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Inovação | INOVAÇÃO
Série ODS/ONU: Saiba os impactos da IBT no ODS 14 sobre vida na água

A tecnologia produzida pela IBT tem papel fundamental na conservação e uso sustentável de oceanos, mares e recursos hídricos, contribuindo para o ODS 14 da ONU.

· 24/04/2023 · Atualizado em 16/05/2023
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A conservação da vida debaixo da água é o 14° item na lista dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU). Ele prevê a conservação e o uso sustentável dos oceanos, mares e dos recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável. Como potenciais consumidores deste recurso natural, a indústria de base tecnológica (IBT) impacta diretamente a vida na água.

Todos os 193 países pactuados, incluindo o Brasil, atuam em parceria para implementar a Agenda 2030, que envolve 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e outras 169 metas. Na programação da Agenda 2030, a ONU definiu a Década dos Oceanos, visando à conservação e ao uso sustentável dos oceanos, mares e recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável.

Hoje, resíduos gerados em terra contribuem com até 80% do plástico no ambiente marinho, afetando a vida marinha e humana. É um desafio que enfrenta a falta de infraestrutura, como logística, triagem e reciclagem, e de consumo consciente por parte da sociedade. O Brasil é o 16° país que mais contribui para a poluição de plástico no oceano.

Compreendendo o período entre 2021 e 2030, a movimentação em torno da conservação dos oceanos tem estreita sinergia com dois dos 17 ODS: o ODS 12, sobre consumo e produção responsáveis, e ODS 14, sobre vida na água.

Entre as metas do ODS 14, estão: até 2025, prevenir e reduzir a poluição marinha de todos os tipos e, até 2020, gerir de forma sustentável e proteger os ecossistemas marinhos e costeiros para evitar impactos adversos significativos e tomar medidas para a sua restauração, a fim de assegurar oceanos saudáveis e produtivos.

Minimizar e enfrentar os impactos da acidificação dos oceanos e, até 2020, efetivamente regular a coleta e acabar com a sobrepesca ilegal, não reportada e não regulamentada, e as práticas de pesca destrutivas, além de implementar planos de gestão com base científica, para restaurar populações de peixes no menor tempo possível, pelo menos a níveis que possam produzir rendimento máximo sustentável.

Até 2020, conservar pelo menos 10% das zonas costeiras e marinhas, de acordo com a legislação nacional e internacional, e proibir certas formas de subsídios à pesca, que contribuem para a sobrecapacidade e a sobrepesca.

Até 2030, aumentar os benefícios econômicos para os pequenos estados insulares em desenvolvimento e os países menos desenvolvidos, a partir do uso sustentável dos recursos marinhos, inclusive por meio de uma gestão sustentável da pesca, aquicultura e turismo, além de aumentar o conhecimento científico e transferência de tecnologia marinha.

Estas são algumas medidas que a indústria de base tecnológica pode desempenhar na conservação da vida debaixo da água e na promoção da conservação e uso sustentável dos oceanos, dos mares e dos recursos marinhos:

  • Desenvolvimento de tecnologias de monitoramento e detecção, que permitem a coleta de dados precisos sobre as condições dos oceanos e dos ecossistemas marinhos. Essas informações são fundamentais para avaliar o estado atual dos oceanos e desenvolver estratégias de conservação mais efetivas.
  • Pode ajudar a reduzir a poluição marinha, com o desenvolvimento de tecnologias de tratamento de água e de gestão de resíduos. Soluções como a limpeza de plásticos nos oceanos e a reciclagem de materiais plásticos também são essenciais para a conservação dos ecossistemas marinhos.
  • Desenvolvimento de tecnologias de pesca mais sustentáveis e eficientes, que minimizem o impacto ambiental e reduzam o desperdício de recursos. A utilização de tecnologias de aquicultura e de cultivo de algas também pode ajudar a reduzir a pressão sobre os ecossistemas marinhos.
  • Também pode contribuir com a promoção da educação e da conscientização sobre a importância dos oceanos e dos ecossistemas marinhos. Campanhas de divulgação e iniciativas de engajamento podem ajudar a incentivar práticas sustentáveis e a mudar comportamentos prejudiciais ao meio ambiente.

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