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Fri Jul 22 17:28:57 BRT 2022
Inovação | INOVAÇÃO
Entenda o que é o metaverso

O metaverso está sendo construído e promete uma experiência imersiva, com possibilidades para gerar relacionamento e consumo que mal conseguimos imaginar.

· 22/07/2022 · Atualizado em 22/07/2022
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A internet comercial começou no Brasil em 1995, quando o nosso mundo era então completamente diferente. Daquele ano em diante, começamos a ouvir previsões que pareciam impossíveis de acontecer. 

Poderíamos ler os jornais de todo o mundo, enviar cartas sem precisar ir ao correio, ouvir as rádios de todos os países, conversar com os amigos em qualquer lugar no mundo, por voz e por vídeo, comprar qualquer coisa pelo computador e receber em casa, comprar nós mesmos passagens de avião e ônibus, ter aulas, trabalhar sem ir ao escritório e tudo o mais. 

O que parecia impossível foi chegando aos poucos. E de forma muito maior de que poderíamos esperar.

Pois estamos prestes a viver isso novamente, agora em outro patamar.

Afinal o que é Metaverso?

Ouviremos falar cada vez mais do metaverso, uma experiência de imersão em mundo paralelo e totalmente digital, alvo de grandes investimentos por parte de empresas como Microsoft e Meta (Facebook).

Uma nova fase da internet, também difícil de imaginar, que deverá chegar em poucos anos, trazendo novas tecnologias, novas empresas, novos serviços e profissões.

Grandes empresas estão muito empenhadas, com investimentos volumosos, que irão impactar várias áreas de atuação. As mudanças chegarão fortemente aos escritórios, às reuniões que hoje fazemos por videochamada, às salas de aula, ao entretenimento e às competições esportivas, em uma lista interminável de possibilidades.

Entretenimento x consumo

Imagine encontrar com seus amigos para ver a Copa do Mundo no melhor lugar da arquibancada. Estar “presente” na entrega do Oscar, em uma peça de teatro, em um show de música, tudo ali na sua frente.

Mas como isso seria possível? O universo na nuvem baseado em realidade aumentada ainda precisa de muitos recursos, aperfeiçoamento e colaboração de corporações de diferentes setores.

Envolve desenvolver a economia por meio de bens e serviços que ainda não existem e, provavelmente, fazer nascer muitas novas empresas ao longo do caminho, pois não serão apenas uma ou duas empresas sozinhas capazes de desenvolver todo este ambiente.

A linha divisória entre a realidade física e a virtual já vem se dissipando e continuará avançando durante os próximos anos. Assim como mal lembramos como era o mundo sem a internet, vamos esquecer como foi o mundo em que vivemos hoje, dizem as previsões, que podemos acreditar ou não.

O metaverso proporcionará uma experiência imersiva, capaz de envolver muitas pessoas ao mesmo tempo, criando desejo de consumo online e físico, vínculo emocional e mesmo sensações físicas.

A oportunidade de viver experiências será cada vez mais frequente e necessária para as marcas, como por exemplo provar uma roupa digitalmente ou assistir a um desfile de moda como se estivesse presente.

Não usaremos os computadores e os celulares de hoje. Precisaremos de óculos especiais e outras vestimentas.

Estamos diante de uma nova economia, que incentiva experiências criativas, com possibilidades infinitas para gerar relacionamento e consumo.

Você poderá se teletransportar instantaneamente como um holograma para chegar ao escritório sem deslocamento ou visitar a casa de seus pais ou amigos para saber das novidades, palavras ditas pelo criador do Facebook.

As pessoas terão avatares para interagir umas com as outras. Teremos também o nosso espaço neste mundo e usaremos acessórios especiais, mais simples ou mais luxuosos.

O mercado de trabalho também não será o mesmo, com espaço para novas profissões, não só em tecnologia, mas também em experiência do usuário, criação e publicidade. O metaverso será simplesmente uma das 14 tecnologias que revolucionarão a nossa vida, como previu o Bank of America.

Possivelmente, já no final da década passaremos mais tempo no metaverso do que na "vida real". Enquanto isso não acontece, vale pensar em como encaixar nossas empresas e aproveitar as novas oportunidades.

 

 


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