Carla é artesã por hobby desde criança. Trabalhou durante muitos anos como analista de sistemas. Estudou muito e aos 40 anos realizou seu sonho de empreender.
Carla Cristina Brito dos Santos, de Brasília, é artesã que trabalha com feltro. Ela é a personagem deste artigo da série Meu MEI é um sucesso. Vamos conhecer um pouco da sua história, contada por ela mesma.
“Eu sou Carla Cristina Brito dos Santos, tenho 49 anos, sou brasiliense e sou empreendedora e artesã. Nem sempre fui empresária. Eu comecei o artesanato na verdade muito cedo.
Ele veio como minha primeira profissão. A minha mãe me passou esse dom. Então ela é minha mestra artesã. Eu comecei a fazer crochê e, com 7 anos de idade, eu já desenvolvia produtos e já vendia. Com o passar do tempo, eu fui mudando, né, eu tive que escolher uma profissão, sou formada em análise de sistemas.
Trabalhei para várias empresas como empregada CLT, terceirizada e em multinacional. Depois, essa parte de empreendedorismo veio me seguindo ao longo do tempo. Fui fazendo cursos de capacitação, porque sempre tive esse sonho, essa vontade, realmente, de fazer do artesanato a minha vida profissional.”
“O ateliê Carla Santos é a construção, a reconstrução de uma nova mulher, uma nova pessoa que já tinha esse sonho guardado há muito tempo, de idealização de sonhos. É um sonho que começou, na verdade, primeiramente, ele começou como ateliê Mimos Juracy, que eu fiz em homenagem à minha mãe, já falecida, né, minha mestra artesã. E eu queria, assim, eternizar momentos. O ateliê Carla Santos começou com um pouco da maternidade que já estava ali instaurada em mim, quando eu fui mãe pela terceira vez, aos 40 anos de idade. Eu queria ter aquele quarto bem decorado com os personagens, fazendo festas e as decorações para os meus filhos. E hoje o Carla Santos se vê assim no mercado muito projetado nesse mundo de empreendedorismo, de capacitação, de estar indo à frente junto com outras mulheres e outros empreendedores também, não só na área do artesanato.”
“Essa liberdade de trabalhar com feltro é muito gostosa, ela é muito valiosa, porque ali eu sou protagonista. O desenho não é uma cópia, porque cada desenho ali tem que ser único. Dentro desses desenhos e personagens que eu faço, tem alguns modelos já prontos, já programados, mas eu sempre tenho ali o meu “quê”, eu posso estar incrementando, posicionando e não vou estar desestruturando nada, mas eu vou estar sempre fazendo uma referência a algo.
“O feltro é um material chamado de TNT, que é um tecido não tecido, e com o tempo uma empresa que é fabricante de feltro, uma das melhores e maiores fabricantes de feltro, começou a recolher a garrafa PET e, através da prensagem dessas garrafas PET, sai o feltro. Então isso já me deixou assim, altamente feliz, porque é um produto que já começa com a pegada ecológica. Fora isso, todo retalho que sobra do feltro pode ser customizado dentro do meu ateliê, eu posso estar transformando, fazendo uma flor, um laço, um enfeite para minha peça, eu posso estar produzindo alguns itens de lembrancinhas que eu sempre coloco ali naquela pegada, né, de ter um “plus a mais” na encomenda do cliente, que eu coloco ali um detalhe. E também na própria empresa, eles pegam os resíduos do feltro e do que sobra ali e eles, hoje, fazem xaxim, que é usado para você poder colocar as suas plantas. Então é todo um ciclo, realmente, e a gente se sente muito confortável de estar ajudando a natureza.”
“Ao me tornar MEI, eu percebi que o meu trabalho teria que ser levado muito mais a sério, com muito mais importância, e o cliente enxergar esse lado, esse fator. É muito importante, quando a gente vende algo, que o cliente saiba que ele tá ali tratando com uma pessoa, mas ele vê que você evoluiu para algo muito mais sério, a importância de você saber oferecer seu produto através de um CNPJ, fazer um contrato, uma prestação de serviço com mais qualidade. Fora isso, saber também, né, que eu tenho ali as contribuições mensais, a garantia do meu pagamento, dos meus impostos, e tá, assim, contente, que isso vai ser uma escala de produção, da escala onde eu quero chegar.”
“O cálculo do lucro para o meu negócio, no caso, eu faço toda uma planilha onde eu tenho ali todos os custos fixos, os custos variáveis. Isso é muito importante entender. Eu realmente passei um bom tempo percebendo tudo que eu precisava no meu negócio. Saber medir ali meu tempo de produção, meu tempo de deslocamento, contato com fornecedor, tudo isso. Então assim, tudo é colocado dentro da planilha e avaliado de acordo com cada peça que eu faço. Então, muitas das vezes, até quando falo, divulgo nas redes sociais, o pessoal pergunta o valor. E eu tenho já um perfil de tamanho, de elementos de um produto que ele já se encaixa dentro daquele valor de preço. Então tudo ali já tá realmente bem definido.”
“A contabilidade da minha empresa ainda continua comigo. Recentemente, coisa de dois anos, realmente, o financeiro foi algo que me despertou muito mais, de eu ter que separar essas contas e ver. Então, a partir do momento que eu separei as contas, já me deu ali um uma grande visão do que eu preciso, porque eu precisava estabelecer metas, eu preciso o tempo todo, né, quem é empreendedor sabe dessas metas, para eu poder investir em equipamentos, em mais produtos também, o que tá tendo de novidade dentro do mercado, então tudo isso tem que ser estudado. E algo que entra dentro desse orçamento, também, que eu me fiz perceber, é a capacitação. Então todo esse controle financeiro eu tenho que gerir sozinha mesmo, não tenho ainda esse apoio de fora, de estar contratando.”
“Hoje a minha divulgação é feita 80% pelo Instagram. Eu uso muitos recursos no Instagram, como os stories, como lives, como apresentação do produto mesmo com fotos, né, utilizando todas as ferramentas. Além disso, dentro do meu WhatsApp, hoje em dia ele é um WhatsApp já voltado para o meu negócio. Ele tem um catálogo de produtos ali também, onde a pessoa já tem meu contato salvo, eu entro em contato, ela já tem ali a oferta, tem o site com uma página mais simples, mas que tá ali apresentando os meus produtos. Essa parte da mídia social, realmente, eu gosto de estar sempre atualizando e vendo. Tanto é que agora, essa transformação de Mimos Juracy para carlasantos.artesanato, no Instagram, aconteceu tudo essa semana, com cuidado de estar informando o cliente e, mesmo assim, ainda continua o nome antigo, Mimos Juracy, que foi de grande importância para mim.“
“O futuro do ateliê Carla Santos Artesanato é realmente essa parte de empreender com qualidade, com uma tendência de agregar novas funcionalidades e equipamentos. E a minha vontade mesmo é participar, partir para a exportação, é essa parte de você entender o que é exportação. Eu já estou estudando a parte de exportação há um tempo, já vi algumas palestras, do próprio Sebrae inclusive, para eu poder entender qual é o processo de exportação dos meus produtos, o que lá fora também o cliente vai perceber dentro do meu produto para que eu possa oferecer e ter essa demanda melhorada dentro do meu ateliê.”
“Uma dica que eu deixei para vocês é assim, se você tem algo que deseja fazer muito, mas está no seu emprego ainda de CLT, tá na dúvida ou mesmo concursado, porque eu conheço pessoas que já saíram de concursos e foram para sua vida de empreendedor, comece estudando. Estude o que é empreendedorismo, estude o que é que você quer fazer, qual é realmente o nicho que você quer pegar. Não abrace tudo de uma vez, tenha tempo, precisa entender cada etapa do processo. Para algumas pessoas essa evolução é muito rápida, para outras ela é mais devagar, isso tudo depende de quanto de parceria, de... como é que fala?, daquele apoio que você tem. Porque muitas vezes o primeiro que vai te desestimular é a família. Não se preocupe, isso é normal. A família, ela chega num ponto que vai olhar para você e vai falar assim: "você tem tantos diplomas e você vai ser artesã?". Eu ouvi isso, mas em todo esse processo em mais de 20 anos trabalhando com CLT, eu sempre estudei o que eu queria ter, encontrar o ponto que eu precisava encontrar, esse tipo de artesanato. E outra: eu sou uma artesã criativa, eu posso hoje em dia, por tanto de técnicas que eu já aprendi, posso estar aprendendo muito mais, posso estar agregando muito mais, mas isso tudo leva tempo. Estude!“
“Um dos maiores problemas foi entender o lado financeiro, de separar realmente a minha conta, né. Eu abri duas contas, eu tenho duas contas hoje: uma é a conta jurídica e a outra é a conta pessoal. E isso é de extrema importância para a gente entender que a gente não pode misturar o valor da empresa.”
“Essa minha pesquisa para poder melhorar minha capacidade de entender o que é empreender, o que é colocar uma empresa, ela começou muito antes. Em 2003 eu fiz um curso Online Sebrae, o Iniciando um Pequeno Grande Negócio, e a partir dali todos os cursos que vem tendo, principalmente do Sebrae Inova, estou sempre procurando verificar esses cursos, dentro da área da tecnologia o que traz de melhoria para o meu produto, como eu posso estar demonstrando esse produto, dentro do próprio universo do feltro o que vem como tendência para eu poder também estudar o mercado de trabalho. Então, assim, sempre foram cursos direcionados a essa área de empreendedorismo.”
Agora que já conhecemos a trajetória da Carla, que ensinamentos e lições podemos aprender com ela? Ter um objetivo, no caso dela um sonho, e lutar por aquilo. Estudar, se informar, enfim, se preparar para alcançar o objetivo, realizar o sonho.
Formada em análise de sistemas, trabalhou por mais de 20 anos para várias empresas como CLT, terceirizada e em multinacional, mas sempre tinha em mente o empreendedorismo, por isso, ao longo do tempo, sempre procurou fazer cursos de capacitação. O que ela gostava e realmente queria era trabalhar com artesanato. Durante esse tempo todo, não deixou de lado o sonho e se preparou bem para, no momento certo, realizar o que queria.
É muito importante ter objetivos, pensar em algo que queira fazer ou empreender e ir atrás do que é preciso para conseguir seu desejo. Ela mesma fala que o ateliê Carla Santos é a idealização de um sonho.
Questão importante também é você estar alinhado às problemáticas ambientais. Mais que qualquer outra época, é de vital importância a questão da sustentabilidade, da consciência ambiental e de estar ajudando a natureza. O reaproveitamento ou a devolução dos retalhos de feltro que sobram dá muita satisfação ao empreendedor e fortalecem a imagem do empreendimento. Como ela mesma diz, é muito confortável trabalhar assim.
A correta utilização das mídias sociais. Isso hoje é vital para qualquer empreendimento. E neste item, creio que ela está muito bem, divulgando pelo Instagram, utilizando vários recursos do aplicativo. Usando também o WhatsApp de maneira profissional, com o cliente interagindo on-line, apresentando inclusive um catálogo de produtos, que é uma ferramenta de utilidade e que pode trazer um retorno muito alto.
A constante atualização, sendo que uma das premissas por ela seguida é de estar fazendo sempre novos cursos e conhecendo novas técnicas a fim de valorizar a criação dos seus produtos.
Entendeu desde cedo, bem antes de ser formalmente uma empreendedora, o que significa empreender. Muito tempo antes, lá em 2003, já fez um curso Online Sebrae, o Iniciando um Pequeno Grande Negócio, e, a partir dali, procurou fazer vários cursos dentro da área da inovação da tecnologia, mesmo antes de se constituir como MEI. Realizou vários cursos na área especifica de artesanato, mas também se preocupou em fazer cursos de gestão e de finanças, até porque é ela quem cuida da parte contábil, da parte financeira, para entender bem que a precificação e muito importante para saber quanto custa cada peça que elabora, colocando os custos fixos e variáveis. Entendeu que deve separar sua conta pessoal da conta da empresa e assim pôde conseguir muitos benefícios para seu negócio. O empreendedor deve gerenciar riscos, ou seja, planejar e colocar metas para a empresa, sempre reavaliando essas metas e, caso necessário, reavaliar e verificar novas opções.
A trajetória dela, organizada e planejada, com certeza fará com que realize mais um sonho e alcance seu maior objetivo atualmente que é exportar seus produtos. Já está estudando, se informando, tomando conhecimento de tudo que é necessário para poder exportar. Inclusive verificando os potencias e diferenciais de seus produtos e avaliando como o mercado internacional vai perceber o seu artesanato.
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FONTE: Ateliê Carla Santos Artesanato – Vida de MEI
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Como emitir e pagar a guia DAS-MEI
A principal obrigação do MEI é pagar a “mensalidade” do MEI todos os meses, no dia 20. É muito importante esse pagamento, pois é através dele que você terá acesso aos seus benefícios previdenciários. Às vezes, nos deparamos com uma pessoa MEI que diz coisas assim: “ah... eu não paguei porque não tive tempo de ir na Sala do Empreendedor ou no Sebrae para emitir minha guia e eu não sabia como fazer isso”. Pois neste artigo vamos mostrar como é simples emitir a guia DAS-MEI. Inicialmente precisamos dizer que o MEI tem muitas opções para realizar a quitação das suas parcelas mensais. Aquela que consideramos a melhor opção é o débito automático. O MEI só precisa autorizar uma vez, e o débito ocorre automaticamente todos os meses, bastando controlar para garantir que tenha saldo suficiente no dia 20 de cada mês. Para isso, o microempreendedor precisa ter conta em nome do MEI ou mesmo de sua pessoa física (conta de terceiros não é aceita) em um dos bancos conveniados: 001 - Banco do Brasil S/A003 - Banco da Amazônia S/A004 - Banco do Nordeste do Brasil S/A021 - Banco Banestes S/A033 - Banco Santander (Brasil) S/A041 - Banco do Estado do Rio Grande do Sul S/A047 - Banco do Estado de Sergipe S/A070 - Banco de Brasília S/A104 - Caixa Econômica Federal237 - Banco Bradesco S/A341 - Itaú Unibanco S/A389 - Banco Mercantil do Brasil S/A748 - Banco Cooperativo Sicredi S/A756 - Banco Cooperativo do Brasil S/A Como esta lista é dinâmica e a qualquer momento pode ocorrer a inclusão de novos bancos, ou até a exclusão de algum, sugerimos a consulta quando tiver o interesse. Essa opção é formalizada no Portal do Simples Nacional, sendo necessário que o MEI tenha cadastrado o seu código de acesso. Outra opção é efetuar o pagamento on-line das guias DAS-MEI. Neste caso, precisa ter uma conta pessoa física ou jurídica no Banco do Brasil e, no dia em que desejar pagar, acessar o Portal do Empreendedor e escolher a opção pagamento on-line. Finalmente, temos a opção de gerar a guia DAS-MEI tanto pelo Portal do Empreendedor como pelo app MEI, da Receita Federal, ou pelo app Meu Sebrae, disponibilizado pelo Sebrae. Após gerar a guia DAS-MEI, você poderá escolher a forma de efetuar o pagamento conforme as opções descritas abaixo: Imprimir a DAS-MEI, se dirigir a uma lotérica ou agência bancária e realizar o pagamento; Utilizar o QR Code gerado e realizar o pagamento pelo internet banking ou pelo aplicativo do seu banco por meio de Pix; Utilizar o código de barras e pagar pelo internet banking ou pelo aplicativo do seu banco. Abaixo descrevemos algumas opções para você gerar/emitir a sua guia DAS-MEI. Passo a passo fácil pelo app Meu Sebrae Primeiro, você deve entrar na sua loja de aplicativos, App Store ou Play Store, e baixar o app Meu Sebrae. Com o app aberto, clique em criar conta; depois informe o seu CPF, seu nome, seu e-mail e sua data de nascimento. Para finalizar, escolha uma senha para acessar o aplicativo. Digite a senha mais uma vez para confirmar. Pronto, você estará cadastrado. Agora, na tela inicial do aplicativo, você deve clicar em “Serviços” e depois em “Serviços MEI”; em seguida, clique em “Pagamento de Contribuição Mensal” e em “Boleto de Pagamento”; em seguida, clique na opção “Cadastrar nova empresa” e, finalmente, informe o seu CNPJ. Agora é só escolher o ano da contribuição e o mês vigente e baixar o boleto da DAS. De forma simples e rápida, você gerou a guia DAS-MEI. Agora é só salvar e escolher a maneira que mais lhe convier para efetuar o pagamento: pelo QR Code com Pix; imprimir o boleto e ir a uma lotérica ou agência bancária para pagar; com o código de barras, pagar pelo internet banking ou app de seu banco. 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Passo a passo para emissão da guia DAS-MEI pelo Portal do Empreendedor Entre no Portal do Empreendedor na plataforma gov.br; Clique na guia “Já Sou MEI”; Depois em “Pagamento da Contribuição Mensal (DAS)”; Em seguida em “Boleto de Pagamento”; Preencha o CNPJ da sua empresa e clique em continuar; Clique em “Emitir Guia de Pagamento (DAS)”; Em “Informe o Ano-Calendário”, selecione o ano e clique em “OK”; Selecione o(s) mês(es) do ano que você deseja gerar o(s) boleto(s); Informe a data em que você deseja pagar o boleto e clique em “Apurar/Gerar DAS” (se for antes do vencimento ou se estiver vencido e deseja pagar no próprio dia da emissão não precisa preencher); Aparecerá na tela a mensagem “Os documentos DAS foram gerados com sucesso!” Clique em “Imprimir/Visualizar PDF”; Após a visualização, você pode imprimir, salvar ou compartilhar a guia DAS ou pagar conforme uma das modalidades já explicadas acima. Qualquer uma das formas descritas é segura e garante ao MEI estar com a sua obrigação em dia. Importante! O Sebrae está sempre disponível para ajudar o MEI e os micro e pequenos empreendedores em geral em todas essas etapas com consultorias e cursos on-line ou presenciais, muitos deles de forma gratuita. O empreendedor pode esclarecer dúvidas, buscar ideias e se qualificar em qualquer área que precise procurando cursos e consultores do Sebrae. É só acessar www.sebrae.com.br. Saiba mais: Portal do Sebrae: Cursos gratuitos on-line: O que você quer aprender hoje? Veja o que você precisa saber antes de virar MEI e quais são as principais obrigações do MEI após a formalização. Portal do Empreendedor: Pagamento da Contribuição Mensal (DAS); Emissão da Guia DAS-MEI. FONTES:1. Atenção ao novo valor de contribuição do MEI!2. MEI terá novo valor de contribuição3. Como emitir a guia DAS em menos de 1 minuto4. O que acontece se você formalizar seu MEI e não pagar mensalmente as guias do DAS?
Dezembro, 2025
10 ideias de como ganhar dinheiro na internet sem sair de casa
São muitas as oportunidades que o mercado disponibiliza para quem deseja abrir um negócio. Com o avanço da tecnologia, uma janela de possibilidades se abriu para os profissionais que procuram a sua independência financeira trabalhando remotamente. Neste artigo, você vai conhecer 10 alternativas para empreender e começar a entender como ganhar dinheiro na internet sem precisar sair de casa. 1. Ganhe dinheiro como afiliado digital Pode ser que você nunca tenha ouvido falar nesse termo, mas provavelmente você já entrou em contato com um desses profissionais em compras realizadas via internet. Primeiramente, trataremos do afiliado digital, profissional que comercializa produtos em determinado site e é remunerado com uma comissão por cada venda realizada. Sim, muitas empresas disponibilizam suas plataformas para que pessoas se cadastrem como vendedores on-line. Em alguns deles, é possível tirar uma comissão de até 20%! Segundo pesquisa realizada pelo Sebrae no ano de 2021, considerando uma disponibilidade mensal de 120 horas, o potencial de renda média mensal é de R$ 2.400,00. Para esse tipo de trabalho, deve-se escolher os modelos com o quais você gostaria de trabalhar a divulgação: blogs, loja virtual, redes sociais. Uma dica para a escolha é pensar nas plataformas que você teria maiores facilidades em fazer o trabalho de vendas. Em seguida, busque pelos melhores programas de afiliados para os modelos escolhidos.Criar uma estratégia de marketing digital e colocá-la em prática será o foco do seu trabalho. Para ter sucesso é fundamental gerar tráfego para o seu site, use e abuse de SEO, redes sociais, e-mail marketing e muita, muita técnica. E então? Achou interessante? Antes de iniciar, pesquise bastante. O Sebrae preparou um conteúdo para de ajudar a começar a ganhar dinheiro na internet e se formalizar. 2. Ganhe dinheiro em casa como infoprodutor Já pensou em ganhar dinheiro online compartilhando o seu conhecimento com o mundo? Os infoprodutos se destacam pelo seu caráter facilitador, despertando automaticamente a simpatia do usuário, que enxerga neles uma solução prática para a sua necessidade de adquirir informações com simplicidade. Aomesmo tempo, em termos de venda, os infoprodutos são fáceis de comercializar pela sua adaptabilidade. Assim, é possível adequá-los a diversos tipos de negócio, garantindo a máxima de não colocar todos os ovos da sua empresa em um mesmo cesto. Produtos digitais como e-books estão em alta e são uma ótima oportunidade para quem deseja empreender. Isso porque você só precisa produzi-los uma única vez e pode vender quantas vezes quiser. Livros de receitas? Aulas de música? Dicas de marketing? São infinitas as possibilidades. Pense em algo no qual você é muito bom e invista nisso! Os formatos possíveis para a produção do conteúdo são diversos: e-books, e-magazines, vídeo aulas, audiobooks, podcasts e webnars. Essas são algumas das alternativas para produzir conteúdo sem sair de casa e comercializá-los e ganhar dinheiro na internet. Ficou interessado? Saiba mais sobre infoprodutos nessa cartilha preparada pelo Sebrae. Decidiu começar a produzir e comercializar? Veja como estar em dia com a receita federal ao produzir os conteúdos digitais. 3. Venda cursos on-line sem sair de casa Nosso terceiro tópico trata da venda de cursos online. Esse trabalho é semelhante ao do infoprodutor, pois você também empreende produzindo cursos pela internet. Além do e-book, você oferece cursos on-line voltados para o público interessado no assunto que você domina. É possível, inclusive, vender os dois produtos em conjunto e aumentar o seu faturamento. Uma outra possibilidade interessante é lançar cursos para outros profissionais interessados nesse mercado. 4. Monte uma revendedora e ganhe dinheiro na internet A revenda de produtos não é novidade para ninguém. Todo mundo conhece alguém que trabalha com isso, não é mesmo? Mas hoje em dia essa atividade está se transformando. Isso porque a quantidade de empresas que permitem que isso seja feito de forma totalmente on-line vem crescendo a cada dia. Nos últimos anos, o mercado se expandiu e, agora, vai muito além do comércio porta a porta. Grandes marcas de chocolate, beleza e perfumes procuram pessoas interessadas em negociar mercadorias de modo totalmente virtual. Revender produtos online é uma excelente maneira de montar uma loja virtual e começar a ganhar dinheiro na internet. Além disso, em geral não é necessário investimento financeiro para começar um negócio desse tipo. E aí? Essa opção é para você? Pensando nisso, o Sebrae oferece um curso gratuito te ajudar a montar sua primeira loja virtual. Não perca a oportunidade! 5. Agente de viagem Se você gosta de trabalhar com turismo, essa pode ser uma boa fonte de renda! Você sabia que algumas empresas do setor contratam profissionais para vender seus pacotes on-line? Isso mesmo! A maioria delas oferece um curso básico e um modelo de franquia para quem deseja trabalhar por conta própria, e de casa. Por meio da internet, você capta clientes e recebe uma comissão por cada pacote fechado. 6. Importação Já pensou em lucrar até 300% em um produto? Conhecido como dropshipping, o meio de comercialização de itens importados que tem atraído o interesse de muitas pessoas. Isso porque além da margem de lucro alta, o lojista não precisa de estoque para começar a trabalhar. E como funciona? O profissional atua como intermediário entre o cliente e o fornecedor. A partir de uma conta criada no site da empresa, você começa a vender os produtos sem se preocupar com o estoque nem com a entrega final, pois essas são responsabilidades do fornecedor. É uma ótima alternativa para quem deseja empreender, mas ainda não tem capital para investir. 7. Pesquisas on-line Quanto vale a sua opinião? Essa pergunta pode parecer estranha, mas muitas plataformas de pesquisas on-line pagam as pessoas por suas participações. As empresas contratam esse serviço para saber a opinião do público sobre novos produtos, ou sobre como melhorar aqueles que já estão no mercado. 8. Cuidado com pets Você gosta tanto de animais que até toparia cuidar dos pets de outras pessoas? A procura por esses profissionais tem crescido e aberto uma boa oportunidade para se fazer dinheiro. Atualmente, alguns aplicativos conectam os donos de cachorros a pessoas que possam passear com eles ou mesmo hospedá-los por algum período. Os passeios chegam a custar cerca de R$ 45, enquanto as hospedagens variam entre R$ 20 e R$ 200. 9. Monte um delivery de comida Se as suas habilidades estão relacionadas à culinária, essa é a sua chance de transformar a sua cozinha em um restaurante! Você pode cadastrar o seu negócio em aplicativos de delivery e selecionar a opção de plano com entregador. Assim, você não precisa se preocupar com os custos de entrega ou com a criação de uma loja virtual própria. 10. Serviços e soluções digitais Como não poderia ser diferente, trabalhar com soluções digitais é perfeitamente possível de ser feito de casa. Isso porque, como visto acima, área de tecnologia está em alta e a demanda por mão de obra qualificada não para de crescer. Se a sua especialidade é relacionada à área, essa é uma ótima alternativa para empreender. Alguns exemplos de serviços são: desenvolvimento de sites, criação de softwares e aplicativos e web design. Até mesmo alguns serviços de suporte de informática podem ser realizados de modo virtual. Por fim, sabemos que empreender demanda tempo, conhecimento e persistência. Como vimos aqui, são muitas as oportunidades e diversos os ramos em que você pode atuar de casa e sem precisar de um grande investimento financeiro para começar. Descubra outras ideias e dicas que podem te interessar10 ideias de negócios para ganhar mais de 4 mil reais por mêsAcesse todas as Ideias de Negócios do Sebrae
Dezembro, 2025
Quer ser MEI? Confira o passo a passo para a formalização
Se tornar um Microempreendedor Individual (MEI), é simples, rápido e fácil. O processo é feito online, sem burocracia e não precisa pagar para se formalizar como MEI. Se você pretende abrir uma empresa ou legalizar um trabalho que você já faz, veja a seguir o que deve fazer para formalizar seu negócio como MEI sem pagar nada. Conheça e tenha certeza de cumprir todas as regras do MEI Ao se cadastrar como Microempreendedor Individual é importante conhecer os critérios, leis, atividades permitidas e ter todas as informações em mãos para se tornar um MEI. Entre as regras para ser um Microempreendedor Individual, estão: Ser maior de 18 anos; Não ter sócio; Não ser titular, sócio ou administrador formal em outra empresa; O faturamento anual do negócio não pode ultrapassar R$ 81 mil. Se sua empresa atende a esses critérios, é hora de conferir se a atividade que você realizada é permitida para ser registrada como MEI. Atividades permitidas para o MEI Verifique as atividades permitidas para o MEI para certificar-se que seu negócio se enquadra nas ocupações autorizadas antes de fazer a sua formalização. No Portal do Empreendedor há uma lista com todas as atividades que são regulamentadas como MEI e identifique a que mais se encaixa no negócio. Ao fazer o registro da sua empresa como MEI é possível escolher até 16 atividades, sendo 1 principal e as demais secundárias. Dessa forma, não precisa pagar para se formalizar como MEI e você pode cadastrar sua empresa oferecendo até mais de um tipo de produto ou serviço ao cliente. Passo a passo para a formalização gratuita no portal do empreendedor Depois de conferir se o seu negócio cumpre todas as regras e se a sua atividade é permitida pelo MEI é hora de seguir o passo a passo para a formalização gratuita no Portal do Empreendedor. Para se formalizar como MEI sem pagar nada você vai precisar dos seguintes documentos: CPF; RG; Comprovante de residência e/ou comercial e inscrição cadastral do imóvel do endereço comercial (consta no carnê do IPTU); Com os documentos em mãos siga os passos para dar prosseguimento a formalização gratuita da sua empresa: 1. Entre no site Portal do Empreendedor e clique em "Quero ser MEI"; 2. Clique no botão FORMALIZE-SE; 3. Em seguida, você será redirecionado para a Conta Gov.br, onde irá acessar a sua conta única. Caso já tenha a sua conta única, siga em frente. Caso não tenha conta única no Portal do Governo Federal, você deverá criá-la. 4. O acesso para a formalização exige selo de confiabilidade prata ou ouro na conta GOV.BR. Caso você não tenha esses selos, aparecerá o quadro abaixo solicitando confiabilidade adicional. Você deverá autorizar o uso de dado pessoais. 5. Informe o CPF e clique em AVANÇAR, na página seguinte informe a SUA SENHA e clique em ENTRAR; 6. Preencha o Formulário de inscrição de MEI: Informe o número do CPF; Data de Nascimento; Nome Empresarial (nome social + CPF); Nome do Empresário; Nome Social (é necessário que o nome social já esteja cadastrado no CPF); Nacionalidade; Sexo; Nome da mãe; Informe o número da identidade; Órgão emissor; Selecionar a UF emissora; Telefone para contato e telefone celular (os campos podem ser preenchidos com o mesmo número de telefone); E-mail; Nome Fantasia (não é obrigatório); Capital Social (deve ter valor mínimo de R$ 1,00); 7. Selecione Atividade Principal (uma atividade apenas); 8. Caso tenha mais de uma atividade, selecione as atividades secundárias (até quinze atividades); 9. Selecione a forma de atuação (exemplo: “estabelecimento fixo”, “internet”, “em local fixo fora da loja”, “correio”, “porta a porta, postos móveis ou por ambulantes”, “televenda” ou “máquinas automáticas”); 10. Informe o endereço comercial e o residencial, caso seja o mesmo informe o residencial nos dois campos; 11. Marque as três declarações: CONTINUAR, conferir os dados (tela para conferência); CONFIRMAR e CONTINUAR; 12. Imprima o Certificado da Condição do Microempreendedor Individual (CCMEI). Pronto! Assim você faz a formalização gratuita da sua empresa e faz dela uma empresa legalizada.
Dezembro, 2025
Domicílio Judicial Eletrônico: o que é e como fazer o seu cadastro
Você sabia que todas as empresas privadas, incluindo as micro e pequenas empresas (MPEs), precisam se cadastrar no Domicílio Judicial Eletrônico para receber citações e intimações judiciais? A exigência de fazer o cadastramento está no art. 246, caput e § 1°, do CPC/2015. Se você já tem um endereço eletrônico cadastrado na Redesim, não se preocupe: o CNJ usará esse endereço para enviar as comunicações. Prazo para cadastramento voluntário Fique atento! O prazo para o cadastramento voluntário termina em 30 de setembro de 2024. Depois dessa data, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) fará o cadastramento de forma automática, utilizando os dados da Receita Federal. Como se cadastrar no sistema 1. Acesso ao Sistema: Visite o portal do CNJ e procure pela seção de Domicílio Judicial Eletrônico. 2. Você pode acessar pelo sistema ou através do portal gov.br. 3. Aceite o termo de adesão e confira o e-mail por meio do qual irá receber as comunicações. 4. Cadastro: Preencha o formulário de cadastro com os dados da sua empresa, seguindo as instruções. 5. Confirmação: Verifique os dados e confirme o cadastro. 6. Utilização: Acesse o sistema regularmente para acompanhar e responder a citações e intimações recebidas. Neste link, você pode acessar os vídeos tutoriais feitos pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que orientam o passo a passo para cadastrar e usar o Domicílio Judicial eletrônico. Acesse e confira. O que acontece se eu não usar o sistema? Não atualizar seu cadastro ou não usar a ferramenta pode trazer problemas. Você pode perder prazos processuais e até sofrer penalidades. Empresas que não confirmarem o recebimento de citações no prazo legal, sem justificativa, podem receber multa de até 5% do valor da causa por ato atentatório à dignidade da Justiça (conforme § 1º-C do Art. 246 do CPC). Não deixe para a última hora! Faça seu cadastramento no Domicílio Judicial Eletrônico e evite problemas e multas!
Outubro, 2025
Oficina Design de Futuros
O Design de Futuros ajuda a desenvolver uma mentalidade estratégica para imaginar e realizar futuros possíveis. Esta metodologia ativa vai além de sonhar com possibilidades, pois permite e incentiva a exploração de caminhos viáveis, utilizando o planejamento estratégico e o reconhecimento de tendências em diversas áreas como tecnologia, política e cultura. Em sala de aula, essa abordagem se transforma em exercícios práticos que incentivam o uso do conhecimento próprio sobre o presente e o passado para criar e reformular cenários futuros.
Agosto, 2025
Oficina Ciclo de Aprendizagem Vivencial (CAV)
O Ciclo de Aprendizagem Vivencial (CAV), criado pelo teórico educacional David A. Kolb na década de 1980, é uma metodologia educacional que promove o aprendizado a partir de experiências vivenciais. Este método é baseado em um ciclo de cinco etapas fundamentais: 1) vivência, no qual ocorre a participação ativa de uma experiência; 2) relato, momento de compartilha o que foi vivenciado; 3) processamento, no qual se analisa e debate a experiência; 4) generalizações, etapa em que se derivam lições amplas da experiência; e 5) aplicação, para aplicar os aprendizados em novos contextos.
Agosto, 2025
Módulo 7 - Despertar para impactar e transformar realidades
O módulo Despertar para impactar e transformar realidades convida para a reflexão sobre os efeitos sociais, ambientais e econômicos de um negócio. Ao compreender propósitos comuns e se preparar para ouvir aqueles afetados e/ou investidos em seus empreendimentos futuros, é possível aprimorar suas habilidades para liderar negócios que equilibram lucro com contribuições positivas à sociedade e ao planeta.
Agosto, 2025
Módulo 2 - Despertar para explorar o território das aptidões
No módulo Despertar para explorar o território das aptidões, ao explorar seus territórios e reconhecer as habilidades e características que os tornam únicos, os estudantes poderão reconhecer talentos e limitações que, quando combinados com uma mentalidade empreendedora, podem trasnformar desafios em oportunidades e causar um impacto positivo no mundo. Para isso, ganharão recurso para aprofundar sobre autoconhecimento, autocinfiança e como organizar
Agosto, 2025
Oficina Gamificação
Gamificação é uma metodologia que introduz elementos de jogos em temas tradicionalmente não-lúdicos, visando aumentar o engajamento e a motivação. Essa técnica incorpora mecanismos como recompensas, níveis de progressão e desafios estratégicos para motivar o alcance de metas específicas de maneira engajada. Além disso, promove o desenvolvimento de habilidades como raciocínio lógico e criatividade através da resolução de problemas.
