Santiago de Souza é policial aposentado. Desde 2021, trabalha com customização de miniaturas de carros.
Santiago de Souza é policial aposentado. Desde 2021 trabalha com customização de miniaturas de carros. Ele é a personagem deste artigo da Série “MEU MEI É UM SUCESSO”.
Santiago Mendes de Souza, um policial militar aposentado desde 2010, em 2020, teve a ideia de fazer miniaturas personalizadas de carros. Fez duas para a sua coleção particular e após publicar nas redes sociais, seus amigos queriam saber onde ele tinha mandado fazer.
Aí, ele percebeu a oportunidade e começou a trabalhar com isso. Atualmente, ele monta miniaturas para pessoas de todo o Brasil, inclusive para empresas que querem miniaturizar suas frotas. Vamos deixar que ele mesmo nos conte a sua história:
“Meu nome é Santiago Mendes de Souza, sou policial militar aposentado, né, já vai fazer 10 anos e agora eu sou um MEI. Eu tive a ideia em dezembro de 2020, mas eu coloquei ela em prática mesmo em janeiro de 2021. Foi o tempo que eu precisei para poder procurar, pesquisar onde tinha, o que eu ia utilizar nas miniaturas, né. Tipo de papel, o que seria um decalque, como é que seria a impressão, aonde que eu iria arrumar os parceiros para me fornecer as miniaturas para poder customizar, o que era uma customização, que muita gente não tem nem ideia. Tem pessoas que acham que eu faço a miniatura. Eu não faço a miniatura. Eu customizo, eu transformo. Eu pego a miniatura de um carro em escala menor, né, e transformo ele e naquilo que a pessoa quer, né. Eu tenho uma grande gama dos meus clientes que são policiais militares, até porque, são muitos tipos de customização, mas também tem empresas que trabalham com a gente que pede para fazer veículos particulares, veículos da empresa. Às vezes, a pessoa me pede o próprio veículo particular, né, para a gente fazer o carro da maneira que ela tem, que ela gosta”.
“A ideia de customizar viaturas, a princípio, foi para poder fazer a minha própria coleção, né, a minha coleção. Aí, o que aconteceu? Eu fiz uma, fiz duas e postei nas redes sociais, né. E alguns amigos perguntaram: Onde você comprou? Eu não comprei, eu customizei para mim, eu fiz para mim”.
“E eles pediam que eu customizasse para eles: olha, faça uma para mim, faça uma para mim. E aí nasceu a ideia, né, eu comecei a verificar que são poucas pessoas que fazem esse tipo de serviço, né. E eu comecei a fazer para um, fazer para outro, e aí, a demanda foi aumentando. Quando eu vi, eu tava fazendo para 10, para 12. Alguns donos de lojas pedem para que eu trabalho para eles, que eu faça a customização para eles, são pessoas que querem comprar miniaturas, mas não tem condições de comprar e como a nossa miniatura é um preço bem menor do que as que a gente encontra aí nas redes sociais, no comércio, então a pessoa consegue comprar em duas vezes ou elas experimentam para que eu faça, né, customize e daqui a 30 dias, ela consegue pagar. Então, a gente tem aqui inúmeros tipos de clientes. Tem clientes fortes que vem aqui pedir 15, 20, 30 miniaturas. Tem outros clientes que pedem uma para esperar 10 dias para receber, 20 dias”.
“O carinho que eu faço para um é o mesmo carinho que eu faço para outro. E o carinho que eu faço para eles é o mesmo carinho que eu faço para mim. Fiz uma não ficou bonita, fiz para outra não ficou bonita, aí falei: Poxa vida, tenho que me aperfeiçoar. Aí, eu fui tentando, né. Às vezes, entrava na internet, olhava um vídeo de quem fez um detalhezinho, alguma coisinha, eu tenho que fazer mais ou menos aquele jeito. Pegava fotos, ficava olhando, né, comparando. E aí, a gente vai pegando mais o jeito. No início, eu fazia uma a cada 15 dias, né, porque o processo inteiro demora. Hoje não, hoje a gente já tem, mais ou menos, uma programação que a gente consegue fazer quatro, cinco, seis, num dia, né. A gente já deixa tudo mais ou menos programado, porque a gente tem que esperar o tempo de tinta, o tempo de "primer", o tempo de verniz, né. Porque tudo tem um tempo, então, eu não posso acelerar muito o processo. Porque, se não, perco a miniatura, fica feia, não chega aquilo que eu quero, né, é que chegue para o meu cliente o mais bonito possível”.
“No começo, foi muito difícil, porque eu não conhecia nada, as pessoas que eu ligava para dar informação, ninguém passava informação nenhuma, desconversava. E aí, a gente vai procurando, tentando descobrir, né? Qual é a papelaria que tem aquilo? Quem pode ser o fornecedor? Aí, você vai para a internet pesquisar lá: O que é decalque? Para que serve? Como colocar? Como não? Aí, você vai e volta para mesa para tentar fazer aquilo que você viu na mesa, que é totalmente diferente, né. A película é muito fina, às vezes, você tem que usar somente o cotonete, você puxa um pouquinho mais, você perde a película. Então, foi difícil, não foi fácil não. A gente não tinha conhecimento de onde comprar, quem poderia distribuir, não conhecia nada, né. E aí, fica difícil. É complicado, mas a gente vai caminhando devagarzinho”.
“Todo mundo fala assim: Vai começar a fazer isso, é? Trabalhar com carrinho? Minha irmã mesmo disse: sua vida agora vai ser brincando? É ganhar a vida brincando? E a gente vê que não é isso, né. Existe uma gama muito grande nesse segmento, muitas pessoas que gostam, né. Essa foi uma grande dificuldade, a falta de reconhecimento, de apoio. Mas depois, você vai ver que é aquilo mesmo. Que a pessoa estava errada contra aquilo que ela imaginava que fosse a customização, né. E aí você vai indo, né. Hoje, minha irmã é uma das minhas clientes. Ela tem empresa, né. E hoje, ela é uma cliente minha”.
“As pessoas que me ajudam aqui são a Rafaela e a Solange. A Solange é minha esposa e a Rafaela é minha filha mais nova. E tem uma terceira que é a Bianca, que é a minha filha, a mais velha. Então, quando eu tô muito atarefado, muito cheio de serviço, aí, eu faço o quê? Eu faço um mutirão. Vem Dona Solange, vem Dona Bianca, vem Dona Rafaela. Vamos fazer aqui. Todas as três. Assim, as meninas sabem fazer a customização que eu já ensinei para elas. A minha esposa faz a parte de arte, então, às vezes, eu peço alguma coisa para ela. Falo assim: Vai se virando lá enquanto nós vamos terminando aqui. E eu tenho um filho, tem o Thiago também. Como ele trabalha em São Paulo, não consegue ajudar, né. Mas aí, ele dá ideia, né: Pai, por que que não faz isso, por que não faz aquilo. Esses são os meus, como é que se diz, parceiros ali do dia a dia, né. Às vezes, eu falo: filho, você está em São Paulo? Olha, acabou minha tinta, minha cola aqui, e a gente não acha por aqui. Então, ele fala: Não, pai, eu vou comprar aqui uma meia dúzia, aí, e mando pelo correio para o senhor. Então, é esse é os meus parceiros. Bianca, Tiago e Rafaela é a BTR. E a Dona Solange, que vem por fora, que é o meu apoio”.
“É muita coisa que o Sebrae pode me ajudar hoje. Ele pode me dar, me ajudar na parte administrativa, que eu não sei fazer, né. Nunca fui administrativo. Como fazer um livro caixa? Como fazer um estoque bem feitinho? Como direcionar o produto que eu tô fazendo com determinado segmento? Isso aí, eu posso buscar no Sebrae, hoje, né. Coisa que eu não tinha conhecimento. Assim, eu sou sincero em dizer, não por não querer correr atrás, não é falta de tempo, né. A gente, às vezes, se apega a fazer isso, aquilo, aquele outro, que você acaba esquecendo. Mas eu mesmo preciso, assim, fazer cursos, me aprimorar, porque você, no dia a dia tem que procurar se aperfeiçoar, né? Quem para no tempo fica embolorado”.
“O MEI é importante, você pode gerar um emprego, né. Você pode gerar emprego, ainda não tenho, mas eu posso gerar um emprego, é mais uma pessoa que vai estar no comércio formal, aí da indústria. Eu posso emitir notas, né. Então, muitas vezes, eu perdia um serviço ou outro porque eu não podia. Hoje eu posso emitir nota, né? Eu posso recorrer ao banco para que ele me abra uma linha de crédito e facilite alguma coisa, né. O MEI é muito importante, né. O MEI, ele me trouxe o Sebrae para que eu hoje possa me aprimorar e desenvolver. Ter mais conhecimento, melhorar aquilo que eu não tinha conhecimento, né. Então hoje, o MEI é um parceiro muito importante. O microempreendedor é aquela pessoa que não tinha uma conta e passa a ter, aquela pessoa que não tinha condições de se qualificar. Ela já consegue se qualificar, né. Tem muitas, muitas empresas de qualificação. O próprio Sebrae tá aí abrindo para todo mundo, qualificações maravilhosas, né. Então é isso aí que o MEI me trouxe”.
“A BTR Miniaturas, ela me tirou do princípio de depressão, que eu estava atravessando, e hoje eu tenho a BTR como uma empresa, que ela pode a qualquer momento expandir, né. O que eu vejo na BTR hoje é assim, uma empresa que está se aprimorando no dia a dia, procurando novos parceiros, procurando qualidade. A BTR não sou só eu, né, é minha família. A minha esposa, os meus filhos. Uma filha faz um detalhezinho que falta, minha esposa faz alguma parte da arte. Então, eu vejo hoje a BTR como uma família que pode expandir muito mais. Trazer, assim, muita qualidade e muita modernização no que a gente faz para os nossos clientes. É isso que eu vejo no BTR hoje”.
Depois de acompanharmos o depoimento do senhor Santiago Mendes de Souza falando da sua empresa BTR Miniaturas Personalizadas, e contando a sua trajetória, que lições podemos tirar? O que podemos aprender com ele?
O senhor Santiago encontrou um nicho de mercado muito interessante. A personalização de miniaturas de carros e outros veículos. Produtos personalizados que podem ser encomendados para presente, para festas temáticas e até mesmo serem usados como decoração.
A ideia do policial militar aposentado de fazer algumas miniaturas para ele mesmo sem intenção de comercializar tomou outro rumo quando ele postou nas redes sociais. Aí, os amigos gostaram e, aquilo que seria só um hobby, virou um negócio.
É um modelo de negócio bem diferenciado, bem dinâmico. Customizar miniaturas de carrinhos de ferro é um negócio diferente. Não é comum termos pessoas empreendendo neste segmento.
Atende um público bem específico, mas com certeza é uma oportunidade de negócios. E, atualmente, tem negócio para todo tipo de gosto, que atende todo tipo de cliente. O empreendedor precisa estar atento àquilo que está no desejo das pessoas. E aí, encontrar um meio para conseguir atender o público.
Ele pesquisou muito antes de começar a fazer as miniaturas que queria para sua coleção. Não foi fácil encontrar as informações que necessitava em um segmento pouco ativo no Brasil. As pessoas não queriam passar informações.
E aí, uma informação super importante para qualquer empreendedor é a de antes de começar, saber onde conseguir as informações e onde adquirir os insumos para o seu produto ou serviço.
O que exatamente eu preciso para o meu produto? Quem vende isso? Quem fornece aquilo? Onde eu posso encontrar esse tipo de material que preciso para o meu negócio?
E as dificuldades foram muitas. Ele teve muita persistência, indo atrás das informações, pesquisando na internet e fazendo testes, utilizando na prática aquelas informações obtidas.
E, como ele mesmo diz, “na mesa, as coisas não saiam como no vídeo” e tinha que refazer, tentar mais uma vez e outra vez, até conseguir chegar no resultado esperado.
Outra dificuldade foi o preconceito inicial, inclusive de amigos e familiares: Você vai viver de carrinho? Sua vida vai ser de brinquedo? Imagina a força de vontade que é necessário ter para passar por cima disso e seguir em frente. É preciso ter persistência e muita força de vontade para ultrapassar estas barreiras.
A percepção de que necessitava da formalização, da legalização do seu empreendimento para poder emitir notas fiscais e não perder mais negócios. Ter crédito disponível na rede bancária e ter o apoio incondicional do Sebrae e outros órgãos, são citados por ele como de suma importância para ele.
Verdade seja dita, é assim para todo empreendedor, principalmente quem está iniciando um negócio. Além disso, a formalização proporciona muitas outras vantagens e benefícios.
Os entes públicos, federais, estaduais e municipais, de uma maneira geral, têm privilegiado muito os micro e pequenos empreendedores formalizados.
A Lei 123/2006, conhecida como Estatuto da Micro e Pequena Empresa (MPE) prevê aos MEIs muitos privilégios e vantagens nas compras públicas de todos os entes governamentais em quaisquer processos licitatórios de pequenos valores, com exigências menos rígidas e condições diferenciadas de participação.
Hoje, todo MEI tem à disposição empréstimos e financiamentos com condições bem mais favoráveis. Acesso a serviços financeiros, poder abrir uma conta corrente pessoa jurídica, ter acesso a crédito em condições mais favoráveis junto aos bancos.
Consegue negociar melhores condições ao comprar com o seu CNPJ, podendo, inclusive, adquirir veículos com descontos junto a maioria das montadoras de veículos operando no Brasil, e até contratar um plano de saúde para si e seus familiares com valores menores que se fizesse como pessoa física.
Ainda tem o benefício, que no caso de Santiago, não faria diferença por ele já ser aposentado, mas que para a maioria dos empreendedores é muito importante, que é garantir a cobertura previdenciária.
Ao contribuir como MEI, tendo acesso ao Auxílio Doença, Auxílio Maternidade e à Aposentadoria, dando assim, maior segurança para si mesmo e aos seus familiares.
Ter um público é importante e ajuda muito no sucesso inicial de qualquer negócio. Um segmento específico bem definido onde você se torne referência no seu negócio. E isto aconteceu com Santiago em relação aos seus amigos da Polícia Militar, que, conforme ele cita, foram seus primeiros clientes.
Outro fator que parece ser um propulsor do empreendimento da BTR é a ajuda da família. Ele cita que estava entrando em depressão e que certos familiares tinham preconceito, contra esta atividade dele, como já citamos acima.
Certamente, o fato de estar aposentado há 10 anos e talvez o sentimento de ociosidade, influenciou. A atividade deu, uma nova energia, uma razão de viver.
A renda extra que o negócio pode proporcionar um fator que mostra a importância do seu empreendimento para toda a família. E ele cita a importância da ajuda da esposa e dos filhos. Diz, inclusive, que a empresa é a família dele. Quando está com muitos pedidos, todos põe a mão na massa e o auxiliam.
Inclusive seu filho que vive e trabalha em São Paulo e que também dá os seus “pitacos” no negócio, auxilia na compra de alguns insumos quando tem dificuldade de encontrá-los em sua cidade.
Podemos supor que o apoio da família, mais especificamente da esposa e dos filhos, não seja somente no operacional, mas provavelmente, muito o ajudaram também. Seja emocionalmente, dando motivação e o apoiando na construção e evolução do negócio.
Ir em busca dos conhecimentos, se aprimorar, se aperfeiçoar naquilo que já conhece e buscar a formação nas áreas em que tem dificuldade. Santiago não conhecia nada de administração, de finanças, e como ele mesmo disse, no Sebrae, ele e qualquer empreendedor, conseguem esta formação.
E esta formação, este conhecimento na área de administração e em finanças faz toda a diferença. A precificação principalmente tem uma importância vital para garantir o lucro e assim, a sobrevivência e continuidade da empresa.
O Sebrae está sempre disponível para ajudar o MEI e os micro e pequenos empreendedores em geral, em todas essas etapas, com consultores e cursos on-line ou presenciais, muitos deles de forma gratuita.
O empreendedor pode esclarecer dúvidas, buscar ideias e se qualificar em qualquer área que precise procurando cursos e consultores do Sebrae. É só acessar www.sebrae.com.br
Para saber mais:
Portal do Sebrae: Cursos gratuitos on-line
O que você precisa saber antes de virar MEI
Portal do Empreendedor: Verifique se você atende as condições para ser MEI
Fonte: BRT MINIATURAS PERSONALIZADAS - VIDA DE MEI
Origem: Canal Empreender
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Como emitir e pagar a guia DAS-MEI
A principal obrigação do MEI é pagar a “mensalidade” do MEI todos os meses, no dia 20. É muito importante esse pagamento, pois é através dele que você terá acesso aos seus benefícios previdenciários. Às vezes, nos deparamos com uma pessoa MEI que diz coisas assim: “ah... eu não paguei porque não tive tempo de ir na Sala do Empreendedor ou no Sebrae para emitir minha guia e eu não sabia como fazer isso”. Pois neste artigo vamos mostrar como é simples emitir a guia DAS-MEI. Inicialmente precisamos dizer que o MEI tem muitas opções para realizar a quitação das suas parcelas mensais. Aquela que consideramos a melhor opção é o débito automático. O MEI só precisa autorizar uma vez, e o débito ocorre automaticamente todos os meses, bastando controlar para garantir que tenha saldo suficiente no dia 20 de cada mês. Para isso, o microempreendedor precisa ter conta em nome do MEI ou mesmo de sua pessoa física (conta de terceiros não é aceita) em um dos bancos conveniados: 001 - Banco do Brasil S/A003 - Banco da Amazônia S/A004 - Banco do Nordeste do Brasil S/A021 - Banco Banestes S/A033 - Banco Santander (Brasil) S/A041 - Banco do Estado do Rio Grande do Sul S/A047 - Banco do Estado de Sergipe S/A070 - Banco de Brasília S/A104 - Caixa Econômica Federal237 - Banco Bradesco S/A341 - Itaú Unibanco S/A389 - Banco Mercantil do Brasil S/A748 - Banco Cooperativo Sicredi S/A756 - Banco Cooperativo do Brasil S/A Como esta lista é dinâmica e a qualquer momento pode ocorrer a inclusão de novos bancos, ou até a exclusão de algum, sugerimos a consulta quando tiver o interesse. Essa opção é formalizada no Portal do Simples Nacional, sendo necessário que o MEI tenha cadastrado o seu código de acesso. Outra opção é efetuar o pagamento on-line das guias DAS-MEI. Neste caso, precisa ter uma conta pessoa física ou jurídica no Banco do Brasil e, no dia em que desejar pagar, acessar o Portal do Empreendedor e escolher a opção pagamento on-line. Finalmente, temos a opção de gerar a guia DAS-MEI tanto pelo Portal do Empreendedor como pelo app MEI, da Receita Federal, ou pelo app Meu Sebrae, disponibilizado pelo Sebrae. Após gerar a guia DAS-MEI, você poderá escolher a forma de efetuar o pagamento conforme as opções descritas abaixo: Imprimir a DAS-MEI, se dirigir a uma lotérica ou agência bancária e realizar o pagamento; Utilizar o QR Code gerado e realizar o pagamento pelo internet banking ou pelo aplicativo do seu banco por meio de Pix; Utilizar o código de barras e pagar pelo internet banking ou pelo aplicativo do seu banco. Abaixo descrevemos algumas opções para você gerar/emitir a sua guia DAS-MEI. Passo a passo fácil pelo app Meu Sebrae Primeiro, você deve entrar na sua loja de aplicativos, App Store ou Play Store, e baixar o app Meu Sebrae. Com o app aberto, clique em criar conta; depois informe o seu CPF, seu nome, seu e-mail e sua data de nascimento. Para finalizar, escolha uma senha para acessar o aplicativo. Digite a senha mais uma vez para confirmar. Pronto, você estará cadastrado. Agora, na tela inicial do aplicativo, você deve clicar em “Serviços” e depois em “Serviços MEI”; em seguida, clique em “Pagamento de Contribuição Mensal” e em “Boleto de Pagamento”; em seguida, clique na opção “Cadastrar nova empresa” e, finalmente, informe o seu CNPJ. Agora é só escolher o ano da contribuição e o mês vigente e baixar o boleto da DAS. De forma simples e rápida, você gerou a guia DAS-MEI. Agora é só salvar e escolher a maneira que mais lhe convier para efetuar o pagamento: pelo QR Code com Pix; imprimir o boleto e ir a uma lotérica ou agência bancária para pagar; com o código de barras, pagar pelo internet banking ou app de seu banco. Passo a passo pelo app MEI da Receita Federal Na loja de aplicativos, App Store ou Play Store, baixe o app MEI. Na tela inicial do aplicativo, inserir o CNPJ, escolher a opção “Emitir DAS”; selecionar o ano e o mês para o qual você quer emitir a guia DAS; ela estará disponível e tem opção de exibir/salvar/compartilhar ou copiar o QR Code para pagar por meio de Pix. Passo a passo para emissão da guia DAS-MEI pelo Portal do Empreendedor Entre no Portal do Empreendedor na plataforma gov.br; Clique na guia “Já Sou MEI”; Depois em “Pagamento da Contribuição Mensal (DAS)”; Em seguida em “Boleto de Pagamento”; Preencha o CNPJ da sua empresa e clique em continuar; Clique em “Emitir Guia de Pagamento (DAS)”; Em “Informe o Ano-Calendário”, selecione o ano e clique em “OK”; Selecione o(s) mês(es) do ano que você deseja gerar o(s) boleto(s); Informe a data em que você deseja pagar o boleto e clique em “Apurar/Gerar DAS” (se for antes do vencimento ou se estiver vencido e deseja pagar no próprio dia da emissão não precisa preencher); Aparecerá na tela a mensagem “Os documentos DAS foram gerados com sucesso!” Clique em “Imprimir/Visualizar PDF”; Após a visualização, você pode imprimir, salvar ou compartilhar a guia DAS ou pagar conforme uma das modalidades já explicadas acima. Qualquer uma das formas descritas é segura e garante ao MEI estar com a sua obrigação em dia. Importante! O Sebrae está sempre disponível para ajudar o MEI e os micro e pequenos empreendedores em geral em todas essas etapas com consultorias e cursos on-line ou presenciais, muitos deles de forma gratuita. O empreendedor pode esclarecer dúvidas, buscar ideias e se qualificar em qualquer área que precise procurando cursos e consultores do Sebrae. É só acessar www.sebrae.com.br. Saiba mais: Portal do Sebrae: Cursos gratuitos on-line: O que você quer aprender hoje? Veja o que você precisa saber antes de virar MEI e quais são as principais obrigações do MEI após a formalização. Portal do Empreendedor: Pagamento da Contribuição Mensal (DAS); Emissão da Guia DAS-MEI. FONTES:1. Atenção ao novo valor de contribuição do MEI!2. MEI terá novo valor de contribuição3. Como emitir a guia DAS em menos de 1 minuto4. O que acontece se você formalizar seu MEI e não pagar mensalmente as guias do DAS?
Janeiro, 2026
Inteligência emocional e empreendedorismo: uma dupla de sucesso
A inteligência emocional é uma habilidade importante para qualquer pessoa, especialmente para os empreendedores. Ela se refere à capacidade de reconhecer e gerenciar as próprias emoções e as emoções dos outros, e pode ajudar os empreendedores a tomar decisões mais eficazes, a construir relacionamentos mais saudáveis e a lidar com o estresse e o fracasso de maneira mais positiva. Uma das principais vantagens da inteligência emocional para os empreendedores é a capacidade de tomar decisões mais eficazes. Os empreendedores precisam tomar decisões rapidamente e frequentemente, e a inteligência emocional permite que eles façam isso de maneira mais consciente e equilibrada. Ao reconhecer suas próprias emoções e as emoções dos outros, os empreendedores podem evitar a tomada de decisões impulsivas e tomar decisões mais informadas e equilibradas. Outra vantagem da inteligência emocional para os empreendedores é a capacidade de construir relacionamentos mais saudáveis. Os empreendedores precisam construir relacionamentos fortes com clientes, parceiros e colaboradores, e a inteligência emocional permite que eles façam isso de maneira mais eficaz. Ao reconhecer e gerenciar as emoções dos outros, os empreendedores podem se comunicar de maneira mais clara e construir relacionamentos mais confiáveis e duradouros. Além disso, a inteligência emocional também pode ajudar os empreendedores a lidar com o estresse e o fracasso de maneira mais positiva. O empreendedorismo é uma jornada desafiadora, cheia de altos e baixos, e os empreendedores precisam ser capazes de lidar com esses desafios de maneira saudável. A inteligência emocional permite que os empreendedores reconheçam e gerenciem o estresse de maneira eficaz, além de serem capazes de aprender e crescer a partir do fracasso. Desenvolver a inteligência emocional é um processo contínuo que requer consciência, prática e dedicação. Algumas das maneiras de desenvolver a inteligência emocional incluem: Praticar a auto-consciência: isso envolve reconhecer e compreender suas próprias emoções e como elas afetam suas ações e decisões. Pode-se fazer isso através de meditação, diário de reflexão, entre outras técnicas; Aprender a controlar e expressar suas emoções de maneira saudável: Isso pode ser feito através de técnicas de relaxamento, como yoga ou tai chi, ou através de terapia; Desenvolver habilidades de empatia: isso envolve tentar entender e se relacionar melhor com as emoções dos outros. Pode-se fazer isso através de práticas como ouvir ativamente e colocar-se no lugar do outro; Buscar educação e treinamento: há muitos cursos e programas disponíveis para ajudar as pessoas a desenvolver suas habilidades de inteligência emocional; Buscar orientação de mentores ou terapeutas: eles podem ajudar a trabalhar através de questões emocionais específicas e fornecer feedback e orientação; Incorporar a inteligência emocional no dia a dia e praticar constantemente, a fim de torná-la uma parte natural do seu comportamento. É importante lembrar que o desenvolvimento da inteligência emocional é um processo contínuo e requer tempo e dedicação. Não há uma "fórmula mágica" para desenvolver a inteligência emocional, e o que funciona para uma pessoa pode não funcionar para outra. É importante encontrar as técnicas e estratégias que funcionam melhor para você e incorporá-las em sua vida diária. A inteligência emocional também pode ser desenvolvida no ambiente de trabalho, promovendo a comunicação eficaz, a colaboração e a resolução de conflitos. Os líderes e equipes podem trabalhar juntos para estabelecer metas e objetivos claros, e criar um ambiente de trabalho positivo e saudável. Os empreendedores podem aplicar técnicas de inteligência emocional para gerenciar a sua equipe, promovendo a motivação e a satisfação no trabalho. Eles podem fazer isso através da criação de oportunidades de desenvolvimento de carreira, reconhecimento de desempenho e estabelecimento de metas claras. Além disso, é importante lembrar que a inteligência emocional não é apenas sobre reconhecer e gerenciar suas próprias emoções, mas também sobre reconhecer e gerenciar as emoções dos outros. Os empreendedores precisam ser capazes de liderar e inspirar equipes, e a inteligência emocional é essencial para fazer isso de maneira eficaz. A inteligência emocional é uma habilidade importante para qualquer pessoa, especialmente para os empreendedores. Ela pode ajudar os empreendedores a tomar decisões mais eficazes, construir relacionamentos mais saudáveis e lidar com o estresse e o fracasso de maneira mais positiva. O desenvolvimento da inteligência emocional requer consciência, prática e dedicação, e pode ser feito através de técnicas como a autoconsciência, gestão das emoções, empatia, educação e treinamento, orientação de mentores ou terapeutas, e incorporando a inteligência emocional no dia a dia. Saiba mais: Curso A liderança na gestão de equipes Curso Como administrar um pequeno negócio Artigo criado a partir do conteúdo do Blog Sebrae PR
Janeiro, 2026
10 ideias de como ganhar dinheiro na internet sem sair de casa
São muitas as oportunidades que o mercado disponibiliza para quem deseja abrir um negócio. Com o avanço da tecnologia, uma janela de possibilidades se abriu para os profissionais que procuram a sua independência financeira trabalhando remotamente. Neste artigo, você vai conhecer 10 alternativas para empreender e começar a entender como ganhar dinheiro na internet sem precisar sair de casa. 1. Ganhe dinheiro como afiliado digital Pode ser que você nunca tenha ouvido falar nesse termo, mas provavelmente você já entrou em contato com um desses profissionais em compras realizadas via internet. Primeiramente, trataremos do afiliado digital, profissional que comercializa produtos em determinado site e é remunerado com uma comissão por cada venda realizada. Sim, muitas empresas disponibilizam suas plataformas para que pessoas se cadastrem como vendedores on-line. Em alguns deles, é possível tirar uma comissão de até 20%! Segundo pesquisa realizada pelo Sebrae no ano de 2021, considerando uma disponibilidade mensal de 120 horas, o potencial de renda média mensal é de R$ 2.400,00. Para esse tipo de trabalho, deve-se escolher os modelos com o quais você gostaria de trabalhar a divulgação: blogs, loja virtual, redes sociais. Uma dica para a escolha é pensar nas plataformas que você teria maiores facilidades em fazer o trabalho de vendas. Em seguida, busque pelos melhores programas de afiliados para os modelos escolhidos.Criar uma estratégia de marketing digital e colocá-la em prática será o foco do seu trabalho. Para ter sucesso é fundamental gerar tráfego para o seu site, use e abuse de SEO, redes sociais, e-mail marketing e muita, muita técnica. E então? Achou interessante? Antes de iniciar, pesquise bastante. O Sebrae preparou um conteúdo para de ajudar a começar a ganhar dinheiro na internet e se formalizar. 2. Ganhe dinheiro em casa como infoprodutor Já pensou em ganhar dinheiro online compartilhando o seu conhecimento com o mundo? Os infoprodutos se destacam pelo seu caráter facilitador, despertando automaticamente a simpatia do usuário, que enxerga neles uma solução prática para a sua necessidade de adquirir informações com simplicidade. Aomesmo tempo, em termos de venda, os infoprodutos são fáceis de comercializar pela sua adaptabilidade. Assim, é possível adequá-los a diversos tipos de negócio, garantindo a máxima de não colocar todos os ovos da sua empresa em um mesmo cesto. Produtos digitais como e-books estão em alta e são uma ótima oportunidade para quem deseja empreender. Isso porque você só precisa produzi-los uma única vez e pode vender quantas vezes quiser. Livros de receitas? Aulas de música? Dicas de marketing? São infinitas as possibilidades. Pense em algo no qual você é muito bom e invista nisso! Os formatos possíveis para a produção do conteúdo são diversos: e-books, e-magazines, vídeo aulas, audiobooks, podcasts e webnars. Essas são algumas das alternativas para produzir conteúdo sem sair de casa e comercializá-los e ganhar dinheiro na internet. Ficou interessado? Saiba mais sobre infoprodutos nessa cartilha preparada pelo Sebrae. Decidiu começar a produzir e comercializar? Veja como estar em dia com a receita federal ao produzir os conteúdos digitais. 3. Venda cursos on-line sem sair de casa Nosso terceiro tópico trata da venda de cursos online. Esse trabalho é semelhante ao do infoprodutor, pois você também empreende produzindo cursos pela internet. Além do e-book, você oferece cursos on-line voltados para o público interessado no assunto que você domina. É possível, inclusive, vender os dois produtos em conjunto e aumentar o seu faturamento. Uma outra possibilidade interessante é lançar cursos para outros profissionais interessados nesse mercado. 4. Monte uma revendedora e ganhe dinheiro na internet A revenda de produtos não é novidade para ninguém. Todo mundo conhece alguém que trabalha com isso, não é mesmo? Mas hoje em dia essa atividade está se transformando. Isso porque a quantidade de empresas que permitem que isso seja feito de forma totalmente on-line vem crescendo a cada dia. Nos últimos anos, o mercado se expandiu e, agora, vai muito além do comércio porta a porta. Grandes marcas de chocolate, beleza e perfumes procuram pessoas interessadas em negociar mercadorias de modo totalmente virtual. Revender produtos online é uma excelente maneira de montar uma loja virtual e começar a ganhar dinheiro na internet. Além disso, em geral não é necessário investimento financeiro para começar um negócio desse tipo. E aí? Essa opção é para você? Pensando nisso, o Sebrae oferece um curso gratuito te ajudar a montar sua primeira loja virtual. Não perca a oportunidade! 5. Agente de viagem Se você gosta de trabalhar com turismo, essa pode ser uma boa fonte de renda! Você sabia que algumas empresas do setor contratam profissionais para vender seus pacotes on-line? Isso mesmo! A maioria delas oferece um curso básico e um modelo de franquia para quem deseja trabalhar por conta própria, e de casa. Por meio da internet, você capta clientes e recebe uma comissão por cada pacote fechado. 6. Importação Já pensou em lucrar até 300% em um produto? Conhecido como dropshipping, o meio de comercialização de itens importados que tem atraído o interesse de muitas pessoas. Isso porque além da margem de lucro alta, o lojista não precisa de estoque para começar a trabalhar. E como funciona? O profissional atua como intermediário entre o cliente e o fornecedor. A partir de uma conta criada no site da empresa, você começa a vender os produtos sem se preocupar com o estoque nem com a entrega final, pois essas são responsabilidades do fornecedor. É uma ótima alternativa para quem deseja empreender, mas ainda não tem capital para investir. 7. Pesquisas on-line Quanto vale a sua opinião? Essa pergunta pode parecer estranha, mas muitas plataformas de pesquisas on-line pagam as pessoas por suas participações. As empresas contratam esse serviço para saber a opinião do público sobre novos produtos, ou sobre como melhorar aqueles que já estão no mercado. 8. Cuidado com pets Você gosta tanto de animais que até toparia cuidar dos pets de outras pessoas? A procura por esses profissionais tem crescido e aberto uma boa oportunidade para se fazer dinheiro. Atualmente, alguns aplicativos conectam os donos de cachorros a pessoas que possam passear com eles ou mesmo hospedá-los por algum período. Os passeios chegam a custar cerca de R$ 45, enquanto as hospedagens variam entre R$ 20 e R$ 200. 9. Monte um delivery de comida Se as suas habilidades estão relacionadas à culinária, essa é a sua chance de transformar a sua cozinha em um restaurante! Você pode cadastrar o seu negócio em aplicativos de delivery e selecionar a opção de plano com entregador. Assim, você não precisa se preocupar com os custos de entrega ou com a criação de uma loja virtual própria. 10. Serviços e soluções digitais Como não poderia ser diferente, trabalhar com soluções digitais é perfeitamente possível de ser feito de casa. Isso porque, como visto acima, área de tecnologia está em alta e a demanda por mão de obra qualificada não para de crescer. Se a sua especialidade é relacionada à área, essa é uma ótima alternativa para empreender. Alguns exemplos de serviços são: desenvolvimento de sites, criação de softwares e aplicativos e web design. Até mesmo alguns serviços de suporte de informática podem ser realizados de modo virtual. Por fim, sabemos que empreender demanda tempo, conhecimento e persistência. Como vimos aqui, são muitas as oportunidades e diversos os ramos em que você pode atuar de casa e sem precisar de um grande investimento financeiro para começar. Descubra outras ideias e dicas que podem te interessar10 ideias de negócios para ganhar mais de 4 mil reais por mêsAcesse todas as Ideias de Negócios do Sebrae
Janeiro, 2026
Já ouviu falar da síndrome do impostor?
Se você sente constantemente que o que você faz não é bom o suficiente, você pode ter a chamada síndrome do impostor. É um termo psicológico que descreve um padrão de comportamento no qual você duvida de suas realizações e tem um medo persistente de ser exposto como uma fraude, como incompetente. Ela refere-se a uma crença dentro da pessoa de que ela não é boa o suficiente. Por mais que ela consiga vários resultados positivos, ela não consegue se perceber dentro disso. Acha que suas conquistas são fruto de sorte ou qualquer outro fator. O mérito não vai para ela. É uma síndrome ligada às capacidades, habilidades e o não-merecimento. Um nível alto de cobrança na infância é uma das grandes causas dessa sensação, mas também vem do convívio social, principalmente entre os tímidos. Existem alguns sinais característicos da síndrome, a saber: 1. Sentimento de não pertencimento Muitas vezes, as pessoas que sofrem com a síndrome do impostor podem pensar que não merecem estar onde estão. Quando isso ocorre, é comum que haja um sentimento de não pertencimento aos locais que, como consequência, leva as pessoas a se afastar dos grupos. 2. Procrastinação Outro sintoma presente na vida de quem sofre com esse problema é a procrastinação. Nesse caso, no entanto, ela vem a partir de uma insegurança dos indivíduos sobre as tarefas a executar. É preciso ter certeza sobre a origem da procrastinação para saber se ela está associada à síndrome do impostor. 3. Autossabotagem Pessoas que convivem com a síndrome também podem apresentar quadros de autossabotagem. Ou seja: elas criam mecanismos para fugir de certas experiências em que não se sentem seguras para desempenhar um bom papel. Por isso, costumam perder boas oportunidades e acabam se arrependendo muito regularmente. 4. Autodepreciação Se você costuma falar mal de si mesmo com muita frequência, fique atento ou atenta: isso também é um sinal importante. Aliás, pessoas com a síndrome tendem a gostar menos de suas qualidades e características, tornando-se amarguradas e tóxicas consigo mesmas. 5. Ingratidão Por não aceitarem que são boas em algo, as pessoas nessa condição acabam tendo muita dificuldade para aceitar que os outros encontrem boas características nelas. Assim, acabam rechaçando elogios e contrapondo as pessoas o tempo todo. Torna-se mais difícil, então, apreciar qualquer tipo de reconhecimento recebido. 6. Autocrítica excessiva É válido que as pessoas façam análises críticas sobre suas ações. No caso de quem convive com a síndrome do impostor, porém, isso se torna completamente excessivo e as avaliações perdem contato com a realidade. É como se as pessoas perdessem a capacidade de encontrar boas lições de erros e se punissem o tempo todo. 7. Comparação E o principal sinal da síndrome do impostor: a comparação. Aqui, é quase regra que os indivíduos só consigam encontrar boas características nos outros e nunca em si próprios. Isso, sem dúvida, os coloca numa corrida sem fim em direção a um ideal de perfeição que não condiz com a realidade de ninguém. No caso de serem identificadas características da síndrome do impostor, é importante que a pessoa realize sessões de psicoterapia para ajudar a internalizar suas capacidades e competências, diminuindo a sensação de ser uma fraude. Além disso, algumas atitudes podem ajudar a controlar os sintomas desta síndrome, como: Ter um mentor, ou alguém mais experiente e confiável para quem possa pedir opiniões e conselhos sinceros; Compartilhar as inquietações ou angústias com um amigo; Aceitar os próprios defeitos e qualidades, e evitar se comparar aos outros; Respeitar as próprias limitações, não estabelecendo metas inalcançáveis ou compromissos que não possam ser cumpridos; Aceitar que as falhas acontecem a qualquer pessoa, e procurar aprender com elas; Ter um trabalho de que goste, proporcionando motivação e satisfação; Realizar atividades capazes de aliviar o estresse e a ansiedade, que melhorem a autoestima e promovam autoconhecimento, como yoga, meditação e exercícios físicos, além de investir em momentos de lazer são ações muito úteis para o tratamento deste tipo de alteração psicológica. Se precisar de ajuda, procure o Sebrae no seu estado. Saiba mais: Curso A liderança na gestão de equipes Curso Aprenda a planejar as estratégias do seu negócio Curso Como agir de maneira empreendedora Artigo criado a partir do conteúdo do IG Sebrae Delas MG
Janeiro, 2026
Como cuidar da saúde mental do empreendedor
Depois da pandemia da covid-19, cerca de 30% dos empreendedores brasileiros buscaram apoio psicológico e tratamento para a Síndrome de Burnout, um distúrbio laboral diagnosticado na década de 1970. Este e-book mostra como esse distúrbio se desenvolve, quais são os seus sintomas e suas diversas fases e dá dicas para que os empreendedores possam manter o foco e se manter no jogo com sua saúde mental em dia, equilibrando sua vida pessoal e profissional.
Dezembro, 2025
Quer ser MEI? Confira o passo a passo para a formalização
Se tornar um Microempreendedor Individual (MEI), é simples, rápido e fácil. O processo é feito online, sem burocracia e não precisa pagar para se formalizar como MEI. Se você pretende abrir uma empresa ou legalizar um trabalho que você já faz, veja a seguir o que deve fazer para formalizar seu negócio como MEI sem pagar nada. Conheça e tenha certeza de cumprir todas as regras do MEI Ao se cadastrar como Microempreendedor Individual é importante conhecer os critérios, leis, atividades permitidas e ter todas as informações em mãos para se tornar um MEI. Entre as regras para ser um Microempreendedor Individual, estão: Ser maior de 18 anos; Não ter sócio; Não ser titular, sócio ou administrador formal em outra empresa; O faturamento anual do negócio não pode ultrapassar R$ 81 mil. Se sua empresa atende a esses critérios, é hora de conferir se a atividade que você realizada é permitida para ser registrada como MEI. Atividades permitidas para o MEI Verifique as atividades permitidas para o MEI para certificar-se que seu negócio se enquadra nas ocupações autorizadas antes de fazer a sua formalização. No Portal do Empreendedor há uma lista com todas as atividades que são regulamentadas como MEI e identifique a que mais se encaixa no negócio. Ao fazer o registro da sua empresa como MEI é possível escolher até 16 atividades, sendo 1 principal e as demais secundárias. Dessa forma, não precisa pagar para se formalizar como MEI e você pode cadastrar sua empresa oferecendo até mais de um tipo de produto ou serviço ao cliente. Passo a passo para a formalização gratuita no portal do empreendedor Depois de conferir se o seu negócio cumpre todas as regras e se a sua atividade é permitida pelo MEI é hora de seguir o passo a passo para a formalização gratuita no Portal do Empreendedor. Para se formalizar como MEI sem pagar nada você vai precisar dos seguintes documentos: CPF; RG; Comprovante de residência e/ou comercial e inscrição cadastral do imóvel do endereço comercial (consta no carnê do IPTU); Com os documentos em mãos siga os passos para dar prosseguimento a formalização gratuita da sua empresa: 1. Entre no site Portal do Empreendedor e clique em "Quero ser MEI"; 2. Clique no botão FORMALIZE-SE; 3. Em seguida, você será redirecionado para a Conta Gov.br, onde irá acessar a sua conta única. Caso já tenha a sua conta única, siga em frente. Caso não tenha conta única no Portal do Governo Federal, você deverá criá-la. 4. O acesso para a formalização exige selo de confiabilidade prata ou ouro na conta GOV.BR. Caso você não tenha esses selos, aparecerá o quadro abaixo solicitando confiabilidade adicional. Você deverá autorizar o uso de dado pessoais. 5. Informe o CPF e clique em AVANÇAR, na página seguinte informe a SUA SENHA e clique em ENTRAR; 6. Preencha o Formulário de inscrição de MEI: Informe o número do CPF; Data de Nascimento; Nome Empresarial (nome social + CPF); Nome do Empresário; Nome Social (é necessário que o nome social já esteja cadastrado no CPF); Nacionalidade; Sexo; Nome da mãe; Informe o número da identidade; Órgão emissor; Selecionar a UF emissora; Telefone para contato e telefone celular (os campos podem ser preenchidos com o mesmo número de telefone); E-mail; Nome Fantasia (não é obrigatório); Capital Social (deve ter valor mínimo de R$ 1,00); 7. Selecione Atividade Principal (uma atividade apenas); 8. Caso tenha mais de uma atividade, selecione as atividades secundárias (até quinze atividades); 9. Selecione a forma de atuação (exemplo: “estabelecimento fixo”, “internet”, “em local fixo fora da loja”, “correio”, “porta a porta, postos móveis ou por ambulantes”, “televenda” ou “máquinas automáticas”); 10. Informe o endereço comercial e o residencial, caso seja o mesmo informe o residencial nos dois campos; 11. Marque as três declarações: CONTINUAR, conferir os dados (tela para conferência); CONFIRMAR e CONTINUAR; 12. Imprima o Certificado da Condição do Microempreendedor Individual (CCMEI). Pronto! Assim você faz a formalização gratuita da sua empresa e faz dela uma empresa legalizada.
Dezembro, 2025
Domicílio Judicial Eletrônico: o que é e como fazer o seu cadastro
Você sabia que todas as empresas privadas, incluindo as micro e pequenas empresas (MPEs), precisam se cadastrar no Domicílio Judicial Eletrônico para receber citações e intimações judiciais? A exigência de fazer o cadastramento está no art. 246, caput e § 1°, do CPC/2015. Se você já tem um endereço eletrônico cadastrado na Redesim, não se preocupe: o CNJ usará esse endereço para enviar as comunicações. Prazo para cadastramento voluntário Fique atento! O prazo para o cadastramento voluntário termina em 30 de setembro de 2024. Depois dessa data, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) fará o cadastramento de forma automática, utilizando os dados da Receita Federal. Como se cadastrar no sistema 1. Acesso ao Sistema: Visite o portal do CNJ e procure pela seção de Domicílio Judicial Eletrônico. 2. Você pode acessar pelo sistema ou através do portal gov.br. 3. Aceite o termo de adesão e confira o e-mail por meio do qual irá receber as comunicações. 4. Cadastro: Preencha o formulário de cadastro com os dados da sua empresa, seguindo as instruções. 5. Confirmação: Verifique os dados e confirme o cadastro. 6. Utilização: Acesse o sistema regularmente para acompanhar e responder a citações e intimações recebidas. Neste link, você pode acessar os vídeos tutoriais feitos pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que orientam o passo a passo para cadastrar e usar o Domicílio Judicial eletrônico. Acesse e confira. O que acontece se eu não usar o sistema? Não atualizar seu cadastro ou não usar a ferramenta pode trazer problemas. Você pode perder prazos processuais e até sofrer penalidades. Empresas que não confirmarem o recebimento de citações no prazo legal, sem justificativa, podem receber multa de até 5% do valor da causa por ato atentatório à dignidade da Justiça (conforme § 1º-C do Art. 246 do CPC). Não deixe para a última hora! Faça seu cadastramento no Domicílio Judicial Eletrônico e evite problemas e multas!
Outubro, 2025
Oficina Design de Futuros
O Design de Futuros ajuda a desenvolver uma mentalidade estratégica para imaginar e realizar futuros possíveis. Esta metodologia ativa vai além de sonhar com possibilidades, pois permite e incentiva a exploração de caminhos viáveis, utilizando o planejamento estratégico e o reconhecimento de tendências em diversas áreas como tecnologia, política e cultura. Em sala de aula, essa abordagem se transforma em exercícios práticos que incentivam o uso do conhecimento próprio sobre o presente e o passado para criar e reformular cenários futuros.
Agosto, 2025
Oficina Ciclo de Aprendizagem Vivencial (CAV)
O Ciclo de Aprendizagem Vivencial (CAV), criado pelo teórico educacional David A. Kolb na década de 1980, é uma metodologia educacional que promove o aprendizado a partir de experiências vivenciais. Este método é baseado em um ciclo de cinco etapas fundamentais: 1) vivência, no qual ocorre a participação ativa de uma experiência; 2) relato, momento de compartilha o que foi vivenciado; 3) processamento, no qual se analisa e debate a experiência; 4) generalizações, etapa em que se derivam lições amplas da experiência; e 5) aplicação, para aplicar os aprendizados em novos contextos.
