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Finanças | GESTÃO FINANCEIRA
Jornada MEI: Como a gestão financeira pode ajudar o MEI

Para que um negócio possa sobreviver e manter-se num mercado cada vez mais competitivo, torna-se necessário que o MEI faça a sua gestão de forma eficiente.

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Jornada MEI

· 10/06/2024 · Atualizado em 12/06/2024
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Como MEI, o empreendedor se torna um profissional autônomo e, como profissional autônomo passa a trabalhar por conta própria como pequeno empresário. De acordo com o Ministério da Economia, quase 70% das empresas ativas no Brasil são MEI, o que contribui diretamente na formalização daqueles que exerciam atividade informal.

Formalizando-se como microempreendedor individual, o empreendedor passa a ter direitos como o auxílio-maternidade, direito ao afastamento remunerado por problemas de saúde, aposentadoria, enquadramento no Simples Nacional, entre outros.

Formalizar-se como microempreendedor individual significa possuir, também, obrigações que devem estar em dia perante a legislação federal. São elas: o relatório mensal das receitas (necessário para especificar as receitas brutas obtidas no mês anterior), o pagamento das contribuições mensais (ISS, ICMS e INSS), o alvará de funcionamento permanente (com o alvará de funcionamento provisório o MEI só pode emitir notas fiscais) e o pagamento do Documento de Arrecadação Simplificada atualizado (DAS).

De acordo com pesquisas realizadas pelo Sebrae, e estudando mais sobre o tema, três em cada dez MEIs fecham as portas em até cinco anos de atividade no Brasil. O fechamento dessas empresas pode acontecer por diversos motivos, os principais deles girando em torno da pandemia do novo coronavírus, em torno da falta de capital de giro necessário e da falta de preparo do próprio empreendedor para gerir um negócio.

Ainda estudando a pesquisa feita pelo Sebrae, 77% dos microempreendedores nunca fizeram qualquer treinamento em finanças para gerir um negócio. Ou seja, a falta de conhecimento e a desorganização das finanças são motivos que levam as empresas a não resistirem no mercado.

Por se tratarem de pequenas empresas e poucas delas terem outro funcionário para auxiliar, a estrutura do negócio tende a ser pequena. Falta preparo para o empreendedor, pois, quanto maior a empresa, maior o preparo, a gestão dos seus recursos e maior a taxa de sobrevivência. Citando como exemplo um empreendedor de uma banca de jornal, ele possui conhecimento suficiente para vender aquele jornal, mas não possui conhecimento para fazer a gestão financeira do negócio.

Ou seja, compreende-se que os microempreendedores individuais estão focados na atividade do seu negócio, mas não estão focando em adquirir conhecimentos para a gestão do seu empreendimento. Citando outro exemplo, o empreendedor pode fazer o melhor cachorro-quente da cidade e estar totalmente focado em entregar qualidade para o cliente, porém, esse mesmo empreendedor não sabe precificar o seu produto corretamente e, por isso, não enxerga seus lucros no fim do mês.

Conclui-se, então, que a gestão financeira ajudaria o microempreendedor individual como uma forma de conhecer os seus gastos, facilitando o seu equilíbrio financeiro e facilitando até o acesso ao microcrédito, evitando assim a descontinuidade, as dívidas e a posterior a falência do negócio.

O planejamento financeiro auxiliaria o MEI a tomar decisões mais assertivas no dia a dia, decisões como escolha de fornecedores, escolha de créditos bancários, entre outras situações pertinentes.

Como, então, fazer a gestão financeira do MEI? Será necessário conhecer suas despesas, fazer o seu fluxo de caixa, manter o capital de giro e estar preparado financeiramente para os tempos difíceis. Outras dicas que podem ser de grande valor são: não misturar finanças pessoais com as finanças empresariais, criar planilhas para a organização e utilizar softwares específicos para o controle financeiro completo e a maximização de seus resultados.

Diante dos dados apresentados, pode-se concluir que a organização no dia a dia, o conhecimento básico sobre seu negócio e o uso das ferramentas de finanças são de extrema importância para a estabilidade de uma empresa. Organizando-se para colocar em prática os conhecimentos mencionados, se tornará possível ter um controle financeiro maior e, consequentemente, melhores resultados como MEI.


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