Débora Claro, de São Paulo, produz doces e salgados caseiros. Ela é a personagem deste artigo da série “Meu MEI é um Sucesso”.
Débora Claro, de São Paulo, produz doces e salgados caseiros. Ela é a personagem deste artigo da série “Meu MEI é um Sucesso”. Vamos conhecer um pouco da sua história.
Débora Claro Granciero, de 39 anos, mora na Grande São Paulo. Ela fabrica produtos de panificação, doces e salgados, caseiros. Desde que seu filho mais velho nasceu, lá em 2010, ela começou a se informar e pesquisar sobre alimentação saudável e já procurava fazer “comida de verdade”, como ela mesma diz, para sua família.
Porém, somente em 2020, no início da pandemia, é que teve a inspiração de produzir alimentos artesanais com ingredientes selecionados. Ela resolveu aprimorar e fazer uso deste seu conhecimento sobre alimentação saudável e afetiva a tal “comida de verdade”, para lhe proporcionar uma renda extra.
Ela criou a Caseiritos Padaria Afetiva e hoje trabalha no sistema delivery e também produzindo para eventos. Vamos acompanhar ela mesma nos contando a sua trajetória.
“Meu nome é Débora Claro Granciero, eu tenho 39 anos e sou empresária no ramo da panificação, atualmente. Eu comecei a fazer faculdade de letras, meu intuito naquele momento era ser tradutor/intérprete, porém, por questões financeiras mesmo, eu não podia fazer a faculdade de tradução e interpretação que eu queria. Eu poderia fazer uma faculdade de letras que era mais em conta, era o que cabia dentro do meu salário, porque eu que ia pagar, e aí eu poderia futuramente fazer uma pós-graduação. Então, comecei a fazer a faculdade de letras e daí, eu comecei a procurar algo na minha área, né, assim que realmente eu praticasse aquilo que eu tava estudando. E aí, acabou que eu fui contratada por uma empresa, uma multinacional para ser estagiária, né. E aí, eu comecei a trabalhar mais ou menos na área do que eu fazia, já, né. Então, eu fui treinada, estagiária, fiquei ali trabalhando por 10 meses, meu sonho, na verdade, aquela empresa era um sonho para mim e ali, eu fiquei trabalhando por 10 meses que foi quando, daí, eu e meu esposo decidimos nos casar. E aí, já estava certo que nós mudaríamos de cidade. Na verdade, nós mudamos de estado, né. E isso, a gente já tinha intenção de casar naquele ano, né, em 2006. Só que a gente foi adiantando realmente porque a gente viu que era uma dificuldade muito grande manter o relacionamento, né, enfim a distância, tudo era difícil para ele lá ficar sozinho, porque ele realmente não tinha ninguém lá com ele, só os amigos do trabalho, né. A família dele é daqui, tudo, enfim, minha família daqui, então ele acabou ficando sozinho, lá, e aí a gente decidiu realmente casar. Então, em questão de 40 dias, a gente conseguiu organizar tudo, marcou a data, e aí nós nos casamos e eu fui para Manaus com ele”.
“E aí, eu comecei a trabalhar em setembro e fiquei lá na Honda por quatro anos. Aí, eu fiquei até dezembro de 2010, que foi quando eu contei que eu e meu esposo decidimos que eu sairia, já não estava feliz, e aí eu sairia dali, para poder, a gente poder tentar ter filhos, e tudo. E aí, ele falou 'não, tudo bem' e aí eu saí da empresa em dezembro. Quando foi em janeiro, eu engravidei. Então, foi bem rápido, e até então, nós tínhamos intenção de continuar morando lá, né. Mas as coisas não acontecem realmente como a gente pretende, e quando foi em março, ele foi contratado para uma empresa aqui no ABC, do ramo automotivo, e aí nós voltamos”.
“Desde que meu filho mais velho nasceu, que eu fui me inteirando sobre questões alimentares, assim, mais saudáveis, sobre comer comida de verdade... Não só aquilo que está empacotado, que é industrializado. Então, devido a isso, eu fui realmente focando na comida da casa que fosse o mais saudável possível, e o mais de verdade possível. Então, fui eliminando muitos industrializados, né, assim, consegui eliminar refrigerante, muitas coisas, enfim”.
“Então, quando chegou a pandemia, eu fiz um bolo de cenoura para eles, logo nos primeiros dias, porque, né, era só 15 dias de pandemia. E aí, para a gente passar aquele tempo da quarentena, eu comecei a fazer bolo para eles, assim era uma forma, né, de inteirar eles. Eles estavam entediados, isolados, era uma forma de colocar eles ali, com a gente. E aí, num belo dia, me acendeu uma luz e eu pensei: por que eu não poderia fazer para vender, né, a gente já tá nessa situação, meu esposo não tinha conseguido, de fato, ter sucesso. Nisso, ele tinha se proposto a fazer, com a questão dos seguros, porque ele não conseguiu fazer uma das provas que ele precisava fazer. E aí, foi que acendeu essa luz, então. Eu, como cristã, eu pedi um sinal a Deus, e esse sinal veio, né, assim, de uma forma muito clara. Eu recebi um kit de pão com farinha, leite, ovos, fermento, açúcar e a receita. Então, isso veio de uma forma, assim, muito clara para mim, né, porque basicamente, os ingredientes do bolo e do pão são os mesmos, o que muda é o processo”.
“Em geral, as pessoas procuram mais por pães, bolos caseiros, tudo no inverno. Então o inverno é sempre uma época muito boa para mim, que eu tô sempre muito cheia de pedido. Mas, em geral, o pão caseiro que né, ele foi que iniciou tudo, então, todos, todo mundo gosta de um pão caseiro, o pão rústico, o pessoal gosta demais, né, da forma com que ele é feito, tudo, enfim, aquela casquinha crocante. E agora, mais recentemente, eu tenho uma focaccia, que ela não entrou logo de cara no meu cardápio. Eu tinha uma receita, mas ela não dava certo, na verdade, não é que ela não dava certo, era meu forno. Eu estava ainda com o forno doméstico, então, no forno doméstico eu não tinha o mesmo resultado do forno profissional. Então, aí, quando eu fui para o forno profissional, daí eu consegui, de fato, ter o resultado que eu esperava da focaccia. Também, logicamente, o processo dela né, naquele momento, eu não tinha também tanto conhecimento do processo”.
"E dos doces, eu vendo bolo gelado, né, eu faço aquele bolinho embrulhadinho no alumínio, que é muito afetivo, né, ele traz muito essa questão da afetividade, e na verdade, esse é o propósito que mexe a minha marca. É por isso que eu coloquei o nome Padaria Afetiva, porque o meu lema lá é levar afeto em forma de alimento. Então eu não quero que a pessoa simplesmente prove, coma um pão, minha intenção é que ela realmente, ao provar aquele pão caseiro, ou provar aquele bolo gelado, provar aquele bolo caseirinho, que ela se relembre da infância dela, daquela avó que fazia aquele pão caseiro”.
“O planejamento, a gente que trabalha com segmento alimentício, né, em geral quem trabalha mais nesse ramo de alimentos, trabalha muito em função de datas comemorativas, né. Então, por exemplo, né, a Páscoa é o Natal das confeiteiras, né, Dia das Mães, tudo, a gente acaba porque, hoje em dia tem muitas, muitas pessoas, não sabem, né, assim, como presentear de fato aquela pessoa que ela ama. E então, ela acaba procurando algo que seja realmente comestível e que traga aquela experiência, né, para o presenteado. Então, a gente trabalha muito com esse planejamento em função das datas comemorativas. Mas lógico que a gente também tem que ter aquela estimativa de vendas do mês, tudo. Então, todo esse planejamento é feito nessa planilha de controle que eu tenho, de entradas e saídas. Então eu vou lá, diariamente ou semanalmente. Preferencialmente, eu faço isso diário, vou lá e lanço na planilha as vendas daquele dia, né, as compras, se eu fiz compra, e faço um gerenciamento de estoque para ver se tem algo que esteja ali, perto de vencer, para poder, de repente fazer uma alguma ação promocional, para também não perder aquele estoque, então, eu faço todo esse planejamento”.
“Eu enxergo esse mercado com muito potencial porque as pessoas, elas estão entendendo que a indústria, né, de uma forma geral, os industrializados, eles não são a melhor escolha, né, a melhor alternativa. E tem muitas pessoas que estão buscando realmente, né, uma alimentação mais saudável, uma alimentação livre de conservantes, de aditivos. E o mercado de panificação artesanal, hoje, se a gente for realmente procurar, a gente tem muito poucas, né, poucas padarias artesanais. Então, eu enxergo isso como muito assim, um potencial enorme para realmente ter aí um crescimento porque demanda a gente sabe que tem, né, desses clientes buscando por algo mais saudável. Não necessariamente sem glúten, mas, mais saudável”.
“Meus clientes são a maioria pessoa física, então, eles chegam até mim pelo Instagram, a maioria. Alguns deles, na época logo que eu comecei, eu participava de um grupo de empreendedores e clientes. Então, logo de início, muitos vieram daquele grupo. Hoje já não mais, já não tanto, e aí é mais assim também a questão da indicação, né, um indica para o outro, que indica para o outro, e aí, a questão do boca-a-boca mesmo, é o pessoal que chega no perfil, segue e se identifica, né, e acaba fazendo o pedido. Mas eu tenho também, não tenho só clientes pessoa física. Eu tenho parceiras, né, que forneço para cesta de café da manhã, boxes de queijos e charcutaria, eu forneço bolinhos caseiros, ou focaccia em porção individual e acho que é isso que eu forneço. Então, eu tenho também essas parceiras e uma delas a gente já uniu forças pelo fato dela trabalhar com essa parte de boxes. A gente se uniu para fazer eventos. Esse ano, a gente tá focando mais em eventos corporativos mesmo, né, então eu entro com a parte de padaria, pães artesanais, bolos, tudo, e ela entra com a parte de queijos e charcutaria, que é o que ela trabalha, e, fica bem interessante”.
“Eu tenho uma social-mídia que me ajuda, porque realmente eu tinha muita dificuldade de administrar mais essa tarefa da empresa, né. Então, eu consegui começar a trabalhar com uma pessoa que é a minha social-mídia. Então, a gente senta para definir o calendário editorial daquele mês e definimos a estratégia. Se tiver data comemorativa, a gente vai fazer posts focados para essa data, se não tiver data comemorativa, o que vai ser trabalhado. A gente tem ido muito bem assim. O meu crescimento, a gente fez aí uma reunião de análise, né, de métricas, eu tive um crescimento na nossa última reunião, que foi no comecinho de janeiro, de 60% em seis meses, então, eu tô bem satisfeita com o trabalho dela. Tá me dando resultado, tá me trazendo conversão, né, de seguidores em clientes, e eu tô bem satisfeita, e claro que a meta é sempre mais, né, sempre chegar mais seguidores. Ainda não trabalhei com tráfego pago, mas pretendo futuramente entrar com tráfego pago. E quem quiser acompanhar o meu trabalho, acompanhar o meu dia a dia um pouquinho, o meu @ lá no Instagram é @caseiritos.de e Caseiritos Padaria Afetiva no Facebook”.
“A maior dificuldade mesmo, é administrar todas as tarefas, né, assim como a gente tem, quando a gente empreende, que a gente não vai só fazer um bolinho ou um pãozinho para vender, mas que a gente empreende de fato, a gente entende que tem toda uma questão de gestão estratégica por trás do negócio. Então, não basta você fazer e vender, você tem que ter ali uma meta, uma estimativa, um planejamento, e tudo isso é complicado de você conseguir conciliar, né, tantas tarefas sendo uma pessoa só. Então, a minha principal dificuldade hoje é realmente dar conta de tantas demandas e ainda, né, participar de clube de negócios, e participar de tudo, né, como aqueles cursos infinitos que chamam o empreendedor e tudo mais, enfim, para participar e a gente quer, muitas vezes, participar de tudo, mas a gente não consegue realmente por falta de tempo”.
“De início, minha ideia era realmente só fazer uma renda extra. Não era empreender, né, que empreender não é simplesmente você ficar na cozinha produzindo e vendendo. Empreender envolve muito mais. E aí foi que, então, eu decidi começar a vender de uma forma de que era uma renda extra. E aí depois, a coisa foi se desenvolvendo, e eu fui ganhando clientela, e aí eu fui, enfim, me aprimorando nas técnicas dos pães, eu fui me aprimorando com as receitas de bolos, eu fui realmente, me inteirando mais sobre as questões administrativas do negócio.E aí, que eu vi que realmente eu estava empreendendo, né, que é quando a gente se preocupa realmente, em ter metas, estratégia, e crescer de fato”.
Depois de acompanharmos o depoimento da Débora, o que podemos aprender com ela? Quais as lições que ela nos apresenta?
Podemos aprender muito com ela. Vejamos a história dela como um todo. Morando em São Paulo, sonhava ser tradutora/intérprete, mas não tinha dinheiro suficiente para pagar formação nesta área, resolveu cursar faculdade de letras que era bem mais barata e, depois, poderia se especializar em tradução/interpretação.
O namorado foi trabalhar em Manaus, tiveram dificuldade de manter o relacionamento pela distância, adiantaram o casamento e ela foi para lá morar com o já marido.
Trabalhando em uma grande empresa, mas não estava feliz. Tanto que, no final de 2010, resolveu pedir demissão e se dedicar a ter uma família, ter filhos. Engravidou já em janeiro, logo em março de 2011, o marido foi contratado para trabalhar no ABC Paulista e assim, retornaram para São Paulo.
E foi o nascimento do filho mais velho, ainda em 2011, que fez com que ela começasse a pesquisar, se informar sobre comidas caseiras, comida de verdade, como ela diz, pensando em uma alimentação mais saudável, e sem utilização dos famigerados “industrializados” e “enlatados”.
Somente 10 anos depois, durante a pandemia, que ela começou a fazer uns bolos no período da quarentena para manter toda a família junta. Ela percebeu que aquilo podia ser uma fonte extra de renda.
E cita que usou de uma maneira inusitada para decidir, já que, segundo ela “pediu a Deus para mandar um sinal” e segundo ela, recebeu este sinal em forma de um kit de pão com todos os ingredientes para fazer pão ou bolo, inclusive uma receita.
Isto em 2020, quando a situação deles não estava muito boa, o marido não havia conseguido se firmar na profissão que pretendia e então ela resolveu se dedicar à panificação.
Como se nota, foi uma trajetória cheia de perrengues e problemas e, de repente, ela se descobre fazendo produtos de panificação e se tornando uma empreendedora. Como ela mesma fala no início, seria só uma pequena renda extra, que depois foi tomando forma de trabalho sério.
Com mais clientes, teve que se capacitar para melhorar a sua produção, inclusive diversificando com mais pães, mais bolos, doces e, principalmente, aprender questões de gestão administrativa, financeira e de gestão geral do seu negócio.
Foi criando estratégias, definindo metas e, assim, se tornando realmente uma verdadeira empreendedora.
Ela não faz nenhum comentário sobre formalização, legalização do negócio, se está atuando como MEI, ou outro tipo de empresa. Mas pela maneira que ela se refere ao termo “empreender” e até por dizer que está fornecendo para eventos corporativos, certamente ela está formalizada.
E aqui, precisamos lembrar dos diversos benefícios e vantagens que a formalização proporciona ao empreendedor. Neste setor alimentício, também importantíssimo, ter o Alvará Sanitário, garantindo que produz em condições adequadas atendendo às exigências dos setores de vigilância e saúde.
Poder emitir Notas Fiscais, ter crédito disponível na rede bancária, e ter o apoio incondicional do Sebrae e outros órgãos, são muito importantes para todo empreendedor, principalmente quem está iniciando um negócio.
Mas tem mais vantagens. Atualmente, os entes públicos, federais, estaduais e municipais, de uma maneira geral, têm privilegiado muito os micro e pequenos empreendedores formalizados.
A Lei 123/2006, conhecida como Estatuto da Micro e Pequena Empresa (MPE) permite a todas às MPE, inclusive aos MEI, muitos privilégios e vantagens nas compras públicas de todos os entes governamentais em quaisquer processos licitatórios de pequenos valores, com exigências menos rígidas e condições diferenciadas de participação.
Hoje, todo MEI tem à disposição empréstimos e financiamentos com condições bem mais favoráveis, acesso a serviços financeiros, podendo abrir uma conta corrente pessoa jurídica, ter acesso a crédito em condições mais favoráveis junto aos bancos.
Consegue negociar melhores condições ao comprar com o seu CNPJ, podendo, inclusive, adquirir veículos com descontos junto à maioria das montadoras de veículos operando no Brasil e até contratar um plano de saúde, inclusive para seus familiares, com valores bem menores que se fizesse como pessoa física.
E ainda tem o benefício muito importante que é garantir a cobertura previdenciária ao contribuir como MEI, tendo acesso ao Auxílio Doença, Auxílio Maternidade e à Aposentadoria, dando, assim, maior segurança para si mesmo e aos seus familiares.
Importante no caso da Débora é quando ela fala da maior dificuldade, que é cuidar da gestão do negócio como um todo. A consciência de que “não é só produzir e vender” mostra maturidade.
Buscar conhecimento, se aprimorar, se aperfeiçoar naquilo que já conhece e buscar a formação nas áreas em que tem dificuldade. Este, muitas vezes, é o grande diferencial entre o sucesso e o fracasso de qualquer negócio.
A percepção do mercado dentro do seu segmento também chama a atenção. Ela parece ter bem claro “o quê” e “como” tem que fazer para melhorar a sua estrutura e o seu negócio.
Tem noção de que este ramo de alimentos artesanais, mais saudáveis, sem tantos produtos químicos, conservantes, corantes e outros mais, tem muito ainda a crescer e obviamente pode oferecer muitas oportunidades.
Contar neste momento com alguém especializado em mídia social para alavancar os negócios é bem interessante, e já está trazendo resultados, mas exige que a empresa esteja preparada para atender este aumento da demanda que deve acontecer. E para isto o planejamento é vital.
Planejar o crescimento, criar objetivos, traçar metas, planejar onde quer chegar.
Saber a hora certa de dar um passo à frente é importante para se manter evoluindo e crescendo com consistência sem perder a qualidade dos seus produtos e serviços para garantir a fidelidade da clientela.
E quando se fala em crescimento, é comum vermos empreendimentos, especialmente os pequenos, que na hora de trilhar o caminho do crescimento, não conseguem manter a qualidade dos produtos e acabam perdendo clientes.
Para isso, é importante saber como planejar, em que direção crescer sabendo que quando a empresa cresce, os problemas crescem junto e estar preparado para isso pode realmente levar ao sucesso.
Às vezes, é preciso pedir auxílio e para isto, o Sebrae está sempre disponível para ajudar o MEI e os micro e pequenos empreendedores, em geral em todas essas etapas, com consultores e cursos on-line ou presenciais, muitos deles de forma gratuita.
O empreendedor pode esclarecer dúvidas, buscar ideias e se qualificar em qualquer área que precise procurando cursos e consultores do Sebrae. É só acessar www.sebrae.com.br
Para saber mais:
Portal do Sebrae: Cursos gratuitos on-line
O que você precisa saber antes de virar MEI
Portal do Empreendedor: Verifique se você atende as condições para ser MEI
Fonte: CASEIRITOS PADARIA AFETIVA | VIDA DE MEI
Origem: Canal Empreender
Foi um prazer te ajudar :)
Este conteúdo é exclusivo para empresas. Cadastre um CNPJ com o qual você tem vínculo para continuar.
Com o vínculo das empresas, podemos te ajudar com uma série de serviços adequados a sua realidade.
O atendimento do Sebrae é destinado a pequenos negócios. A empresa é de porte. Você está utilizando os serviços do Sebrae porque possui parcerias que atuam em benefício dos pequenos negócios?
Sim esta empresa é parceira Não, essa empresa não é parceiraInfelizmente não encontramos sua empresa em nossa base. Gostaria de cadastrá-la?
Por favor, verifique essa informação e tente novamente.
Conteúdo relacionado
Tendências de consumo 2026: caminhos para pequenos negócios
O consumo em 2026 será marcado por escolhas mais conscientes, relações mais humanas e uma expectativa crescente de coerência entre discurso e prática das marcas. Depois de um período de instabilidade econômica, excesso de estímulos digitais e transformações sociais profundas, o consumidor passou a valorizar aquilo que faz sentido para sua vida real: produtos úteis, experiências acolhedoras e empresas transparentes. Mais do que seguir modismos, as pessoas estão aprendendo a consumir com intenção. Isso impacta diretamente os pequenos negócios, que passam a ter uma vantagem competitiva importante: proximidade, flexibilidade e capacidade de criar vínculos reais com seus clientes. Neste artigo, você vai entender as principais tendências de consumo para 2026, como elas afetam micro e pequenas empresas e de que forma aplicá-las de maneira prática no seu negócio. Foco no ser humano e no comportamento real do consumidor Em 2026, o centro das decisões de consumo deixa de ser o produto isolado e passa a ser a pessoa. Estilos de vida diversos, novos arranjos familiares, envelhecimento da população e busca por bem-estar emocional exigem que empresas criem soluções mais inclusivas, acessíveis e conectadas à realidade do cliente. O consumidor quer se sentir visto, compreendido e respeitado. Isso inclui desde a forma como o produto é desenhado até a experiência de atendimento. Como aplicar no seu negócio: Crie produtos e serviços pensados para diferentes fases da vida, não apenas para faixas etárias. Ouça seus clientes e envolva-os no desenvolvimento de soluções (co-criação). Priorize acessibilidade: linguagem clara, embalagens fáceis de entender e atendimento empático. Valorize histórias reais, cultura local e saberes tradicionais como diferencial competitivo. Confiança, transparência e pertencimento como ativos estratégicos A confiança se tornou um dos principais critérios de escolha do consumidor. Marcas que escondem processos, exageram promessas ou praticam incoerências perdem espaço rapidamente. Em contrapartida, pequenos negócios que mostram quem são, como produzem e qual impacto geram criam relações mais duradouras. Transparência deixou de ser diferencial e passou a ser requisito. Boas práticas para fortalecer a confiança: Seja claro sobre preços, origem dos produtos e fornecedores. Mostre os bastidores do negócio e as pessoas envolvidas no processo. Comunique valores com ações concretas, não apenas discursos. Invista em atendimento acolhedor e consistente em todos os canais. Use avaliações, depoimentos e prova social para reforçar credibilidade. Inteligência artificial com ética e humanização A inteligência artificial se consolida em 2026 como uma aliada dos pequenos negócios — desde que usada de forma ética, simples e transparente. O foco não está em substituir pessoas, mas em automatizar tarefas repetitivas e ampliar a capacidade humana. Ferramentas de IA tornam possível personalizar atendimentos, prever demandas, criar conteúdos e organizar processos com baixo custo. Como usar IA de forma estratégica: Automatize tarefas administrativas para ganhar tempo e eficiência. Use a IA como assistente criativo para textos, ideias e protótipos. Seja transparente sobre o uso de dados e tecnologia. Combine automação com atendimento humano sempre que necessário. Monitore resultados reais e feedbacks dos clientes. Sustentabilidade prática e novas formas de produzir O consumidor de 2026 está mais atento ao impacto ambiental das marcas, mas rejeita discursos vazios. Sustentabilidade precisa ser prática, viável e integrada ao modelo de negócio. Crescem iniciativas ligadas à bioeconomia, reaproveitamento de resíduos, biomateriais e economia circular. Pequenas empresas têm espaço para inovar localmente, reduzindo desperdícios e criando novos fluxos de receita. Ações possíveis para pequenos negócios: Reduza desperdícios e reaproveite materiais sempre que possível. Priorize fornecedores locais e cadeias curtas de produção. Invista em embalagens biodegradáveis ou reutilizáveis. Crie modelos de refil, reparo, recompra ou reutilização. Comunique de forma clara o impacto ambiental real do negócio. Do descartável ao durável: menos excesso, mais valor A lógica do consumo está mudando: menos quantidade, mais qualidade. Produtos duráveis, multifuncionais e com vida útil prolongada ganham espaço, assim como serviços de manutenção, reparo e pós-venda. Essa tendência fortalece pequenos negócios que apostam em qualidade, relacionamento e fidelização, em vez de volume. Como se adaptar: Desenvolva produtos com maior durabilidade ou múltiplos usos. Ofereça serviços de manutenção, ajuste ou personalização. Crie programas de fidelidade ligados à sustentabilidade. Eduque o cliente sobre uso consciente e descarte correto. Bem-estar, sensorialidade e experiências memoráveis Em um mundo acelerado e hiperconectado, o consumo também se transforma em busca por conforto emocional, prazer e pequenas pausas na rotina. Experiências que despertam os sentidos e criam memórias positivas ganham relevância. Pequenos gestos, ambientes acolhedores e experiências sensoriais simples podem gerar grande valor percebido. Ideias para aplicar: Use aromas, texturas, cores e sons para criar identidade. Crie experiências personalizadas e momentos de surpresa. Associe seus produtos a bem-estar, autocuidado e celebrações do dia a dia. Valorize o contato humano e a experiência presencial. Preparar-se para 2026 é agir agora As tendências de consumo para 2026 mostram que crescer não significa apenas vender mais, mas vender melhor, com propósito, clareza e conexão humana. Pequenos negócios que conseguirem integrar inovação, ética, sustentabilidade e empatia estarão mais preparados para um mercado em constante transformação. Ler os sinais de mudança e agir de forma estratégica é o que diferencia empresas que apenas sobrevivem daquelas que constroem relevância e longevidade. Quer adaptar seu negócio às tendências de consumo de 2026? Acesse aqui o Ebook "Guia de tendências que moldarão o consumo em 2026" e prepare-se para 2026.
February, 2026
10 ideias de negócios para ganhar mais de 4 mil reais por mês
Empreender também envolve correr riscos, por isso é fundamental, antes de abrir um negócio, estar atento aos setores mais rentáveis. Existem diversos negócios lucrativos por aí. E, para te ajudar a encontrar o ramo ideal para investir, separamos dez ideias de empreendimentos com renda acima de R$ 4 mil. Confira a seguir. Montador de móveis O serviço de montagem de mobiliário é um negócio que possui demanda em diversos locais. Eles podem ser contratados por meio de proprietários de residências ou estabelecimentos comerciais, ou de seus representantes. Para prestar esse serviço, é preciso investir em ferramentas específicas. Renda média: R$ 6 mil. Acesse o PDF dessa ideia Designer de sobrancelhas O ramo da beleza apresenta-se crescente no Brasil. Nesse negócio, os profissionais cumprem a função de desenhar as sobrancelhas de seus clientes de forma a harmonizá-las perfeitamente ao formato do rosto. Renda média: R$ 5 mil. Acesse o PDF dessa ideia Locutor Utilizar a voz como uma forma de empreender é possível. Basta utilizá-la para interpretar e anunciar falas em diferentes veículos de mídia, como redes sociais, podcasts e anúncios publicitários. Renda média: R$ 6 mil. Acesse o PDF dessa ideia Passeador de cães Este profissional oferece passeios regulares que promovem o bem-estar dos cães, atendendo à demanda crescente de tutores com rotinas agitadas. A atividade requer responsabilidade, empatia com os pets e conhecimentos básicos sobre comportamento animal. Com baixo investimento inicial, é possível conquistar clientes fiéis e crescer no mercado pet. Renda média: R$ 4 mil. Acesse o PDF dessa ideia Designer gráfico Este profissional está habilitado para desenvolver projetos gráficos de comunicação visual, como panfletos, cartões de visita, artes para redes sociais e outros produtos. Renda média: R$ 7 mil. Acesse o PDF dessa ideia Agente funerário Diariamente, muitas pessoas vão a óbito, e cabe a este profissional remover e preparar os corpos, organizar urnas, ornamentar salas de velório, conduzir o sepultamento e acompanhar os registros de atestados de óbito e demais documentos necessários. Renda média: R$ 10 mil. Acesse o PDF dessa ideia Guardador de móveis Muita gente viaja por um tempo estipulado e não sabe exatamente o que fazer com os seus móveis. É aí que surge o guardador de móveis. Nesse ramo de negócio, o cliente paga uma taxa para que seus pertences fiquem armazenados em um local seguro, por um período determinado. Isso promove praticidade e segurança para quem busca esse serviço. Renda média: R$ 5 mil. Acesse o PDF dessa ideia Churrasqueiro O churrasqueiro independente transforma paixão em profissão, cuidando de cada detalhe do churrasco, do preparo das carnes à apresentação. No Brasil, onde o churrasco é tradição e celebração, essa profissão tem alta demanda e oferece excelente potencial de crescimento, flexibilidade e rentabilidade. Renda média: R$ 5 mil. Acesse o PDF dessa ideia Antenista Esse profissional presta serviço de manutenção em antenas, decodificadores e aparelhos eletrônicos. Configurações ou instalações desses aparelhos de som ou TV também estão entre as atividades mais comuns. Renda média: R$ 5 mil. Acesse o PDF dessa ideia Comerciante de cosméticos e artigos de perfumaria Um comerciante de cosméticos e artigos de perfumaria trabalha vendendo itens direcionados ao bem-estar e à higiene pessoal, como perfumes, colônias e desodorantes. Renda média: R$ 4 mil. Acesse o PDF dessa ideia Clique e conheça mais de 100 ideias de negócios para o MEI
February, 2026
Como emitir e pagar a guia DAS-MEI
A principal obrigação do MEI é pagar a “mensalidade” do MEI todos os meses, no dia 20. É muito importante esse pagamento, pois é através dele que você terá acesso aos seus benefícios previdenciários. Às vezes, nos deparamos com uma pessoa MEI que diz coisas assim: “ah... eu não paguei porque não tive tempo de ir na Sala do Empreendedor ou no Sebrae para emitir minha guia e eu não sabia como fazer isso”. Pois neste artigo vamos mostrar como é simples emitir a guia DAS-MEI. Inicialmente precisamos dizer que o MEI tem muitas opções para realizar a quitação das suas parcelas mensais. Aquela que consideramos a melhor opção é o débito automático. O MEI só precisa autorizar uma vez, e o débito ocorre automaticamente todos os meses, bastando controlar para garantir que tenha saldo suficiente no dia 20 de cada mês. Para isso, o microempreendedor precisa ter conta em nome do MEI ou mesmo de sua pessoa física (conta de terceiros não é aceita) em um dos bancos conveniados: 001 - Banco do Brasil S/A003 - Banco da Amazônia S/A004 - Banco do Nordeste do Brasil S/A021 - Banco Banestes S/A033 - Banco Santander (Brasil) S/A041 - Banco do Estado do Rio Grande do Sul S/A047 - Banco do Estado de Sergipe S/A070 - Banco de Brasília S/A104 - Caixa Econômica Federal237 - Banco Bradesco S/A341 - Itaú Unibanco S/A389 - Banco Mercantil do Brasil S/A748 - Banco Cooperativo Sicredi S/A756 - Banco Cooperativo do Brasil S/A Como esta lista é dinâmica e a qualquer momento pode ocorrer a inclusão de novos bancos, ou até a exclusão de algum, sugerimos a consulta quando tiver o interesse. Essa opção é formalizada no Portal do Simples Nacional, sendo necessário que o MEI tenha cadastrado o seu código de acesso. Outra opção é efetuar o pagamento on-line das guias DAS-MEI. Neste caso, precisa ter uma conta pessoa física ou jurídica no Banco do Brasil e, no dia em que desejar pagar, acessar o Portal do Empreendedor e escolher a opção pagamento on-line. Finalmente, temos a opção de gerar a guia DAS-MEI tanto pelo Portal do Empreendedor como pelo app MEI, da Receita Federal, ou pelo app Meu Sebrae, disponibilizado pelo Sebrae. Após gerar a guia DAS-MEI, você poderá escolher a forma de efetuar o pagamento conforme as opções descritas abaixo: Imprimir a DAS-MEI, se dirigir a uma lotérica ou agência bancária e realizar o pagamento; Utilizar o QR Code gerado e realizar o pagamento pelo internet banking ou pelo aplicativo do seu banco por meio de Pix; Utilizar o código de barras e pagar pelo internet banking ou pelo aplicativo do seu banco. Abaixo descrevemos algumas opções para você gerar/emitir a sua guia DAS-MEI. Passo a passo fácil pelo app Meu Sebrae Primeiro, você deve entrar na sua loja de aplicativos, App Store ou Play Store, e baixar o app Meu Sebrae. Com o app aberto, clique em criar conta; depois informe o seu CPF, seu nome, seu e-mail e sua data de nascimento. Para finalizar, escolha uma senha para acessar o aplicativo. Digite a senha mais uma vez para confirmar. Pronto, você estará cadastrado. Agora, na tela inicial do aplicativo, você deve clicar em “Serviços” e depois em “Serviços MEI”; em seguida, clique em “Pagamento de Contribuição Mensal” e em “Boleto de Pagamento”; em seguida, clique na opção “Cadastrar nova empresa” e, finalmente, informe o seu CNPJ. Agora é só escolher o ano da contribuição e o mês vigente e baixar o boleto da DAS. De forma simples e rápida, você gerou a guia DAS-MEI. Agora é só salvar e escolher a maneira que mais lhe convier para efetuar o pagamento: pelo QR Code com Pix; imprimir o boleto e ir a uma lotérica ou agência bancária para pagar; com o código de barras, pagar pelo internet banking ou app de seu banco. Passo a passo pelo app MEI da Receita Federal Na loja de aplicativos, App Store ou Play Store, baixe o app MEI. Na tela inicial do aplicativo, inserir o CNPJ, escolher a opção “Emitir DAS”; selecionar o ano e o mês para o qual você quer emitir a guia DAS; ela estará disponível e tem opção de exibir/salvar/compartilhar ou copiar o QR Code para pagar por meio de Pix. Passo a passo para emissão da guia DAS-MEI pelo Portal do Empreendedor Entre no Portal do Empreendedor na plataforma gov.br; Clique na guia “Já Sou MEI”; Depois em “Pagamento da Contribuição Mensal (DAS)”; Em seguida em “Boleto de Pagamento”; Preencha o CNPJ da sua empresa e clique em continuar; Clique em “Emitir Guia de Pagamento (DAS)”; Em “Informe o Ano-Calendário”, selecione o ano e clique em “OK”; Selecione o(s) mês(es) do ano que você deseja gerar o(s) boleto(s); Informe a data em que você deseja pagar o boleto e clique em “Apurar/Gerar DAS” (se for antes do vencimento ou se estiver vencido e deseja pagar no próprio dia da emissão não precisa preencher); Aparecerá na tela a mensagem “Os documentos DAS foram gerados com sucesso!” Clique em “Imprimir/Visualizar PDF”; Após a visualização, você pode imprimir, salvar ou compartilhar a guia DAS ou pagar conforme uma das modalidades já explicadas acima. Qualquer uma das formas descritas é segura e garante ao MEI estar com a sua obrigação em dia. Importante! O Sebrae está sempre disponível para ajudar o MEI e os micro e pequenos empreendedores em geral em todas essas etapas com consultorias e cursos on-line ou presenciais, muitos deles de forma gratuita. O empreendedor pode esclarecer dúvidas, buscar ideias e se qualificar em qualquer área que precise procurando cursos e consultores do Sebrae. É só acessar www.sebrae.com.br. Saiba mais: Portal do Sebrae: Cursos gratuitos on-line: O que você quer aprender hoje? Veja o que você precisa saber antes de virar MEI e quais são as principais obrigações do MEI após a formalização. Portal do Empreendedor: Pagamento da Contribuição Mensal (DAS); Emissão da Guia DAS-MEI. FONTES:1. Atenção ao novo valor de contribuição do MEI!2. MEI terá novo valor de contribuição3. Como emitir a guia DAS em menos de 1 minuto4. O que acontece se você formalizar seu MEI e não pagar mensalmente as guias do DAS?
February, 2026
10 ideias de como ganhar dinheiro na internet sem sair de casa
São muitas as oportunidades que o mercado disponibiliza para quem deseja abrir um negócio. Com o avanço da tecnologia, uma janela de possibilidades se abriu para os profissionais que procuram a sua independência financeira trabalhando remotamente. Neste artigo, você vai conhecer 10 alternativas para empreender e começar a entender como ganhar dinheiro na internet sem precisar sair de casa. 1. Ganhe dinheiro como afiliado digital Pode ser que você nunca tenha ouvido falar nesse termo, mas provavelmente você já entrou em contato com um desses profissionais em compras realizadas via internet. Primeiramente, trataremos do afiliado digital, profissional que comercializa produtos em determinado site e é remunerado com uma comissão por cada venda realizada. Sim, muitas empresas disponibilizam suas plataformas para que pessoas se cadastrem como vendedores on-line. Em alguns deles, é possível tirar uma comissão de até 20%! Segundo pesquisa realizada pelo Sebrae no ano de 2021, considerando uma disponibilidade mensal de 120 horas, o potencial de renda média mensal é de R$ 2.400,00. Para esse tipo de trabalho, deve-se escolher os modelos com o quais você gostaria de trabalhar a divulgação: blogs, loja virtual, redes sociais. Uma dica para a escolha é pensar nas plataformas que você teria maiores facilidades em fazer o trabalho de vendas. Em seguida, busque pelos melhores programas de afiliados para os modelos escolhidos.Criar uma estratégia de marketing digital e colocá-la em prática será o foco do seu trabalho. Para ter sucesso é fundamental gerar tráfego para o seu site, use e abuse de SEO, redes sociais, e-mail marketing e muita, muita técnica. E então? Achou interessante? Antes de iniciar, pesquise bastante. O Sebrae preparou um conteúdo para de ajudar a começar a ganhar dinheiro na internet e se formalizar. 2. Ganhe dinheiro em casa como infoprodutor Já pensou em ganhar dinheiro online compartilhando o seu conhecimento com o mundo? Os infoprodutos se destacam pelo seu caráter facilitador, despertando automaticamente a simpatia do usuário, que enxerga neles uma solução prática para a sua necessidade de adquirir informações com simplicidade. Aomesmo tempo, em termos de venda, os infoprodutos são fáceis de comercializar pela sua adaptabilidade. Assim, é possível adequá-los a diversos tipos de negócio, garantindo a máxima de não colocar todos os ovos da sua empresa em um mesmo cesto. Produtos digitais como e-books estão em alta e são uma ótima oportunidade para quem deseja empreender. Isso porque você só precisa produzi-los uma única vez e pode vender quantas vezes quiser. Livros de receitas? Aulas de música? Dicas de marketing? São infinitas as possibilidades. Pense em algo no qual você é muito bom e invista nisso! Os formatos possíveis para a produção do conteúdo são diversos: e-books, e-magazines, vídeo aulas, audiobooks, podcasts e webnars. Essas são algumas das alternativas para produzir conteúdo sem sair de casa e comercializá-los e ganhar dinheiro na internet. Ficou interessado? Saiba mais sobre infoprodutos nessa cartilha preparada pelo Sebrae. Decidiu começar a produzir e comercializar? Veja como estar em dia com a receita federal ao produzir os conteúdos digitais. 3. Venda cursos on-line sem sair de casa Nosso terceiro tópico trata da venda de cursos online. Esse trabalho é semelhante ao do infoprodutor, pois você também empreende produzindo cursos pela internet. Além do e-book, você oferece cursos on-line voltados para o público interessado no assunto que você domina. É possível, inclusive, vender os dois produtos em conjunto e aumentar o seu faturamento. Uma outra possibilidade interessante é lançar cursos para outros profissionais interessados nesse mercado. 4. Monte uma revendedora e ganhe dinheiro na internet A revenda de produtos não é novidade para ninguém. Todo mundo conhece alguém que trabalha com isso, não é mesmo? Mas hoje em dia essa atividade está se transformando. Isso porque a quantidade de empresas que permitem que isso seja feito de forma totalmente on-line vem crescendo a cada dia. Nos últimos anos, o mercado se expandiu e, agora, vai muito além do comércio porta a porta. Grandes marcas de chocolate, beleza e perfumes procuram pessoas interessadas em negociar mercadorias de modo totalmente virtual. Revender produtos online é uma excelente maneira de montar uma loja virtual e começar a ganhar dinheiro na internet. Além disso, em geral não é necessário investimento financeiro para começar um negócio desse tipo. E aí? Essa opção é para você? Pensando nisso, o Sebrae oferece um curso gratuito te ajudar a montar sua primeira loja virtual. Não perca a oportunidade! 5. Agente de viagem Se você gosta de trabalhar com turismo, essa pode ser uma boa fonte de renda! Você sabia que algumas empresas do setor contratam profissionais para vender seus pacotes on-line? Isso mesmo! A maioria delas oferece um curso básico e um modelo de franquia para quem deseja trabalhar por conta própria, e de casa. Por meio da internet, você capta clientes e recebe uma comissão por cada pacote fechado. 6. Importação Já pensou em lucrar até 300% em um produto? Conhecido como dropshipping, o meio de comercialização de itens importados que tem atraído o interesse de muitas pessoas. Isso porque além da margem de lucro alta, o lojista não precisa de estoque para começar a trabalhar. E como funciona? O profissional atua como intermediário entre o cliente e o fornecedor. A partir de uma conta criada no site da empresa, você começa a vender os produtos sem se preocupar com o estoque nem com a entrega final, pois essas são responsabilidades do fornecedor. É uma ótima alternativa para quem deseja empreender, mas ainda não tem capital para investir. 7. Pesquisas on-line Quanto vale a sua opinião? Essa pergunta pode parecer estranha, mas muitas plataformas de pesquisas on-line pagam as pessoas por suas participações. As empresas contratam esse serviço para saber a opinião do público sobre novos produtos, ou sobre como melhorar aqueles que já estão no mercado. 8. Cuidado com pets Você gosta tanto de animais que até toparia cuidar dos pets de outras pessoas? A procura por esses profissionais tem crescido e aberto uma boa oportunidade para se fazer dinheiro. Atualmente, alguns aplicativos conectam os donos de cachorros a pessoas que possam passear com eles ou mesmo hospedá-los por algum período. Os passeios chegam a custar cerca de R$ 45, enquanto as hospedagens variam entre R$ 20 e R$ 200. 9. Monte um delivery de comida Se as suas habilidades estão relacionadas à culinária, essa é a sua chance de transformar a sua cozinha em um restaurante! Você pode cadastrar o seu negócio em aplicativos de delivery e selecionar a opção de plano com entregador. Assim, você não precisa se preocupar com os custos de entrega ou com a criação de uma loja virtual própria. 10. Serviços e soluções digitais Como não poderia ser diferente, trabalhar com soluções digitais é perfeitamente possível de ser feito de casa. Isso porque, como visto acima, área de tecnologia está em alta e a demanda por mão de obra qualificada não para de crescer. Se a sua especialidade é relacionada à área, essa é uma ótima alternativa para empreender. Alguns exemplos de serviços são: desenvolvimento de sites, criação de softwares e aplicativos e web design. Até mesmo alguns serviços de suporte de informática podem ser realizados de modo virtual. Por fim, sabemos que empreender demanda tempo, conhecimento e persistência. Como vimos aqui, são muitas as oportunidades e diversos os ramos em que você pode atuar de casa e sem precisar de um grande investimento financeiro para começar. Descubra outras ideias e dicas que podem te interessar10 ideias de negócios para ganhar mais de 4 mil reais por mêsAcesse todas as Ideias de Negócios do Sebrae
February, 2026
Posicionamento de marca: o que é e como fazer marketing de comunidade
Se você é um empreendedor e já percebeu que não é eficiente ter uma estratégia de marketing que foque apenas na venda do produto, parabéns! Você está no caminho certo, por onde muitas empresas decidiram trilhar nos últimos anos, investindo mais de R$ 45 bilhões, tudo para poderem aproximar-se ainda mais dos seus clientes, promovendo conexões emocionais e relacionamento de qualidade. É nesse sentido que atua o chamado marketing de comunidade, também conhecido como comunidade de marca, ou seja, de forma voluntária, ocorre o agrupamento de pessoas que desenvolvem relações afetivas com determinado produto ou serviço oferecido por uma marca. Os membros dessas comunidades de marca, unidos pela paixão pelo produto ou serviço que ela oferece, são identificados como brand lovers. Assim, a criação de uma comunidade representa a oferta de um canal para intensificar esse relacionamento direto com os clientes, aproximando ainda mais pessoas e marcas. Ter uma comunidade de marca é ter fãs, muito mais que consumidores. Isso porque clientes satisfeitos tornam-se defensores dela - eles não perdem um conteúdo ou lançamento, anúncio -, numa relação que envolve muitos outros aspectos, além dos comerciais. São esses consumidores que participam de comunidades de marca. Assim, quando o cliente se identifica com os valores da marca, ele encontra na comunidade uma sensação de pertencimento, estabelecendo conexões que o fidelizam. Veja a seguir algumas marcas que possuem comunidades. Starbucks: nesta comunidade, o espaço dos clientes está destinado não só para as conversas sobre o produto, mas também permite que os amantes de café deem ideias de novos produtos e recebam propostas por elas. Sephora: outro bom exemplo de marketing de comunidade é o da marca varejista Sephora, que criou Beauty Talk, um espaço para os consumidores falarem sobre os produtos da empresa, trocarem dicas e comunicarem-se como acharem melhor. Neste caso, a própria empresa está incentivando os clientes a se reunirem em um determinado local e a falarem sobre ela. O resultado disso é o grande número de menções feitas mensalmente à empresa nas redes sociais. Melissa: a marca Melissa também aderiu a essa tendência do marketing de comunidade e desenvolve ações de relação com o seu fã-clube desde 2016, incentivando a cocriação de eventos, participação em debates, encontros para troca de informações, além da apresentação antecipada da coleção e até mesmo para discussões de estratégias e desenvolvimento de produtos. Aproveitando o Mês do Consumidor, a marca lançou o "Dia da Melisseira", com a distribuição de 60 mil vouchers em todos os clubes da marca no Brasil. Raquel Scherer, gerente geral da Melissa, afirma que “é uma tarefa contínua entendermos como estreitar ainda mais a relação com esta comunidade tão grande que possui conexão verdadeira e longeva conosco”. Acompanhe, no infográfico a seguir, dicas para criar e manter a sua comunidade de marca. Busque mais informações no Sebrae pelo número 0800 570 0800.
February, 2026
Como fazer uma abordagem de vendas
Alguns vendedores acreditam que fechar uma venda se resume a oferecer um produto, vencer todas as objeções de maneira sistemática e guerreira e forçar a decisão de compra. Outros, acreditam que é preciso sufocar o cliente, repassando um monte de informações, mesmo que inúteis, e ainda há aqueles que entendem que nada supera uma boa lábia. É claro que existem vendas e vendas, em alguns casos o cliente está tão propenso a comprar, que ele praticamente já tomou a decisão, e é somente o vendedor falar poucas palavras e partir para o empurrãozinho final. Já, em outras situações, a questão é um pouco mais complexa, porque existem muitas incertezas, o cliente não tem a segurança de que aquela é a melhor compra, ou existem muitas barreiras, algumas estão apenas na mente do cliente e ele não se dispõe a falar de forma muito transparente sobre os motivos que afetam a sua decisão de comprar. Para isso, é necessário saber que o processo que vai proporcionar uma grande eficiência na condução da venda é chamado de abordagem. Ela é o primeiro contato do vendedor com o comprador. É tão importante, que palavras mal utilizadas, ou sem o mínimo de sensibilidade podem gerar uma barreira intransponível, por isso a importância de aplicar técnicas eficientes de abordagem do comprador. Outro aspecto a considerar no momento em que o vendedor entra em ação e faz o primeiro contato é compreender que a abordagem é um processo quase que totalmente emocional e, que além de falar, o vendedor precisa estar muito atento e observar profundamente as reações do cliente. É necessário compreender os sinais positivos ou negativos que este emite através das palavras, da linguagem corporal e especialmente dos olhos, “os espelhos da alma”. Logo, a primeira dica é “olho no olho”. Veja a seguir algumas dicas sobre como o vendedor deve agir ao iniciar o primeiro contato. Inicie o contato da forma mais agradável possível, sem transparecer artificialismo, às vezes até o sorriso pode parecer artificial. Lembre-se de que o outro lado é um ser humano, e não um objeto ou mesmo o valor de uma comissão. Por isso, é importante, se não souber, perguntar o nome da pessoa, a psicologia explica que o nosso nome é um fator muito importante da nossa identidade, por isso tratar as pessoas pelo nome é fundamental no processo de abordagem. Saiba o que falar. As pessoas são diferentes, por isso, tenha uma pequena lista de palavras para utilizar com pessoas diferentes, observe bastante as características do comprador, antes de fazer o primeiro contato. Pessoas falantes precisam que você as deixe falar, tímidos precisam ser estimulados, conservadoras exigem tratamento mais formal, pessoas mais simples precisam que você fale numa linguagem que eles possam entender, e não gostam de muitas informações e de coisas que não entendem, pessoas mais diretas não gostam de perder tempo com muitas explicações. A melhor forma de entender o jeito de iniciar o primeiro contato é, a cada vez que falar, observar as reações do comprador e, se perceber contrariedade ou outros sinais negativos, fazer a mesma fala de forma diferente. Inicie por uma pergunta, cuidando para não parecer agressivo, ou que é mais inteligente e perfeito que o comprador, pois às vezes os vendedores acreditam que os compradores são ignorantes ou idiotas. Por isso, cuidado ao formar uma opinião de cara, apenas observando o comprador, porque vai criar na sua mente uma imagem e você vai acreditar ser verdadeira, lembre-se de que nem sempre a primeira imagem é a real. Faça perguntas abertas. Uma pergunta aberta é aquela em que a resposta não poderá ser um sim ou um não, é aquela em que o cliente deverá falar um pouco mais. As perguntas que têm como resposta somente um sim ou não não iniciam, de fato, um diálogo e, quando isso acontecer, solicite do comprador mais informações, tipo “por que o senhor/senhora acha isso?” Saiba o que não falar. Evite palavras que possam gerar resistência por parte do comprador, especialmente as palavras que possuem negatividade como “o senhor foi enganado pela outra empresa”, ou palavras que podem soar como uma mentira para forçar a venda como promessas que jamais serão cumpridas, palavras que desmentem o que você falou antes ou mesmo palavras que podem passar intimidade como “querida”, “amor”, “minha flor”. O primeiro contato deve ter como objetivo criar um clima favorável para que a venda possa ser realizada numa atmosfera de confiança, respeito e abertura em que ambas as partes, comprador e vendedor, percebam que independentemente de a venda ocorrer nesse momento, outras oportunidades podem surgir. O comprador vai sempre se lembrar do vendedor que proporcionou a criação de um relacionamento longo e duradouro. Empreendedor, você pode desenvolver as suas habilidades de vendas por meio de conteúdos, cursos e ferramentas disponíveis no Portal Sebrae. Aproveite e faça a sua inscrição para os dois cursos EaD que preparamos para você: Como aumentar suas vendas e Como vender mais e melhor.
January, 2026
Gestão do tempo: como otimizar o uso do seu tempo
Uma boa gestão de tempo pode fazer toda a diferença no dia a dia de um empreendedor e também pode ser uma das chaves para o sucesso a médio e longo prazo. Neste artigo, baseado no podcast Uber Avança, o Sebrae traz dicas de gerenciamento de tempo que podem ajudar a a obter melhores resultados no seu negócio. Ao falarmos de tempo, temos uma certeza: ele é imutável e igual para todos. É impossível esticar os minutos, encolher as horas ou acrescentar mais um dia na semana. Assim, mesmo se não o utilizarmos adequadamente, ele nunca mais voltará. Importante também destacar que não é possível fazer uma gestão do tempo, em si. O que é possível é gerenciar o nosso comportamento frente à forma por meio da qual lidamos com o tempo, no intuito de utilizá-lo de maneira mais eficiente e proveitosa. E compreender que isso irá fazer toda a diferença em nossa vida e em nosso trabalho. Quando se tem prioridades, metas e planos bem definidos, é possível organizar as atividades e encontrar tempo para tudo. Assim, a gestão do tempo vai além de métodos, relógio e velocidade; ela está mais voltada à visão que se tem do mundo, de planos e de desejos. Por esse motivo, cada pessoa tem uma rotina própria, bem como prioridades e sonhos diferentes. Então, analise sua vida, seus objetivos, suas metas, suas prioridades e sua rotina e verifique qual é a média de tempo demandada por cada atividade do seu dia a dia. Se organize com base nesses dados, não se esquecendo de reservar momentos para o lazer, o descanso, a saúde e a família. Tudo que for imprescindível para você deve estar dentro do gerenciamento de seu tempo. Quando administramos bem o tempo gasto com o trabalho, consequentemente beneficiamos todas as outras áreas da nossa vida. Confira algumas dicas a seguir: Defina as suas metas e seus objetivos e depois estabeleça as ações necessárias para alcançá-los. Não existe uma única maneira de organizar o seu tempo. Você só precisa encontrar aquela que melhor se adapta ao seu dia a dia. Importante: não confie na memória. Tenha tudo sempre anotado. Você pode escolher um método simples, como uma agenda ou um bloco de anotações, ou opções que envolvam as tecnologias, como o celular, a agenda de e-mail, os sites e os aplicativos. Classifique a prioridade das ações em função dos resultados que você quer e precisa alcançar. Ou seja, o que é mais importante para que você consiga atingir as suas metas? Planeje o que, onde e quando fazer, bem como quem poderá ajudá-lo, quanto tempo levará e quanto custará. Muitas vezes, quebrar as ações maiores em atividades menores é recomendável, pois isso leva à realização da atividade maior com mais eficiência. Dessa forma, cada etapa pode ser comemorada, para se sentir mais motivado para seguir em frente. No caso das tarefas diárias, você pode fazer uma lista mensal, uma semanal e uma diária com as tarefas importantes, colocando-as em ordem de prioridades. Outro ponto importante a ser destacado são os chamados drenos ou ladrões de tempo. Comportamentos que desviam a atenção ocasionam na perda de minutos ou horas preciosas. Confira: Perfeccionismo: o foco sempre deve estar na excelência dos produtos ou serviços prestados, mas o excesso de zelo e o perfeccionismo podem prejudicar a produtividade, ao se gastar muito tempo com uma atividade específica, em busca de uma suposta perfeição. Dificuldade de filtrar as distrações: conferir as redes sociais a cada cinco ou dez minutos parece não interferir, mas é um grande ladrão de tempo. Por isso, evite essa prática. Reserve momentos para navegar nas redes, se atualizar sobre as notícias e até para bater papo com os amigos, mantendo sua atenção no trabalho durante o período que foi a ele destinado. Não definir prioridades: quando tudo é urgente, nada é urgente. Assim, fazer várias tarefas ao mesmo tempo pode parecer produtivo, mas atrapalha o foco e organização do tempo. Portanto, realizar tarefas por completo, seguindo uma ordem de prioridade podem aumentar a produtividade. Procrastinação: é uma grande inimiga da produtividade. Se trata de um dreno usado para delongar tarefas. Por exemplo, se você tem o prazo de um dia para executar algo, vai buscar fazê-lo em um dia. Se o prazo for de dois dias, a tendência é deixar para fazer no final do segundo dia. Outro exemplo ocorre quando se tem uma tarefa realmente significativa para desempenhar, mas pequenas coisas, menos importantes naquele momento, são colocadas na frente, como lavar a louça, checar as redes sociais. O importante é ter foco e seguir o seu gerenciamento de tempo, de acordo com as prioridades, buscando fugir das distrações. Transforme tudo em hábito: com disciplina, comprometimento e organização, é possível transformar todo o seu planejamento em hábitos. Dessa forma, se internaliza a mentalidade produtiva. É um processo gradativo, mas que é viável e que pode trazer resultados efetivos para sua vida e para os seus negócios. Reforçando: não esqueça dos momentos de descanso e lazer. O equilíbrio entre vida pessoal e profissional é essencial para o sucesso. Com organização e planejamento, é possível ser um empreendedor com ótimos resultados e ter tempo de qualidade para você. Acesse aqui cinco dicas sobre como melhorar o gerenciamento do tempo. Coloque em prática esses conhecimentos e torne seus dias mais produtivos.
January, 2026
Inteligência emocional e empreendedorismo: uma dupla de sucesso
A inteligência emocional é uma habilidade importante para qualquer pessoa, especialmente para os empreendedores. Ela se refere à capacidade de reconhecer e gerenciar as próprias emoções e as emoções dos outros, e pode ajudar os empreendedores a tomar decisões mais eficazes, a construir relacionamentos mais saudáveis e a lidar com o estresse e o fracasso de maneira mais positiva. Uma das principais vantagens da inteligência emocional para os empreendedores é a capacidade de tomar decisões mais eficazes. Os empreendedores precisam tomar decisões rapidamente e frequentemente, e a inteligência emocional permite que eles façam isso de maneira mais consciente e equilibrada. Ao reconhecer suas próprias emoções e as emoções dos outros, os empreendedores podem evitar a tomada de decisões impulsivas e tomar decisões mais informadas e equilibradas. Outra vantagem da inteligência emocional para os empreendedores é a capacidade de construir relacionamentos mais saudáveis. Os empreendedores precisam construir relacionamentos fortes com clientes, parceiros e colaboradores, e a inteligência emocional permite que eles façam isso de maneira mais eficaz. Ao reconhecer e gerenciar as emoções dos outros, os empreendedores podem se comunicar de maneira mais clara e construir relacionamentos mais confiáveis e duradouros. Além disso, a inteligência emocional também pode ajudar os empreendedores a lidar com o estresse e o fracasso de maneira mais positiva. O empreendedorismo é uma jornada desafiadora, cheia de altos e baixos, e os empreendedores precisam ser capazes de lidar com esses desafios de maneira saudável. A inteligência emocional permite que os empreendedores reconheçam e gerenciem o estresse de maneira eficaz, além de serem capazes de aprender e crescer a partir do fracasso. Desenvolver a inteligência emocional é um processo contínuo que requer consciência, prática e dedicação. Algumas das maneiras de desenvolver a inteligência emocional incluem: Praticar a auto-consciência: isso envolve reconhecer e compreender suas próprias emoções e como elas afetam suas ações e decisões. Pode-se fazer isso através de meditação, diário de reflexão, entre outras técnicas; Aprender a controlar e expressar suas emoções de maneira saudável: Isso pode ser feito através de técnicas de relaxamento, como yoga ou tai chi, ou através de terapia; Desenvolver habilidades de empatia: isso envolve tentar entender e se relacionar melhor com as emoções dos outros. Pode-se fazer isso através de práticas como ouvir ativamente e colocar-se no lugar do outro; Buscar educação e treinamento: há muitos cursos e programas disponíveis para ajudar as pessoas a desenvolver suas habilidades de inteligência emocional; Buscar orientação de mentores ou terapeutas: eles podem ajudar a trabalhar através de questões emocionais específicas e fornecer feedback e orientação; Incorporar a inteligência emocional no dia a dia e praticar constantemente, a fim de torná-la uma parte natural do seu comportamento. É importante lembrar que o desenvolvimento da inteligência emocional é um processo contínuo e requer tempo e dedicação. Não há uma "fórmula mágica" para desenvolver a inteligência emocional, e o que funciona para uma pessoa pode não funcionar para outra. É importante encontrar as técnicas e estratégias que funcionam melhor para você e incorporá-las em sua vida diária. A inteligência emocional também pode ser desenvolvida no ambiente de trabalho, promovendo a comunicação eficaz, a colaboração e a resolução de conflitos. Os líderes e equipes podem trabalhar juntos para estabelecer metas e objetivos claros, e criar um ambiente de trabalho positivo e saudável. Os empreendedores podem aplicar técnicas de inteligência emocional para gerenciar a sua equipe, promovendo a motivação e a satisfação no trabalho. Eles podem fazer isso através da criação de oportunidades de desenvolvimento de carreira, reconhecimento de desempenho e estabelecimento de metas claras. Além disso, é importante lembrar que a inteligência emocional não é apenas sobre reconhecer e gerenciar suas próprias emoções, mas também sobre reconhecer e gerenciar as emoções dos outros. Os empreendedores precisam ser capazes de liderar e inspirar equipes, e a inteligência emocional é essencial para fazer isso de maneira eficaz. A inteligência emocional é uma habilidade importante para qualquer pessoa, especialmente para os empreendedores. Ela pode ajudar os empreendedores a tomar decisões mais eficazes, construir relacionamentos mais saudáveis e lidar com o estresse e o fracasso de maneira mais positiva. O desenvolvimento da inteligência emocional requer consciência, prática e dedicação, e pode ser feito através de técnicas como a autoconsciência, gestão das emoções, empatia, educação e treinamento, orientação de mentores ou terapeutas, e incorporando a inteligência emocional no dia a dia. Saiba mais: Curso A liderança na gestão de equipes Curso Como administrar um pequeno negócio Artigo criado a partir do conteúdo do Blog Sebrae PR
January, 2026
Já ouviu falar da síndrome do impostor?
Se você sente constantemente que o que você faz não é bom o suficiente, você pode ter a chamada síndrome do impostor. É um termo psicológico que descreve um padrão de comportamento no qual você duvida de suas realizações e tem um medo persistente de ser exposto como uma fraude, como incompetente. Ela refere-se a uma crença dentro da pessoa de que ela não é boa o suficiente. Por mais que ela consiga vários resultados positivos, ela não consegue se perceber dentro disso. Acha que suas conquistas são fruto de sorte ou qualquer outro fator. O mérito não vai para ela. É uma síndrome ligada às capacidades, habilidades e o não-merecimento. Um nível alto de cobrança na infância é uma das grandes causas dessa sensação, mas também vem do convívio social, principalmente entre os tímidos. Existem alguns sinais característicos da síndrome, a saber: 1. Sentimento de não pertencimento Muitas vezes, as pessoas que sofrem com a síndrome do impostor podem pensar que não merecem estar onde estão. Quando isso ocorre, é comum que haja um sentimento de não pertencimento aos locais que, como consequência, leva as pessoas a se afastar dos grupos. 2. Procrastinação Outro sintoma presente na vida de quem sofre com esse problema é a procrastinação. Nesse caso, no entanto, ela vem a partir de uma insegurança dos indivíduos sobre as tarefas a executar. É preciso ter certeza sobre a origem da procrastinação para saber se ela está associada à síndrome do impostor. 3. Autossabotagem Pessoas que convivem com a síndrome também podem apresentar quadros de autossabotagem. Ou seja: elas criam mecanismos para fugir de certas experiências em que não se sentem seguras para desempenhar um bom papel. Por isso, costumam perder boas oportunidades e acabam se arrependendo muito regularmente. 4. Autodepreciação Se você costuma falar mal de si mesmo com muita frequência, fique atento ou atenta: isso também é um sinal importante. Aliás, pessoas com a síndrome tendem a gostar menos de suas qualidades e características, tornando-se amarguradas e tóxicas consigo mesmas. 5. Ingratidão Por não aceitarem que são boas em algo, as pessoas nessa condição acabam tendo muita dificuldade para aceitar que os outros encontrem boas características nelas. Assim, acabam rechaçando elogios e contrapondo as pessoas o tempo todo. Torna-se mais difícil, então, apreciar qualquer tipo de reconhecimento recebido. 6. Autocrítica excessiva É válido que as pessoas façam análises críticas sobre suas ações. No caso de quem convive com a síndrome do impostor, porém, isso se torna completamente excessivo e as avaliações perdem contato com a realidade. É como se as pessoas perdessem a capacidade de encontrar boas lições de erros e se punissem o tempo todo. 7. Comparação E o principal sinal da síndrome do impostor: a comparação. Aqui, é quase regra que os indivíduos só consigam encontrar boas características nos outros e nunca em si próprios. Isso, sem dúvida, os coloca numa corrida sem fim em direção a um ideal de perfeição que não condiz com a realidade de ninguém. No caso de serem identificadas características da síndrome do impostor, é importante que a pessoa realize sessões de psicoterapia para ajudar a internalizar suas capacidades e competências, diminuindo a sensação de ser uma fraude. Além disso, algumas atitudes podem ajudar a controlar os sintomas desta síndrome, como: Ter um mentor, ou alguém mais experiente e confiável para quem possa pedir opiniões e conselhos sinceros; Compartilhar as inquietações ou angústias com um amigo; Aceitar os próprios defeitos e qualidades, e evitar se comparar aos outros; Respeitar as próprias limitações, não estabelecendo metas inalcançáveis ou compromissos que não possam ser cumpridos; Aceitar que as falhas acontecem a qualquer pessoa, e procurar aprender com elas; Ter um trabalho de que goste, proporcionando motivação e satisfação; Realizar atividades capazes de aliviar o estresse e a ansiedade, que melhorem a autoestima e promovam autoconhecimento, como yoga, meditação e exercícios físicos, além de investir em momentos de lazer são ações muito úteis para o tratamento deste tipo de alteração psicológica. Se precisar de ajuda, procure o Sebrae no seu estado. Saiba mais: Curso A liderança na gestão de equipes Curso Aprenda a planejar as estratégias do seu negócio Curso Como agir de maneira empreendedora Artigo criado a partir do conteúdo do IG Sebrae Delas MG
January, 2026
Como cuidar da saúde mental do empreendedor
Depois da pandemia da covid-19, cerca de 30% dos empreendedores brasileiros buscaram apoio psicológico e tratamento para a Síndrome de Burnout, um distúrbio laboral diagnosticado na década de 1970. Este e-book mostra como esse distúrbio se desenvolve, quais são os seus sintomas e suas diversas fases e dá dicas para que os empreendedores possam manter o foco e se manter no jogo com sua saúde mental em dia, equilibrando sua vida pessoal e profissional.
December, 2025
Quer ser MEI? Confira o passo a passo para a formalização
Se tornar um Microempreendedor Individual (MEI), é simples, rápido e fácil. O processo é feito online, sem burocracia e não precisa pagar para se formalizar como MEI. Se você pretende abrir uma empresa ou legalizar um trabalho que você já faz, veja a seguir o que deve fazer para formalizar seu negócio como MEI sem pagar nada. Conheça e tenha certeza de cumprir todas as regras do MEI Ao se cadastrar como Microempreendedor Individual é importante conhecer os critérios, leis, atividades permitidas e ter todas as informações em mãos para se tornar um MEI. Entre as regras para ser um Microempreendedor Individual, estão: Ser maior de 18 anos; Não ter sócio; Não ser titular, sócio ou administrador formal em outra empresa; O faturamento anual do negócio não pode ultrapassar R$ 81 mil. Se sua empresa atende a esses critérios, é hora de conferir se a atividade que você realizada é permitida para ser registrada como MEI. Atividades permitidas para o MEI Verifique as atividades permitidas para o MEI para certificar-se que seu negócio se enquadra nas ocupações autorizadas antes de fazer a sua formalização. No Portal do Empreendedor há uma lista com todas as atividades que são regulamentadas como MEI e identifique a que mais se encaixa no negócio. Ao fazer o registro da sua empresa como MEI é possível escolher até 16 atividades, sendo 1 principal e as demais secundárias. Dessa forma, não precisa pagar para se formalizar como MEI e você pode cadastrar sua empresa oferecendo até mais de um tipo de produto ou serviço ao cliente. Passo a passo para a formalização gratuita no portal do empreendedor Depois de conferir se o seu negócio cumpre todas as regras e se a sua atividade é permitida pelo MEI é hora de seguir o passo a passo para a formalização gratuita no Portal do Empreendedor. Para se formalizar como MEI sem pagar nada você vai precisar dos seguintes documentos: CPF; RG; Comprovante de residência e/ou comercial e inscrição cadastral do imóvel do endereço comercial (consta no carnê do IPTU); Com os documentos em mãos siga os passos para dar prosseguimento a formalização gratuita da sua empresa: 1. Entre no site Portal do Empreendedor e clique em "Quero ser MEI"; 2. Clique no botão FORMALIZE-SE; 3. Em seguida, você será redirecionado para a Conta Gov.br, onde irá acessar a sua conta única. Caso já tenha a sua conta única, siga em frente. Caso não tenha conta única no Portal do Governo Federal, você deverá criá-la. 4. O acesso para a formalização exige selo de confiabilidade prata ou ouro na conta GOV.BR. Caso você não tenha esses selos, aparecerá o quadro abaixo solicitando confiabilidade adicional. Você deverá autorizar o uso de dado pessoais. 5. Informe o CPF e clique em AVANÇAR, na página seguinte informe a SUA SENHA e clique em ENTRAR; 6. Preencha o Formulário de inscrição de MEI: Informe o número do CPF; Data de Nascimento; Nome Empresarial (nome social + CPF); Nome do Empresário; Nome Social (é necessário que o nome social já esteja cadastrado no CPF); Nacionalidade; Sexo; Nome da mãe; Informe o número da identidade; Órgão emissor; Selecionar a UF emissora; Telefone para contato e telefone celular (os campos podem ser preenchidos com o mesmo número de telefone); E-mail; Nome Fantasia (não é obrigatório); Capital Social (deve ter valor mínimo de R$ 1,00); 7. Selecione Atividade Principal (uma atividade apenas); 8. Caso tenha mais de uma atividade, selecione as atividades secundárias (até quinze atividades); 9. Selecione a forma de atuação (exemplo: “estabelecimento fixo”, “internet”, “em local fixo fora da loja”, “correio”, “porta a porta, postos móveis ou por ambulantes”, “televenda” ou “máquinas automáticas”); 10. Informe o endereço comercial e o residencial, caso seja o mesmo informe o residencial nos dois campos; 11. Marque as três declarações: CONTINUAR, conferir os dados (tela para conferência); CONFIRMAR e CONTINUAR; 12. Imprima o Certificado da Condição do Microempreendedor Individual (CCMEI). Pronto! Assim você faz a formalização gratuita da sua empresa e faz dela uma empresa legalizada.
December, 2025
Domicílio Judicial Eletrônico: o que é e como fazer o seu cadastro
Você sabia que todas as empresas privadas, incluindo as micro e pequenas empresas (MPEs), precisam se cadastrar no Domicílio Judicial Eletrônico para receber citações e intimações judiciais? A exigência de fazer o cadastramento está no art. 246, caput e § 1°, do CPC/2015. Se você já tem um endereço eletrônico cadastrado na Redesim, não se preocupe: o CNJ usará esse endereço para enviar as comunicações. Prazo para cadastramento voluntário Fique atento! O prazo para o cadastramento voluntário termina em 30 de setembro de 2024. Depois dessa data, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) fará o cadastramento de forma automática, utilizando os dados da Receita Federal. Como se cadastrar no sistema 1. Acesso ao Sistema: Visite o portal do CNJ e procure pela seção de Domicílio Judicial Eletrônico. 2. Você pode acessar pelo sistema ou através do portal gov.br. 3. Aceite o termo de adesão e confira o e-mail por meio do qual irá receber as comunicações. 4. Cadastro: Preencha o formulário de cadastro com os dados da sua empresa, seguindo as instruções. 5. Confirmação: Verifique os dados e confirme o cadastro. 6. Utilização: Acesse o sistema regularmente para acompanhar e responder a citações e intimações recebidas. Neste link, você pode acessar os vídeos tutoriais feitos pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que orientam o passo a passo para cadastrar e usar o Domicílio Judicial eletrônico. Acesse e confira. O que acontece se eu não usar o sistema? Não atualizar seu cadastro ou não usar a ferramenta pode trazer problemas. Você pode perder prazos processuais e até sofrer penalidades. Empresas que não confirmarem o recebimento de citações no prazo legal, sem justificativa, podem receber multa de até 5% do valor da causa por ato atentatório à dignidade da Justiça (conforme § 1º-C do Art. 246 do CPC). Não deixe para a última hora! Faça seu cadastramento no Domicílio Judicial Eletrônico e evite problemas e multas!
