Joyce da Silva faz laços personalizados. Ela é a personagem deste artigo da Série “Meu MEI é um Sucesso”. Vamos conhecer um pouco da sua trajetória.
Joyce da Silva Gonçalves Souza tem 30 anos e mora em Itaquaquecetuba, na grande São Paulo. Em 2019, ela precisou deixar o emprego com carteira assinada para cuidar dos filhos.
Como ficou sem renda, teve que encontrar uma forma de trabalhar para conseguir algum dinheiro. E ela inovou muito começando a personalizar laços para cabelos. Ela é a dona da Joy Laços e vai nos contar um pouco da sua história. Vamos acompanhar.
“Meu nome é Joyce da Silva Gonçalves Souza, tenho 30 anos e sou artesã. No ano de 2019, eu trabalhava, né, eu sou formada, porém eu tive um imprevisto, que a moça que cuidava dos meus filhos, aconteceu dela vir a bater neles e, então, do dia para noite, minha vida mudou completamente. Precisei sair da empresa e comecei a fazer laços, né, me reinventando para poder estar em tempo integral com os meus filhos e evitar que eles passassem por essa situação novamente. O início foi bem complicado porque eu havia acabado de me mudar para um bairro novo, então eu não conhecia ninguém, estava naquela rotina ainda de sair cedo e voltar à noite do trabalho. Então, precisei... comecei a ir para a porta da escola, com uma caixa plástica e os laços. Não conhecia nenhuma mãe, mas aí eu ia conversar: Oi, você tem menina? Eu trabalho com laços. Você não quer dar uma olhada? E aí foi crescendo, uma foi divulgando para a outra”.
“Na realidade, eu sempre fui daquelas de fazer tudo, curiosa, então, em casa sempre: precisava aplicar um tecido na parede, queria fazer um item de decoração, então, sempre foi assim que precisando customizar um sapato uma roupa, e aí, quando a minha filha nasceu, eu fiz vários lacinhos para ela. Eu mesma fiz, minha tia me deu uns retalhos de tecido e eu fiz, mas assim, tava tão focada em fazer uma faculdade, em trabalhar para fora, que eu nunca dei tanta ênfase para isso, mas sempre teve, ali, o artesanato’.
“Por que laços? Eu sempre comprei... depois que eu tive a Rebeca, eu comprava e teve um fato especial, que eu precisava ir num casamento e eu fui buscar um laço muito longe, porque eu não achava, onde eu morava não tinha. E aí, com o tempo passou, aconteceram, né, os fatos e, quando eu comecei a fazer lá no meu pensamento, era: eu quero ser diferente, eu quero entregar para o mercado algo que não tenha. Porque se a mãe quer um lacinho simples, ela vai ali e compra. Agora, se ela quer personalizado de acordo com a roupa, com as características da filha dela, com um olho verde, cabelo clarinho, ou moreninha do cabelo cacheado, eu vou ter esse produto para ela, então, quando eu comecei a fazer laço, eu entendi que eu precisava trazer algo diferente, então como eu posso dizer? Ser um produto que é escasso, esse artesanato, este manual, foi aonde eu resolvi falar: É aqui mesmo que eu vou entrar”.
“Deus colocou uma amiga, assim, muito especial na minha vida, que ela me ensinou todos os caminhos das pedras, me levou em fornecedores. Nós nos encontramos dentro de uma loja, ela me viu. Eu tava pegando várias fitas, assim, e ela falou, não, vamos ali, que eu vou te levar. E me levou, tanto na região da 25, quanto do Brás. Meu, foi uma enviada de Deus. E aí, eu conheci os fornecedores que era uma das dificuldades que eu tinha, porque o meu custo acabava que era muito alto e também a questão das crianças, porque como eu não tinha com quem deixá-los, eles em tempo integral, precisavam estar comigo e no dia que eu ia fazer compra. A escola é meio período, então, eles não iam à escola e iam entre chuva e sol. Estavam comigo no trem lotado, no ônibus, mas, assim, foram coisas que nós fomos superando e eu tenho certeza que vai ser um aprendizado para a vida deles também”.
“Na Joy Laços, você encontra tiaras personalizadas, laços temáticos, ou seja, para qualquer ocasião, combinando com a roupa ou com o tema da festa ou até mesmo com as características da princesa, né. Tem, também, faixas baby, bolsas, perfumes, unhas postiças, colares, pulseiras, e porta laços. Temos, também, chapéus personalizados, viseiras para praia, bonés... É possível fazer um laço customizado, caso a mãe queira um laço com o nome ou com as características da princesa, dá para fazer também. Nós temos uma produção própria de biscuit, onde é possível realizar a bonequinha com as características da princesa, ou seja, seja ela japonesinha com os olhinhos puxados, ou moreninha com os cabelos enrolados, nós fazemos as bonequinhas personalizadas de acordo com as características das princesas”.

“Eu fiz um treinamento pelo Sebrae do SuperMEI, já participei de algumas palestras também e cursos em lojas onde eu compro os materiais. A razão de eu me formalizar, eu tinha uma insegurança muito grande, eu tinha acabado de sair do regime CLT na empresa e o empreendedor, ele fica com medo de ser autônomo por não ter nenhum respaldo e o MEI me deu essa segurança. E, também, a questão de crédito de conseguir comprar, né, em atacado utilizando o CNPJ porque você está formalizado mostrando para o mercado que você produz aquilo, você consegue alcançar fornecedores que, com CPF, você não consegue atingir”.
“A parte da produção dos laços em si, eu produzo e eu tenho os meus dois ajudantes que são os meus filhos, Davi e Rebeca que, literalmente, eles produzem, sim, os laços, eles me ajudam demais, eles que me ajudam e me auxiliam na parte do corte, na parte de separação das cores. E aí, também na parte dos pedidos, e aí eu faço toda a produção e eles embalam em cartela os laços. E aí eu tenho uma pessoa que me auxilia, né, que ela faz a parte de produção, eu tenho uma pessoa que ela produz todos os biscuit para mim. Não é nada terceirizado, nós produzimos tanto os biscuit quanto os laços, tiaras e, logo mais, nós teremos uma produção para fazer algumas peças de roupas, iniciando ali por calcinhas e body, que são peças um pouco mais simples para a gente sentir como que vai ser o mercado, e aí, depois nós já visamos fazer vestidos e peças para meninas”.
“Na realidade não foi o porquê e sim, por quem. Foi pelos meus filhos, para estar mais junto deles e evitar que novos episódios aconteçam, né, eu resolvi abrir uma loja móvel, porque uma loja fixa, num ponto, eu precisaria estar lá integralmente das nove às 18 horas. E eu não queria, e aí a história poderia ser repetida, eu teria que deixar eles com alguém e aí podia acontecer de alguém judiar dos meus filhos novamente. Então, a loja móvel me possibilita estar tanto integralmente no meu trabalho, quanto como mãe com os meus filhos. E também a questão de abranger um maior público, porque devido ela ser móvel, eu consigo ter uma rotatividade de cliente maior, então mais pessoas me conhecem, eu consigo estar em vários lugares. E com isso, as vendas aumentam, né? Ele é um mercado promissor e pouco explora um produto de qualidade personalizado que você não encontra em qualquer loja”.
“Uma das vantagens de se vender no atacado é que você consegue divulgar a sua marca através das outras lojas. Na nossa política de vendas, a compra em atacado, todos os nossos produtos vão com a nossa etiqueta. Não tem contatos, mas tem o nosso nome. Assim como as grandes marcas são conhecidas, quando a criança, ela apenas olha ali para o McDonald's, ela já identifica que ali tem um produto que ela deseja, que ela gosta. Ter o meu nome percorrendo nas lojas, os clientes familiarizando com a minha logomarca, e, isso torna mais visível, né, e é fácil a identificação do meu produto lá na frente”.
“O grande diferencial da Joy Laços é a qualidade dos produtos e personalização dos mesmos. Nós trabalhamos com produtos 100% personalizados, 100% fabricação própria, onde a mãe pode entrar aqui na nossa loja e escolher um modelo de laço que cabe perfeitamente na filha dela. Tanto sendo ela bebê usando faixinhas, ou presilhas, ou maiorzinha usando tiaras e parte da personalização que ela tem a grande vantagem de ter um produto com as características da filha dela”.
“Meu público é formado por mulheres Mães de meninas e ela chega até nós através de indicações das nossas clientes que já compram e também por meios de marketing digital que nós fazemos nas redes sociais. Eu utilizo o Instagram como um meio de comunicação com as minhas clientes, aonde eu mostro para elas a rotina de produção, os produtos, onde elas interagem muito comigo referente à compra de mercadorias. Tudo que eu vou comprar, sempre coloco uma caixinha de perguntas para interação, para saber os gostos e preferências delas. Através dele, e aí, eu consigo, aí, através de anúncios, eu consigo alcançar mais clientes”.
“Para o futuro da Joy Laços, nós nos enxergamos sendo o maior distribuidor de laços personalizados do Brasil. Ou da América Latina. Ou do mundo. Se eu pudesse dar uma dica para quem quer abrir o seu próprio negócio, eu inicio dizendo para superar os seus medos, porque quando você chega lá na frente, vai com medo mesmo, passando por cima de todos os seus medos e superando, né, as suas dificuldades, as suas restrições, que você olha, chega lá e olha para trás, e verifica que você realmente foi forte. Que você conseguiu passar por cima daqueles obstáculos, que te fez forte e todos esses obstáculos que eu passei, me tornaram uma pessoa mais forte e mais confiante. Então vai com medo mesmo, começa a iniciar, apenas comece com os recursos que você tem, com poucos mesmo, faça o seu melhor, faça algo que o cliente olha e fala: é incrível, ninguém faz como você faz, é um produto personalizado, é um produto diferente, e lembre-se que o valor do seu produto não tá no preço. Muitos empreendedores, principalmente nós artesãos, ficamos limitados aos preços. Eu tenho, né amigas e amigos artesãos que eles se limitam ao preço. Mas quando nós entregamos um produto diferente, um produto personalizado, que tem um acabamento diferenciado, o cliente, ele não se importa de pagar, porque ele sabe a qualidade que ele tá recebendo naquele produto”.
“A parte financeira, né, foi uma das dificuldades, não conhecer ninguém num bairro aonde você chegou pouquíssimo tempo também, e os fornecedores. Porque você vai comprar, por mais que você compre na região, ali, da 25 de março, tudo ali naquele centro, você compra, mas você ainda compra com preço caro”.
“O curso que eu fiz do Super MEI pelo Sebrae, ele me ajudou muito nessa parte administrativa, onde eu pude compreender mais sobre o fluxo de administração de caixa, dos recursos, entradas e saídas, estoque, por ele ser um curso muito prático, ali aonde o professor trouxe para nós, né, o palestrante trouxe para nós rotinas, ali do dia a dia, que nós iríamos enfrentar durante a nossa rotina de trabalho, então ele veio agregar muito valor porque foram de suma importância as dicas e eu peguei tudo para aplicar no meu negócio”.
Depois de acompanharmos os depoimentos da Joyce, que lições podemos tirar? O que podemos aprender com a trajetória dela?
Como pudemos ver, a necessidade de ter uma renda fez com que a Joyce inovasse com uma atividade pouco comum no Brasil. Vender laços para cabelo de meninas. Bastante comum aqui é o caso, a situação dela, a forma como ela teve que se virar para dar o sustento da família.
Vemos, todos os dias, empreendedores - especialmente mulheres que precisam -cuidar de seus filhos e, ao mesmo tempo, conseguir ter renda para se sustentar. E a Joyce se mostra uma guerreira, “uma leoa defendendo sua prole”, ao deixar o seu emprego para cuidar dos filhos.
E, principalmente, analisando a situação em que tudo ocorreu. Trabalhando o dia inteiro em uma empresa com um emprego formal, carteira assinada, tudo tranquilo. E, de repente, tudo vira de cabeça para baixo: os filhos sendo maltratados, sofrendo violência, ela precisa deixar este emprego para cuidar dos filhos.
Morando em um bairro em que ainda não conhecia ninguém, encontrou uma solução. O espírito empreendedor falou mais alto e a necessidade de fazer algo abriu o caminho para ela.
Fazia os laços e ia para frente da escola, onde não conhecia ninguém, oferecer seus produtos. E assim, começou a sua trajetória de empreendedorismo.
Ir em busca dos conhecimentos, buscar a formação nas áreas em que tem dificuldade. A Joyce cita a parte financeira como uma de suas maiores dificuldades. E lembra do curso Super MEI que fez no Sebrae para aprender nas áreas administrativa e financeira que considerava seu maior desafio.
Entender a necessidade de se fazer um bom controle de pagamentos, receitas, fluxo de caixa, separação das finanças empresa e pessoa física. Precificar corretamente os seus produtos, e neste item, ela destaca saber valorizar o seu produto, ter um diferencial, um ponto que você consiga agregar valor e saber o que isto representa para o cliente que terá um produto especial personalizado e com um valor agregado importante que pode representar muito lucro para quem está vendendo este produto.
A ciência da necessidade de estar legalizada, se formalizar como MEI, podendo comprar por valor inferior ao que pagaria se usasse seu CPF.
E quem está formalizado, legalmente instalado, pode usufruir de muitas vantagens.
Poder vender para empresas, poder mostrar o seu cartão de visitas com um CNPJ e endereço. Isso transmite responsabilidade, profissionalismo e gera credibilidade diante dos clientes.
Poder emitir notas fiscais e ter conta em nome da empresa é importantíssimo para muitos MEIs neste período da pandemia. Ter o seu direito previdenciário segurado no momento em que precisar se ausentar do trabalho por qualquer problema de saúde.
Além disso, tem diversas outras vantagens ao se formalizar. O poder público de uma maneira geral, tanto federal quanto estadual e municipal, tem privilegiado muito os micro e pequenos empreendedores formalizados.
Hoje você, como MEI, tem à disposição empréstimos e financiamentos com condições bem mais favoráveis. Pode ter conta bancária, pessoa jurídica, maquininha de cartão, acesso a linhas de crédito de uma maneira geral em condições muito favoráveis.
Você pode, inclusive, comprar um veículo com descontos muito interessantíssimos, e até mesmo fazer um plano de saúde com valor menor do que se fosse como pessoa física. São muitas vantagens por um custo bem baixo.
A Joyce diz que a principal ferramenta de marketing, de divulgação e mesmo de efetivação de negócios é por meio das redes sociais. No caso dela, principalmente o Instagram. Atualmente, quem não se atentar para esse detalhe da importância das redes sociais, dificilmente alcançará êxito nos negócios.
Já existiam há muito tempo, mas com a pandemia, aflorou a percepção da facilidade que o on-line proporcionam. As pessoas querem comprar e receber os seus produtos em casa sem nenhum incômodo de ter que sair, pegar trânsito, perder tempo.
E o delivery que se iniciou praticamente só atendendo o ramo de alimentação, atualmente temos delivery de tudo: Farmácia, supermercado, pet shop, açougue. Na prática, não tem limites.
A Joyce sabe bem onde quer chegar, fala claramente que percebe “a Joy Laços sendo o maior distribuidor de laços personalizados do Brasil. Ou da América Latina. Ou do mundo”. Muita pretensão? Podemos deduzir que não. Com planejamento, organização, vontade e persistência, pode sim conseguir realizar este desejo.
E a dica final da Joyce, é uma demonstração da história dela. Supere seus medos, não desista, não tenha medo de começar, comece com o que você tem, com os poucos recursos disponíveis que, aos poucos, as coisas vão se ajeitando e você chega lá aonde quer.
Não espere o “momento perfeito” para iniciar o seu empreendimento, porque talvez, esse momento nunca chegue e você não vai conseguir realizar o sonho do seu próprio negócio.
O Sebrae está sempre disponível para ajudar o MEI e os micro e pequenos empreendedores em geral em todas essas etapas, para realizarem o seu sonho ou suprirem a sua necessidade de empreender com consultorias e cursos on-line ou presenciais, muitos deles de forma gratuita.
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Portal do Sebrae: Cursos gratuitos on-line
O que você precisa saber antes de virar MEI
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Sat Mar 28 00:01:32 BRT 2026
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Sat Mar 28 00:01:26 BRT 2026
Tendências de consumo 2026: caminhos para pequenos negócios
O consumo em 2026 será marcado por escolhas mais conscientes, relações mais humanas e uma expectativa crescente de coerência entre discurso e prática das marcas. Depois de um período de instabilidade econômica, excesso de estímulos digitais e transformações sociais profundas, o consumidor passou a valorizar aquilo que faz sentido para sua vida real: produtos úteis, experiências acolhedoras e empresas transparentes. Mais do que seguir modismos, as pessoas estão aprendendo a consumir com intenção. Isso impacta diretamente os pequenos negócios, que passam a ter uma vantagem competitiva importante: proximidade, flexibilidade e capacidade de criar vínculos reais com seus clientes. Neste artigo, você vai entender as principais tendências de consumo para 2026, como elas afetam micro e pequenas empresas e de que forma aplicá-las de maneira prática no seu negócio. Foco no ser humano e no comportamento real do consumidor Em 2026, o centro das decisões de consumo deixa de ser o produto isolado e passa a ser a pessoa. Estilos de vida diversos, novos arranjos familiares, envelhecimento da população e busca por bem-estar emocional exigem que empresas criem soluções mais inclusivas, acessíveis e conectadas à realidade do cliente. O consumidor quer se sentir visto, compreendido e respeitado. Isso inclui desde a forma como o produto é desenhado até a experiência de atendimento. Como aplicar no seu negócio: Crie produtos e serviços pensados para diferentes fases da vida, não apenas para faixas etárias. Ouça seus clientes e envolva-os no desenvolvimento de soluções (co-criação). Priorize acessibilidade: linguagem clara, embalagens fáceis de entender e atendimento empático. Valorize histórias reais, cultura local e saberes tradicionais como diferencial competitivo. Confiança, transparência e pertencimento como ativos estratégicos A confiança se tornou um dos principais critérios de escolha do consumidor. Marcas que escondem processos, exageram promessas ou praticam incoerências perdem espaço rapidamente. Em contrapartida, pequenos negócios que mostram quem são, como produzem e qual impacto geram criam relações mais duradouras. Transparência deixou de ser diferencial e passou a ser requisito. Boas práticas para fortalecer a confiança: Seja claro sobre preços, origem dos produtos e fornecedores. Mostre os bastidores do negócio e as pessoas envolvidas no processo. Comunique valores com ações concretas, não apenas discursos. Invista em atendimento acolhedor e consistente em todos os canais. Use avaliações, depoimentos e prova social para reforçar credibilidade. Inteligência artificial com ética e humanização A inteligência artificial se consolida em 2026 como uma aliada dos pequenos negócios — desde que usada de forma ética, simples e transparente. O foco não está em substituir pessoas, mas em automatizar tarefas repetitivas e ampliar a capacidade humana. Ferramentas de IA tornam possível personalizar atendimentos, prever demandas, criar conteúdos e organizar processos com baixo custo. Como usar IA de forma estratégica: Automatize tarefas administrativas para ganhar tempo e eficiência. Use a IA como assistente criativo para textos, ideias e protótipos. Seja transparente sobre o uso de dados e tecnologia. Combine automação com atendimento humano sempre que necessário. Monitore resultados reais e feedbacks dos clientes. Sustentabilidade prática e novas formas de produzir O consumidor de 2026 está mais atento ao impacto ambiental das marcas, mas rejeita discursos vazios. Sustentabilidade precisa ser prática, viável e integrada ao modelo de negócio. Crescem iniciativas ligadas à bioeconomia, reaproveitamento de resíduos, biomateriais e economia circular. 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Crie programas de fidelidade ligados à sustentabilidade. Eduque o cliente sobre uso consciente e descarte correto. Bem-estar, sensorialidade e experiências memoráveis Em um mundo acelerado e hiperconectado, o consumo também se transforma em busca por conforto emocional, prazer e pequenas pausas na rotina. Experiências que despertam os sentidos e criam memórias positivas ganham relevância. Pequenos gestos, ambientes acolhedores e experiências sensoriais simples podem gerar grande valor percebido. Ideias para aplicar: Use aromas, texturas, cores e sons para criar identidade. Crie experiências personalizadas e momentos de surpresa. Associe seus produtos a bem-estar, autocuidado e celebrações do dia a dia. Valorize o contato humano e a experiência presencial. Preparar-se para 2026 é agir agora As tendências de consumo para 2026 mostram que crescer não significa apenas vender mais, mas vender melhor, com propósito, clareza e conexão humana. 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Sat Mar 28 00:01:16 BRT 2026
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São muitas as oportunidades que o mercado disponibiliza para quem deseja abrir um negócio. Com o avanço da tecnologia, uma janela de possibilidades se abriu para os profissionais que procuram a sua independência financeira trabalhando remotamente. Neste artigo, você vai conhecer 10 alternativas para empreender e começar a entender como ganhar dinheiro na internet sem precisar sair de casa. 1. Ganhe dinheiro como afiliado digital Pode ser que você nunca tenha ouvido falar nesse termo, mas provavelmente você já entrou em contato com um desses profissionais em compras realizadas via internet. Primeiramente, trataremos do afiliado digital, profissional que comercializa produtos em determinado site e é remunerado com uma comissão por cada venda realizada. Sim, muitas empresas disponibilizam suas plataformas para que pessoas se cadastrem como vendedores on-line. Em alguns deles, é possível tirar uma comissão de até 20%! Segundo pesquisa realizada pelo Sebrae no ano de 2021, considerando uma disponibilidade mensal de 120 horas, o potencial de renda média mensal é de R$ 2.400,00. Para esse tipo de trabalho, deve-se escolher os modelos com o quais você gostaria de trabalhar a divulgação: blogs, loja virtual, redes sociais. Uma dica para a escolha é pensar nas plataformas que você teria maiores facilidades em fazer o trabalho de vendas. Em seguida, busque pelos melhores programas de afiliados para os modelos escolhidos.Criar uma estratégia de marketing digital e colocá-la em prática será o foco do seu trabalho. Para ter sucesso é fundamental gerar tráfego para o seu site, use e abuse de SEO, redes sociais, e-mail marketing e muita, muita técnica. E então? Achou interessante? Antes de iniciar, pesquise bastante. O Sebrae preparou um conteúdo para de ajudar a começar a ganhar dinheiro na internet e se formalizar. 2. Ganhe dinheiro em casa como infoprodutor Já pensou em ganhar dinheiro online compartilhando o seu conhecimento com o mundo? Os infoprodutos se destacam pelo seu caráter facilitador, despertando automaticamente a simpatia do usuário, que enxerga neles uma solução prática para a sua necessidade de adquirir informações com simplicidade. Aomesmo tempo, em termos de venda, os infoprodutos são fáceis de comercializar pela sua adaptabilidade. Assim, é possível adequá-los a diversos tipos de negócio, garantindo a máxima de não colocar todos os ovos da sua empresa em um mesmo cesto. Produtos digitais como e-books estão em alta e são uma ótima oportunidade para quem deseja empreender. Isso porque você só precisa produzi-los uma única vez e pode vender quantas vezes quiser. Livros de receitas? Aulas de música? Dicas de marketing? São infinitas as possibilidades. Pense em algo no qual você é muito bom e invista nisso! Os formatos possíveis para a produção do conteúdo são diversos: e-books, e-magazines, vídeo aulas, audiobooks, podcasts e webnars. Essas são algumas das alternativas para produzir conteúdo sem sair de casa e comercializá-los e ganhar dinheiro na internet. Ficou interessado? Saiba mais sobre infoprodutos nessa cartilha preparada pelo Sebrae. Decidiu começar a produzir e comercializar? Veja como estar em dia com a receita federal ao produzir os conteúdos digitais. 3. Venda cursos on-line sem sair de casa Nosso terceiro tópico trata da venda de cursos online. Esse trabalho é semelhante ao do infoprodutor, pois você também empreende produzindo cursos pela internet. Além do e-book, você oferece cursos on-line voltados para o público interessado no assunto que você domina. É possível, inclusive, vender os dois produtos em conjunto e aumentar o seu faturamento. Uma outra possibilidade interessante é lançar cursos para outros profissionais interessados nesse mercado. 4. Monte uma revendedora e ganhe dinheiro na internet A revenda de produtos não é novidade para ninguém. Todo mundo conhece alguém que trabalha com isso, não é mesmo? Mas hoje em dia essa atividade está se transformando. Isso porque a quantidade de empresas que permitem que isso seja feito de forma totalmente on-line vem crescendo a cada dia. Nos últimos anos, o mercado se expandiu e, agora, vai muito além do comércio porta a porta. Grandes marcas de chocolate, beleza e perfumes procuram pessoas interessadas em negociar mercadorias de modo totalmente virtual. Revender produtos online é uma excelente maneira de montar uma loja virtual e começar a ganhar dinheiro na internet. Além disso, em geral não é necessário investimento financeiro para começar um negócio desse tipo. E aí? Essa opção é para você? Pensando nisso, o Sebrae oferece um curso gratuito te ajudar a montar sua primeira loja virtual. Não perca a oportunidade! 5. Agente de viagem Se você gosta de trabalhar com turismo, essa pode ser uma boa fonte de renda! Você sabia que algumas empresas do setor contratam profissionais para vender seus pacotes on-line? Isso mesmo! A maioria delas oferece um curso básico e um modelo de franquia para quem deseja trabalhar por conta própria, e de casa. Por meio da internet, você capta clientes e recebe uma comissão por cada pacote fechado. 6. Importação Já pensou em lucrar até 300% em um produto? Conhecido como dropshipping, o meio de comercialização de itens importados que tem atraído o interesse de muitas pessoas. Isso porque além da margem de lucro alta, o lojista não precisa de estoque para começar a trabalhar. E como funciona? O profissional atua como intermediário entre o cliente e o fornecedor. A partir de uma conta criada no site da empresa, você começa a vender os produtos sem se preocupar com o estoque nem com a entrega final, pois essas são responsabilidades do fornecedor. É uma ótima alternativa para quem deseja empreender, mas ainda não tem capital para investir. 7. Pesquisas on-line Quanto vale a sua opinião? Essa pergunta pode parecer estranha, mas muitas plataformas de pesquisas on-line pagam as pessoas por suas participações. As empresas contratam esse serviço para saber a opinião do público sobre novos produtos, ou sobre como melhorar aqueles que já estão no mercado. 8. Cuidado com pets Você gosta tanto de animais que até toparia cuidar dos pets de outras pessoas? A procura por esses profissionais tem crescido e aberto uma boa oportunidade para se fazer dinheiro. Atualmente, alguns aplicativos conectam os donos de cachorros a pessoas que possam passear com eles ou mesmo hospedá-los por algum período. Os passeios chegam a custar cerca de R$ 45, enquanto as hospedagens variam entre R$ 20 e R$ 200. 9. Monte um delivery de comida Se as suas habilidades estão relacionadas à culinária, essa é a sua chance de transformar a sua cozinha em um restaurante! Você pode cadastrar o seu negócio em aplicativos de delivery e selecionar a opção de plano com entregador. Assim, você não precisa se preocupar com os custos de entrega ou com a criação de uma loja virtual própria. 10. Serviços e soluções digitais Como não poderia ser diferente, trabalhar com soluções digitais é perfeitamente possível de ser feito de casa. Isso porque, como visto acima, área de tecnologia está em alta e a demanda por mão de obra qualificada não para de crescer. Se a sua especialidade é relacionada à área, essa é uma ótima alternativa para empreender. Alguns exemplos de serviços são: desenvolvimento de sites, criação de softwares e aplicativos e web design. Até mesmo alguns serviços de suporte de informática podem ser realizados de modo virtual. Por fim, sabemos que empreender demanda tempo, conhecimento e persistência. Como vimos aqui, são muitas as oportunidades e diversos os ramos em que você pode atuar de casa e sem precisar de um grande investimento financeiro para começar. Descubra outras ideias e dicas que podem te interessar10 ideias de negócios para ganhar mais de 4 mil reais por mêsAcesse todas as Ideias de Negócios do Sebrae
Sat Mar 28 00:00:43 BRT 2026
Brasil tem quase 15 milhões de microempreendedores individuais
O que é MEI? A categoria de empresas classificadas como Microempreendedor Individual (MEI), foi criada em 2008 e instituída pela Lei Complementar nº 128/2008 que alterou a LC 123/2006. Conhecida como “Lei Geral da Micro e Pequena Empresa”, também pode ser chamada de “Estatuto Nacional da Microempresa e Empresa de Pequeno Porte”. Esta modalidade de empresa foi criada para tirar da informalidade muitas categorias de profissionais autônomos que não tinham acesso a diversos benefícios, especialmente os previdenciários, em virtude do alto custo que teriam que arcar ao se cadastrarem como contribuintes individuais no INSS e terem que pagar os Alvarás de Autônomos no município. Hoje, estes trabalhadores possuem diretos à aposentadoria por idade e por invalidez, Auxílio doença, Salário Maternidade, Auxílio reclusão e pensão por morte contribuindo com apenas 5% do salário mínimo. Além disso, passaram a poder emitir notas fiscais, tiveram o direito de usufruir das vantagens oferecidas antes somente às empresas de maior porte. Tiveram o direito, e inclusive privilégios, para participar de licitações, vendendo para o setor público e acesso a linhas especiais de crédito em toda a rede de instituições financeiras oficiais e privadas, podendo adquirir equipamentos/ferramentas, insumos em geral e até veículos para trabalhar com financiamento e condições facilitadas. Esse grupo de trabalhadores encontrou no MEI uma maneira de formalizar e facilitar seus empreendimentos, que muitas vezes podem ser realizados dentro da própria casa, através de um computador ou notebook, na cozinha fazendo doces, ou fazendo artesanatos, por exemplo. Desde então, a formalização como MEI vem sendo ano a ano o tipo de empresa com maior quantidade de novos negócios do Brasil. Isso mostra o acerto da decisão governamental em oferecer esse modelo de empresa, que hoje congrega não somente os profissionais autônomos, como pedreiro, carpinteiro, cabeleireiro, manicure, jardineiro, diarista, mas também muitos pequenos comerciantes, mercearias, barzinhos, ambulantes de alimentação e muitas outras categorias de pequenos empreendedores. Todos os anos temos novas atividades que passam a também poder usufruir destas vantagens. Só para citar algumas, nos últimos anos, caminhoneiros, motoristas de aplicativos e pequenos produtores rurais podem se cadastrar como MEI. Atualmente, quase 500 atividades estão com acesso a esta categoria. Quantos Microempreendedores Individuais existem no Brasil?Os Microempreendedores Individuais (MEIs) compõem a maior parte das empresas brasileiras. Segundo dados do Ministério da Economia, o número total de CNPJ ativos no Brasil era de 20.191.920 no final de 2022.Destes, 14.820.414 estavam cadastrados como MEI, ou seja, 73,4 % do total de empresas formais do país. São quase 15 milhões de Microempreendedores Individuais formalizados. Ao final de 2019, ou seja, mais de 10 anos após a entrada em vigor, a quantidade de MEIs era de menos de 9,5 milhões. Nestes últimos 3 anos foram aproximadamente 5,4 milhões de novos MEIs. A crise da pandemia, com a recessão da economia global, gerando o aumento do desemprego sem dúvida foi um alavancador para o crescimento. Muitos por necessidade, viram também a oportunidade de realizar o sonho do seu próprio negócio. Em 2020, foram 1,9 milhão, em 2021, quase 2 milhões e em 2022 mais 1.5 milhão de novas formalizações como MEI. Para saber mais, acesse: Site da Receita Federal/Portal do Empreendedor: Relatórios Estatísticos; Site da Receita Federal/Painéis do Mapa de Empresas: Mapa de Empresas
Wed Mar 25 14:20:22 BRT 2026
5 dicas para bombar suas vendas na Páscoa
A Páscoa é a época mais doce de todas, isso todo mundo já sabe. Junto com as festas de fim de ano, é a data que mais movimenta as micro e pequenas empresas que têm como produto principal o chocolate. A Páscoa apresenta inúmeras oportunidades para criar campanhas, propagar a marca e alavancar negócios durante as celebrações. No entanto, como se destacar no meio de tantas ofertas? É preciso focar produtos pouco atendidos pela indústria tradicional. Explore ingredientes selecionados e diferenciados. Por exemplo, além do tradicional ovo de chocolate, os de colher, bombons de licor, trufas, colombas, brownies e cupcakes são alguns dos produtos artesanais que se destacam em relação aos vendidos em grandes mercados. Preparamos cinco dicas que vão te ajudar a bombar durante as comemorações de Páscoa e que podem ser uma boa ideia para campanhas durante todo o ano. 1. Pense fora da caixinha Pode parecer estranho, mas não é só de doce que vive um negócio durante a Páscoa. Procure também inovar na forma de apresentar o produto. Invista em embalagens, laços, colheres de boa qualidade, tags personalizadas. Chamar a atenção do cliente é importante e estratégico. Aproveite também o poder das redes sociais para divulgar suas criações e novidades. Você pode usar o Instagram para postar fotos dos seus produtos, divulgar preços ou até mesmo apostar em promoções para os seus clientes. O Facebook pode ser uma ótima ferramenta para divulgar vídeos promocionais do seu negócio, mostrando seu processo de criação e opções de produtos disponíveis. O WhatsApp Business vai ajudar com as encomendas. O Facebook Messenger também. Ele pode ficar conectado ao seu perfil comercial nesse canal. 2. Aposte na customização Lembre-se de que cada cliente é único. Um grande diferencial dos doces artesanais é a possibilidade de customização com opção de encomendas personalizadas. Dar ao cliente possibilidades de escolha e de combinação de sabores e produtos é uma solução que oferece mais autonomia a ele e que pode atender a um público maior. Lembre-se de que alguns clientes estão em busca de verdadeiros presentes em forma de doce. Outros procuram pequenas lembrancinhas. Por isso, é muito importante conhecer o seu público-alvo e apresentar propostas diferenciadas para os principais perfis de consumo. 3. Explore também novos nichos de mercado Vivemos um momento em que cada vez mais pessoas estão preocupadas em manter uma alimentação saudável. Oferecer uma linha fitness pode ser uma aposta de sucesso. O público que frequenta academias e tem uma dieta regrada faz com que alternativas menos calóricas sejam pensadas. Os doces feitos com o Whey Protein e com menor adição de açúcar são uma excelente opção de negócio visando a quem segue uma dieta alta em proteínas e baixa em calorias. 4. Conquiste pelo recheio Investir na diversificação de sabores é uma opção de negócio altamente válida para os mais diversos produtos especiais de Páscoa. Aposte em um leque de opções que envolva recheios tradicionais, frutas e também sabores regionais. Dessa forma, a sua empresa valoriza os gostos do cliente e aproveita vantagens características que a sua região oferece. 5. Ofereça brindes ou mimos Faça um cálculo levando em consideração o valor médio gasto pelos clientes. Avalie a possibilidade de oferecer brindes durante o período que antecede a data. Itens de papelaria como cartões ou marcadores de livro ou mesmo entregas em domicílio sem custos são diferenciais para atrair e fidelizar seus clientes. Não se esqueça de que existem diferentes possibilidades para pagamento em cartão, como crédito e débito. Portanto, vale a pena investir e pesquisar sobre as opções e escolher alguma que se encaixe melhor no seu negócio.
Sat Mar 21 00:01:51 BRT 2026
Oficinas de empreendedorismo para o ensino técnico e superior
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Fri Mar 13 14:19:36 BRT 2026
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Fri Mar 13 14:19:36 BRT 2026
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Fri Mar 13 14:19:36 BRT 2026
Apicultura no semiárido: oportunidade de negócio sustentável
O Nordeste apresenta um dos maiores biomas para produção de mel do mundo: o semiárido. O agreste e a Zona da Mata da nordestina – faixa de mata atlântica situada à beira do litoral nordestino –, também são regiões que apesar de serem pouco faladas, possuem alto potencial na produção de pólen e própolis vermelho. A atividade comercial realizada a partir da criação de abelhas chama-se apicultura, um ramo da zootecnia que tem sido uma grande fonte de renda no sertão brasileiro. Por meio desta técnica, é possível extrair produtos como pólen, mel, própolis, geleia real e outros. Propriedades do mel O mel é um produto natural muito nutritivo e com diversos benefícios à saúde. A composição do mel é rica em antioxidantes – substâncias que têm a capacidade de proteger as células contra várias doenças como câncer, Alzheimer e doenças crônicas. O composto também regula os níveis de colesterol e triglicerídeos, o que colabora com a diminuição do risco em contrair doenças cardíacas. Além disso, o mel é indicado para aliviar os sintomas gripais, como tosse, dor de garganta e inflamações. Negócios A criação de abelhas é uma atividade que contribui muito para a preservação de ecossistemas. A presença das abelhas é fundamental para a biodiversidade de um ambiente por causa da polinização. A polinização é o transporte do grão de pólen de uma flor para a sua parte reprodutiva. Esse serviço ambiental das abelhas é responsável pela regeneração de florestas, manutenção da biodiversidade e garantia da produção de muitos alimentos da terra que são de consumo humano. Para o apicultor, o setor da agro apicultura pode oferecer benefícios como: Variedade nas formas de empreender – polinização de ecossistemas, comercialização de produtos, entre outros; Dispensa uma propriedade de terra – a área para instalação de apiário pode ser bem pequena; Produz diversos produtos – mel, pólen, própolis, cera, entre outros; Geração de empregos e fonte de renda no campo – como é um negócio lucrativo, para os apicultores pode ser uma grande oportunidade de renda. Calendários apícolas No Nordeste, existem cerca de nove calendários apícolas, com datas distintas e situações climáticas que se diferem. Para o desenvolvimento da apicultura, segundo o Mestre e Doutor em Apicultura, Afonso Odério, existem dois grandes momentos do ano: a chuva e a seca. A chuva é como se fosse um ponto de partida para a vegetação e a abertura de botões de flores, quando o apicultor deve trabalhar com foco no aumento da produção. Faz parte do processo de seleção natural que na seca o apicultor perca até 20% dos enxames. Bioma nordestino Um dos pontos que caracteriza o Nordeste como bioma de maior potencial de produção de mel do mundo são as suas características específicas. Entre elas, está o fato de a vegetação ser baixa, diferente da Mata Atlântica, por exemplo. Quando a vegetação é mais densa, ela requer mais condições climáticas chuvosas. Logo, o bioma nordestino é definido como vegetação rasteira, fauna e flora que se adaptam ao período de estiagem, diversidade de plantas nativas e espécies que soltam flores. O Sebrae é um dos principais apoiadores do setor da Agro Apicultura no Nordeste, com polo de atuação no município de Petrolina, em Pernambuco. O mercado vasto e crescente de Petrolina na apicultura oferece uma série de mecanismos que favorecem o homem do campo. Quer conhecer mais sobre o tema? Assista o Seminário Uma Oportunidade de Negócio Sustentável, produzido pela equipe do Sebrae de Petrolina. Confira também a nossa cartilha completa sobre Apicultura e Sustentabilidade.
Mon Mar 09 13:45:48 BRT 2026
Posicionamento de marca: o que é e como fazer marketing de comunidade
Se você é um empreendedor e já percebeu que não é eficiente ter uma estratégia de marketing que foque apenas na venda do produto, parabéns! Você está no caminho certo, por onde muitas empresas decidiram trilhar nos últimos anos, investindo mais de R$ 45 bilhões, tudo para poderem aproximar-se ainda mais dos seus clientes, promovendo conexões emocionais e relacionamento de qualidade. É nesse sentido que atua o chamado marketing de comunidade, também conhecido como comunidade de marca, ou seja, de forma voluntária, ocorre o agrupamento de pessoas que desenvolvem relações afetivas com determinado produto ou serviço oferecido por uma marca. Os membros dessas comunidades de marca, unidos pela paixão pelo produto ou serviço que ela oferece, são identificados como brand lovers. Assim, a criação de uma comunidade representa a oferta de um canal para intensificar esse relacionamento direto com os clientes, aproximando ainda mais pessoas e marcas. Ter uma comunidade de marca é ter fãs, muito mais que consumidores. Isso porque clientes satisfeitos tornam-se defensores dela - eles não perdem um conteúdo ou lançamento, anúncio -, numa relação que envolve muitos outros aspectos, além dos comerciais. São esses consumidores que participam de comunidades de marca. Assim, quando o cliente se identifica com os valores da marca, ele encontra na comunidade uma sensação de pertencimento, estabelecendo conexões que o fidelizam. Veja a seguir algumas marcas que possuem comunidades. Starbucks: nesta comunidade, o espaço dos clientes está destinado não só para as conversas sobre o produto, mas também permite que os amantes de café deem ideias de novos produtos e recebam propostas por elas. Sephora: outro bom exemplo de marketing de comunidade é o da marca varejista Sephora, que criou Beauty Talk, um espaço para os consumidores falarem sobre os produtos da empresa, trocarem dicas e comunicarem-se como acharem melhor. Neste caso, a própria empresa está incentivando os clientes a se reunirem em um determinado local e a falarem sobre ela. O resultado disso é o grande número de menções feitas mensalmente à empresa nas redes sociais. Melissa: a marca Melissa também aderiu a essa tendência do marketing de comunidade e desenvolve ações de relação com o seu fã-clube desde 2016, incentivando a cocriação de eventos, participação em debates, encontros para troca de informações, além da apresentação antecipada da coleção e até mesmo para discussões de estratégias e desenvolvimento de produtos. Aproveitando o Mês do Consumidor, a marca lançou o "Dia da Melisseira", com a distribuição de 60 mil vouchers em todos os clubes da marca no Brasil. Raquel Scherer, gerente geral da Melissa, afirma que “é uma tarefa contínua entendermos como estreitar ainda mais a relação com esta comunidade tão grande que possui conexão verdadeira e longeva conosco”. Acompanhe, no infográfico a seguir, dicas para criar e manter a sua comunidade de marca. Busque mais informações no Sebrae pelo número 0800 570 0800.
Sat Feb 07 00:02:43 BRT 2026
Como fazer uma abordagem de vendas
Alguns vendedores acreditam que fechar uma venda se resume a oferecer um produto, vencer todas as objeções de maneira sistemática e guerreira e forçar a decisão de compra. Outros, acreditam que é preciso sufocar o cliente, repassando um monte de informações, mesmo que inúteis, e ainda há aqueles que entendem que nada supera uma boa lábia. É claro que existem vendas e vendas, em alguns casos o cliente está tão propenso a comprar, que ele praticamente já tomou a decisão, e é somente o vendedor falar poucas palavras e partir para o empurrãozinho final. Já, em outras situações, a questão é um pouco mais complexa, porque existem muitas incertezas, o cliente não tem a segurança de que aquela é a melhor compra, ou existem muitas barreiras, algumas estão apenas na mente do cliente e ele não se dispõe a falar de forma muito transparente sobre os motivos que afetam a sua decisão de comprar. Para isso, é necessário saber que o processo que vai proporcionar uma grande eficiência na condução da venda é chamado de abordagem. Ela é o primeiro contato do vendedor com o comprador. É tão importante, que palavras mal utilizadas, ou sem o mínimo de sensibilidade podem gerar uma barreira intransponível, por isso a importância de aplicar técnicas eficientes de abordagem do comprador. Outro aspecto a considerar no momento em que o vendedor entra em ação e faz o primeiro contato é compreender que a abordagem é um processo quase que totalmente emocional e, que além de falar, o vendedor precisa estar muito atento e observar profundamente as reações do cliente. É necessário compreender os sinais positivos ou negativos que este emite através das palavras, da linguagem corporal e especialmente dos olhos, “os espelhos da alma”. Logo, a primeira dica é “olho no olho”. Veja a seguir algumas dicas sobre como o vendedor deve agir ao iniciar o primeiro contato. Inicie o contato da forma mais agradável possível, sem transparecer artificialismo, às vezes até o sorriso pode parecer artificial. Lembre-se de que o outro lado é um ser humano, e não um objeto ou mesmo o valor de uma comissão. Por isso, é importante, se não souber, perguntar o nome da pessoa, a psicologia explica que o nosso nome é um fator muito importante da nossa identidade, por isso tratar as pessoas pelo nome é fundamental no processo de abordagem. Saiba o que falar. As pessoas são diferentes, por isso, tenha uma pequena lista de palavras para utilizar com pessoas diferentes, observe bastante as características do comprador, antes de fazer o primeiro contato. Pessoas falantes precisam que você as deixe falar, tímidos precisam ser estimulados, conservadoras exigem tratamento mais formal, pessoas mais simples precisam que você fale numa linguagem que eles possam entender, e não gostam de muitas informações e de coisas que não entendem, pessoas mais diretas não gostam de perder tempo com muitas explicações. A melhor forma de entender o jeito de iniciar o primeiro contato é, a cada vez que falar, observar as reações do comprador e, se perceber contrariedade ou outros sinais negativos, fazer a mesma fala de forma diferente. Inicie por uma pergunta, cuidando para não parecer agressivo, ou que é mais inteligente e perfeito que o comprador, pois às vezes os vendedores acreditam que os compradores são ignorantes ou idiotas. Por isso, cuidado ao formar uma opinião de cara, apenas observando o comprador, porque vai criar na sua mente uma imagem e você vai acreditar ser verdadeira, lembre-se de que nem sempre a primeira imagem é a real. Faça perguntas abertas. Uma pergunta aberta é aquela em que a resposta não poderá ser um sim ou um não, é aquela em que o cliente deverá falar um pouco mais. As perguntas que têm como resposta somente um sim ou não não iniciam, de fato, um diálogo e, quando isso acontecer, solicite do comprador mais informações, tipo “por que o senhor/senhora acha isso?” Saiba o que não falar. Evite palavras que possam gerar resistência por parte do comprador, especialmente as palavras que possuem negatividade como “o senhor foi enganado pela outra empresa”, ou palavras que podem soar como uma mentira para forçar a venda como promessas que jamais serão cumpridas, palavras que desmentem o que você falou antes ou mesmo palavras que podem passar intimidade como “querida”, “amor”, “minha flor”. O primeiro contato deve ter como objetivo criar um clima favorável para que a venda possa ser realizada numa atmosfera de confiança, respeito e abertura em que ambas as partes, comprador e vendedor, percebam que independentemente de a venda ocorrer nesse momento, outras oportunidades podem surgir. O comprador vai sempre se lembrar do vendedor que proporcionou a criação de um relacionamento longo e duradouro. Empreendedor, você pode desenvolver as suas habilidades de vendas por meio de conteúdos, cursos e ferramentas disponíveis no Portal Sebrae. Aproveite e faça a sua inscrição para os dois cursos EaD que preparamos para você: Como aumentar suas vendas e Como vender mais e melhor.
