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Wed Feb 15 20:16:13 BRT 2023
Mercado e Vendas | AMBIENTE DE VENDA
Manual de boas práticas para embalagem de artesanato

A publicação mostra as diversas formas de embalagem para artesanato, que podem ser utilizadas como diferencial competitivo, dando segurança e valor às peças.

· 18/12/2013 · Atualizado em 15/02/2023
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O que é o manual

Para os consumidores, a apresentação visual de um produto feita por sua embalagem é decisiva para a formação de  opinião e compra.

Por dispor de poucos recursos para competir, a pequena empresa tem, na maioria das vezes, apenas a embalagem como ferramenta de apoio na venda de seus produtos.

Nesse sentido, a publicação oferece uma série de dicas de como acondicionar diversos tipos de materiais, como cerâmica, porcelana, vidro, metal, roupas, fibras naturais e madeira, bijuterias, entre outros, não somente para evitar perdas, mas também para ajudar na fidelização de clientes e na conquista de novos mercados.

Também são abordados os riscos do transporte e os tipos de materiais que podem ser utilizados na confecção de embalagens, etapa que também pode ser assumida pela própria empresa.

O Manual traz ainda aspectos úteis para quem pensa em exportar, como normas e regulamentos técnicos, além de mostrar os principais equipamentos e materiais para a fabricação de embalagens.

Tudo é ensinado de maneira didática, com linguagem simples e direta. Aspectos como o reaproveitamento de materiais também não são esquecidos. Uma das dicas mostra que o empresário pode reciclar caixas usadas de outros materiais e até de supermercados. Neste caso, ele deve abri-las no lugar da cola e montá-las ao contrário para que o lado limpo possa ser usado para a identificação da empresa, por exemplo.

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Aspectos ambientais

Além disso, a publicação lembra que “aspectos ambientais como degradação, agressão ao meio ambiente, avaliação de materiais e reciclagem devem ter grande peso no desenvolvimento do projeto”.

De acordo com Tânia Machado, redatora do Manual e diretora da Central Mãos de Minas, associação que reúne aproximadamente sete mil artesãos, após a adoção das técnicas reunidas no manual, os associados conseguiram praticamente zerar os prejuízos com produtos mal embalados.

Tânia lembra que antes disso as perdas com as peças produzidas eram de 30%.

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