gênero ou diversidade racial e étnica estão sempre em pauta . É uma espécie de compromisso de longo prazo das empresas com relação às preocupações mais graves que assolam nossa sociedade como um todo. Pode parecer coisa de “empresa grande”, mas como os pequenos negócios representam mais de 94% de todos os negócios do planeta, ações de ESG dentro dessas empresas causam enorme impacto de médio e longo prazo na sociedade. E você, empreendedor, quais são as ações que a sua empresa está praticando que ajudam a construir um futuro melhor? Fonte: Estudo PCW: ESG no Ibovespa
A contratação de profissional de beleza é uma das atividades chave para o sucesso do salão. Saiba os 4 passos fundamentais que todo salão de beleza deve realizar para superar os desafios na hora de contratar profissionais de beleza. 1- Definição do perfil profissional desejado O primeiro passo, um dos mais importante, é a definição do perfil do profissional desejado e que atenda às suas necessidades. Defina quais as competências, conhecimentos e habilidades o profissional da beleza precisa ter. Existe uma norma técnica da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) que trata das competências básicas para profissionais da beleza atuarem em salões de beleza e dos conhecimentos necessários para ser contratado e estar capacitado para exercer esta profissão. A norma técnica ABNT NBR 16483:2016 – Salão de Beleza - Competências de pessoas que atuam nos salões de beleza é uma fonte de referência bastante valiosa. Caso você não tenha acesso a norma o Sebrae publicou o artigo que lista os conhecimentos que um cabeleireiro ou as competências que uma manicure precisa ter. 2- Divulgação da vaga Para a divulgação da vaga é necessário elaborar a descrição da vaga, onde deve constar o perfil requerido e as principais atribuições e responsabilidades do profissional. Depois de traçar o perfil, é o momento de anunciar a vaga, para isto utilize sua rede de contatos e as redes sociais onde você poderá receber os currículos e indicações. Atualmente, os grupos de WhatsApp e Telegram têm sido bastante eficientes para divulgar vagas. Os portais profissionais e escolas profissionalizantes também são lugares onde podem ser encontrados bons profissionais. 3- Entrevista Após a seleção dos currículos e avaliação das indicações de profissionais, prepare-se para o processo de entrevista. Liste as perguntas que devem ser feitas e defina quais são as pessoas que vão participar do processo seletivo. Aplique um teste técnico, que realmente comprove a capacidade do candidato. Na entrevista, é necessário avaliar as habilidades técnicas e comportamentais do candidato à vaga. Não basta ter um profissional com uma boa técnica mas com atitudes profissionais que não se alinham às requeridas como pontualidade, cordialidade, aparência e capacidade de trabalhar em equipe. Na entrevista, é importante verificar se os objetivos e valores do candidato estão alinhados com os do salão. Um ponto de atenção é a transparência, deve-se deixar claro quais as reais oportunidades de crescimento dentro do salão e quais as condições contratuais e forma de contratação. Uma boa forma de avaliar essas habilidades é propor ao profissional passar por um período de experiência. 4- Referências No mercado de beleza, é muito importante contar com referências. Verifique as referências e entre em contato com os locais em que esse profissional trabalhou anteriormente ou com os clientes atendidos para saber sobre o comportamento e qualidade dos serviços do profissional. Nas redes sociais, é possível verificar os comentários e avaliações dos candidatos. A montagem de equipe é um dos 10 fatores-chave para o sucesso em salões de beleza. Além de um bom processo de contratação, é importante que os salões de beleza definam estratégias para treinamento, atualização e retenção dos profissionais. Conheça o Portal do Sebrae Beleza no e saiba mais sobre empreendedorismo, mercado, tendências e como ser bem sucedido no seu negócio.
Duas palestras e um painel realizados na Semana Abihpec de Mercado, evento online transmitido pelo YouTube no canal da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec), em setembro passado, foram dedicadas à discussão sobre diversidade e inclusão de pessoas, temas que se tornaram fatores importantes no momento de decisão de compra no segmento de beleza. Ministrada por Amanda Caridad, analista sênior de Beleza e Cuidados Pessoais para América Latina da Mintel (empresa global de pesquisa de mercado), a palestra “Diversidade, equidade e inclusão em ascensão” apresentou dados de diferentes estudos sobre como esses conceitos impulsionam as inovações do setor de beleza. Já a palestra “Quebrando o Tabu” foi ministrada por Renato Meirelles, presidente do Instituto Locomotiva, apresentando dados atuais comprovando que o apoio das marcas às pautas de grupos minoritários é percebido de forma positiva pelos consumidores brasileiros. Por fim, o painel “Como as marcas incentivam a liberdade de expressão, deixando para trás tabus e estereótipos enraizados” contou com a participação de Regiane Bueno, VP de marketing da Coty Brasil; e Denise Coutinho, diretora de marketing da Natura Brasil. Diversidade, equidade e inclusão em ascenção De acordo com os dados da Mintel, as mulheres jovens estão mais críticas em relação à forma como a beleza é divulgada pelas marcas: 33% das mulheres de 16 a 24 anos concordam que a indústria da beleza tira vantagem da insegurança das pessoas, 46% dizem estar cansadas de ouvir como deveria ser a aparência delas, 47% citaram que a equidade - seja de raça, gênero ou formato de corpo - é um indicador importante para considerar uma marca ética. Publicado no início de 2022, outro estudo da Mintel denominado “Os hábitos do consumidor jovem de beleza” apontou que para jovens de 16 a 24 anos, a beleza está mais relacionada à personalidade do que a aparência. Para 57% das mulheres que participaram da pesquisa, ser confiante é mais importante do que ser bonita, enquanto 44% dos homens concordaram com essa afirmação. “Costumamos dizer que a beleza inclusiva não será apenas uma opção, será mandatória. Então, é muito importante que as marcas se movam e ajudem esses consumidores a se sentirem representados”, comentou Amanda Caridad. Como exemplo, a palestrante citou o caso da marca Tula Skincare, que criou em 2021 a campanha #EmbraceYourSkin que mostrava mulheres sem retoques e dava foco para todas as características de uma pele real, que tem poros, manchas e acne. “Podemos citar como exemplo brasileiro a Simple Organic que selecionou uma modelo com Síndrome de Down para ser embaixadora da marca e abriu discussão sobre capacitismo - ou seja, o preconceito cuja dinâmica reduz a pessoa à sua deficiência”, acrescentou a palestrante. Dados da Mintel também mostram que os homens mais jovens também estão questionando os modelos de expressão de masculinidade: 29% dos homens com idade entre 16 e 34 anos afirmaram que usam base nas unhas, 31% disseram que fazem as unhas em ocasiões especiais, 44% concordam que ser bonito é expressar quem você realmente é. Outro dado interessante apresentado na palestra é referente à relação do mercado com a diversidade sexual e de gênero. Estudo realizado com 1500 pessoas apontou que 42% dos consumidores que fazem parte da comunidade LGBTQIAP+ afirmaram que deixariam de usar produtos de marcas que fizessem algo que eles consideram ofensivo. De acordo com outro estudo recente da Mintel, os brasileiros que se identificam como parte da comunidade LGBTQIAP+ formam uma significante parcela dos consumidores de itens de maquiagem: 59% dos consumidores de produtos para face se identificam como LGBTQIAP+, o mesmo acontece com 56% dos consumidores de produtos para lábios e com 52% dos consumidores de produtos para os olhos. Quebrando o tabu Renato Meirelles começou a palestra apresentando dados de uma pesquisa realizada pelo Instituto Locomotiva para o ecossistema de soluções iO Diversidade, destacando informações sobre a relação dos brasileiros com grupos minoritários. 32% têm familiares/amigos transgêneros, 71% têm familiares/amigos negros, 61% têm familiares/amigos homossexuais, 65% têm familiares/amigos de religiões não cristãs, 48% têm familiares/amigos portadores de deficiência, 36% têm familiares/amigos ateus ou agnósticos. “A realidade é diversa, portanto, as histórias que contamos também precisam ser. Falar sobre grupos minoritários não significa falar apenas para os grupos minoritários. Significa também estabelecer relações de confiança, afeto e respeito para os grupos mais privilegiados, como eu que sou branco e heterossexual”, afirmou o palestrante. Como exemplo, Meirelles citou a exposição “Pourquois pas?”, de Alexandra Loras. Lançada em 2017, a exposição apresentou imagens alteradas digitalmente de personalidades da política, do esporte e do mundo, modificando suas características fenotípicas de brancas para negras. “Esse experimento causou um certo estranhamento nos grupos privilegiados e isso foi comprovado em pesquisa. Era como se eles entrassem nos lugares e passassem a ver pessoas diferentes de si. Isso demonstra que se não tivermos o exercício de nos colocarmos no lugar do outro, dificilmente teremos coragem de quebrar os tabus”, comentou Meirelles. A pesquisa do Instituto Locomotiva mostrou que somente 26% dos consumidores brasileiros acreditam que não seja papel das marcas e empresas apoiarem a diversidade contra 74% que afirmaram exatamente o contrário. Mesmo entre os grupos mais conservadores, a porcentagem em favor da diversidade é maior: 66% das pessoas com 60 anos ou mais acreditam que é papel das marcas apoiar a diversidade, e 68% dos evangélicos pensam o mesmo. “Com o consumidor cada vez mais atento a essas questões é impossível que as empresas não se posicionem sobre diversidade e inclusão de pessoas”, afirmou o palestrante. Outro dado interessante do estudo do Instituto Locomotiva apontou que 52% dos consumidores brasileiros se sentem ofendidos com marcas de cosméticos e de produtos de beleza que incluem em seus anúncios publicitários apenas homens e mulheres do padrão hegemônico de beleza. O estudo ainda mostrou outros dados relevantes sobre o apoio de marcas às pautas de grupos minoritários: 81% dos consumidores afirmaram que a chance de compra de um produto aumentaria se a marca dele tiver declarado apoio às pautas das pessoas mais velhas; 82% fariam o mesmo com produtos de marcas que apoiam as pessoas com deficiência; 77% comprariam produtos de marcas que apoiam pautas da causa negra; 77% comprariam produtos de marcas que apoiam pautas específicas das mulheres; 62% comprariam produtos de marcas que apoiam a comunidade LGBTQIAP+. Além disso, os dados também mostram que o apoio de pautas de grupos minoritários causa baixíssima oposição entre os consumidores. 6% dos entrevistados afirmaram que a chance de comprar um produto diminuiria se a marca dele declarasse apoio a comunidade LGBTQIAP+; 3% disseram que não comprariam produtos de marcas que declarasse apoio às pessoas com deficiências; 3% não comprariam produtos de marcas que apoiam pautas da causa negra; 2% não comprariam produtos de marcas que apoiam pautas das pessoas mais velhas; 2% não comprariam produtos de marcas que apoiam pautas específicas das mulheres. Cases Natura e Coty O painel “Como as marcas incentivam a liberdade de expressão, deixando para trás tabus e estereótipos enraizados” contou com a participação de Regiane Bueno, VP de Marketing da Coty Brasil; e Denise Coutinho, diretora de Marketing da Natura Brasil, que comentaram os cases das respectivas empresas. De acordo com Regiane Bueno, a Coty abordou a diversidade através de uma coleção da marca Risqué, a Revolução das Cores, que foi lançada com o conceito de combater a ideia de que existe uma cor de esmalte certa para determinadas ocasiões. Os nomes das seis tonalidades dos esmaltes da linha fazem referência à linguagem neutra e termos usados em discussões na internet, como “Rosa para Todes”, “Preguiça de Padrão” e “Cancela Julgamentos”. Além disso, a marca entendeu a questão da representatividade e fez campanhas com modelo homem, transgênero e mulheres com mais de 60 anos. Já a Natura trabalhou recentemente o etarismo em uma campanha da linha Chronos estrelada pela atriz Andréa Beltrão e engajou a discussão nas redes sociais. Antes de comentar o caso, Denise Coutinho lembrou que a marca Chronos tem bastante tempo no mercado e que sempre trabalhou nas campanhas o conceito de incentivo a ideia de que nunca é tarde para as mulheres com mais de 50 anos viverem uma experiência. “O tema é muito quente! Além da Andréa Beltrão, existem muitas outras influenciadoras falando sobre isso nas redes sociais. Apoiar essa pauta permite trabalhar com muitos outros temas relacionados às mulheres com mais de 50 anos, como sexualidade, beleza, menopausa e tantos outros”, destacou a diretora de Marketing da Natura Brasil. Conheça o Portal do Sebrae Beleza no e saiba mais sobre empreendedorismo, mercado, tendências e como ser bem sucedido no seu negócio. Fique por dentro dos acontecimentos no setor de beleza, siga a comunidade Sebrae Beleza, no Telegram. Fonte: Semana ABIHPEC de Mercado. Palestra Minel e Instituto Locomotivo - Cases Natura e Coty
Todo proprietário de barbearia conhece bem a dificuldade na hora de contratar novos integrantes para sua equipe. Essa missão exige olhar para além das técnicas de barbearia que o profissional possui com o objetivo de identificar os perfis adequados para atender aos clientes do seu negócio. De acordo com Elias Torres, barbeiro e proprietário da rede de barbearias Seu Elias, com quatro unidades em Belo Horizonte (MG), ele sempre olha, se o cara é gente boa, proativo, sabe conversar e é educado. Também é importante na hora de contratar uma pessoa se ela se identifica com a barbearia. Existem três características para se observar em um profissional antes de contratá-lo de fato, como as redes sociais desse profissional barbeiro. Elias Torres recomenda olhar as fotos dos cortes de cabelo que o profissional faz e assistir aos vídeos publicados para ver a forma como ele se expressa. “Assim, é possível analisar se esse profissional tem as características adequadas para atuar na sua barbearia. Se você achar que sim, marque uma entrevista e observe se ele chega no horário, se demonstra ser compromissado com seus objetivos”, aconselha. “Durante a entrevista é preciso identificar se o profissional é educado, proativo, se cuida da aparência, se sabe se expressar e, por último, é preciso analisar se ele também está interessado no desenvolvimento técnico de sua carreira”, explica o barbeiro. Veja abaixo as três características que Elias Torres julga fundamentais analisar antes do processo de contratação: 1 - Redes sociais Manter o hábito de olhar as redes sociais dos profissionais que desejam trabalhar na sua barbearia sempre ajuda a descobrir informações importantes que podem ser úteis para identificar bons perfis para sua empresa. “Através das redes sociais é possível olhar se o profissional cuida da própria aparência, se ele sabe falar e se apresentar bem, quais opiniões políticas ele tem e como é o trabalho dele. Se eu identificar ali que esse profissional não tem o perfil da barbearia nem o chamo para uma entrevista”, conta. 2 - Desenvolvimento pessoal O expert explica que observar o desenvolvimento pessoal tem a ver com tentar identificar se o profissional é educado e proativo, se tem boa vontade, sabe conversar, cuida da própria aparência, está disposto a aprender e se o estilo dele tem a ver com a vaga em questão. “Por exemplo, a barbearia Seu Elias tem um estilo ‘new school’, portanto, não tem como incluir um barbeiro com estilo ‘old school’ na nossa equipe. O mesmo vale para quem tem uma barbearia old school: um profissional que faz desenho ou pigmentação não vai ter o perfil adequado para sua empresa”, explica. 3 - Desenvolvimento técnico Adepto da ideia “contrate caráter e treine habilidades”, o expert acredita que contratar um profissional pela habilidade abre margem para ter problemas futuros com o caráter dele, mas contratar um profissional pelo caráter permite que ele seja treinado conforme as necessidades do negócio. Por isso, Elias Torres considera muito importante observar além do básico. “É preciso identificar se o barbeiro tem vontade e potencial para crescimento profissional, dessa forma é possível treinar as habilidades dele”, enfatiza. No caso da Barbearia Seu Elias, todos os colaboradores são treinados por Elias para que haja padronização e para que todos falem a mesma linguagem. A ideia é manter o conceito do negócio, que busca trazer o lado emblemático e nostálgico das barbearias das décadas de 1960 e 1970 aliado ao requinte e à inovação da atualidade.