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Inovação | MELHORIA NA COMPETITIVIDADE
Responsabilidade social das marcas é um diferencial

Consumidores têm cobrado práticas sociais e de sustentabilidade das empresas procurando, também, fazer parte do processo de mudança global.

· 18/04/2014 · Atualizado em 30/08/2022
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Muitos dos consumidores que recentemente adquiriram poder (não apenas econômico, mas também tecnológico, social e político) nas Américas do Sul e Central consideram o materialismo desenfreado como algo um tanto insatisfatório, enquanto a sociedade continua acometida pela insegurança e pela desigualdade social.

E, é por isso que um número muito maior de consumidores dessas regiões deve adotar a tendência Mi casa és su casa (Minha casa é sua casa) e oferecer apoio às marcas que não fecham os olhos para a desigualdade social e, melhor ainda, proporcionam aos consumidores a chance de fazer o seu papel para solucionar os problemas sociais.

Confira o que impulsiona a tendência Mi casa és su casa

  1. Mais poder

A década que passou fez com que os consumidores da região (América do Sul e Central) se sentissem com mais poder do que nunca: maior inclusão política, sucesso econômico tangível e acesso às tecnologias significam que os consumidores estão otimistas em relação ao futuro e a sua capacidade de moldá-lo.

  1. Mudança de status

A classe média em ascensão  no Brasil sofreu um incremento de mais de 40 milhões de pessoas entre 2003 e 2011, enquanto nas classes mais altas (A e B) entraram 9 milhões de pessoas (Fundação Getúlio Vargas, março de 2012).

De acordo com dados do Instituto Locomotiva, entre os anos de 2011 e 2021, houve uma queda no número de brasileiros de classe média. Em 2011, eles representavam 54% da população.  Em 2020, esse índice foi para 51%. Já em 2021, o número caiu para 47%. Por outro lado, a classe baixa subiu de 38%, em 2010, para 43% em 2020, chegando a 47% em 2021.

 Os consumidores, cada vez mais, atribuem valor social a diversos “símbolos” (impulsionados em parte pelas teorias de autoestima e autorrealização da pirâmide de Maslow). Causar impacto social positivo é apenas uma dessas “novas” formas de status. Além disso, a tecnologia deu aos consumidores novas maneiras de exibir seu impacto social.

Participar de uma causa ou contribuir com ela é algo que costuma ser transferido para o mundo on-line, onde pode ser mais visível. 

  1. (Des)igualdade de informação

Está ficando cada vez mais difícil para os consumidores simplesmente ignorarem os problemas sociais. Mais informação, principalmente on-line, está fazendo com que os consumidores das Américas do Sul e Central se tornem mais sensíveis às necessidades dos países vizinhos. No Brasil, 77% da população tem acesso à internet (Digital 2022 Brazil). E as redes 5G já estão presentes em, pelo menos, sete países da América do Sul.

Informações a respeito de desigualdade e problemas sociais hoje estão tão onipresentes que já não podem mais ser ignoradas (e, de fato, a não ação também ficou mais visível, o que impulsiona ainda mais a mudança de status mencionada).

Isto é especialmente verdade em relação aos consumidores para quem a abundância de informação é como um lembrete quase constante de que, apesar de eles estarem experimentando um aumento em seus recursos pessoais, a sociedade como um todo continua sendo pobre.

É importante saber

De fato,  as pessoas que entraram para a classe consumidora geralmente têm maior consciência sobre as questões sociais e estão mais dispostas a fazer algo a respeito disso: um estudo global (Nielsen, 2012) descobriu que 49% dos consumidores da região estão dispostos a pagar mais por produtos e serviços de empresas que retribuem à sociedade.  De acordo com uma pesquisa de 2021, da agência de pesquisa norte-americana, Union + Webster, 87% dos brasileiros optam por empresas com práticas sustentáveis na hora das compras.

  1. Materialismo (materialismo maduro)

A explosão de marcas, produtos e serviços novos e mais emocionantes está fazendo com que os consumidores da região se tornem mais sofisticados do que nunca. Portanto, eles vão se sentir cada vez mais atraídos por empresas que sejam mais diretas ou exigentes, que não apenas se curvem às necessidades dos consumidores, mas que exibam, por elas mesmas, uma atitude de marca mais expressiva.

Quando se trata de problemas sociais, isso significa não os ignorar, mas sim confrontar ou chocar os consumidores com eles logo de cara. Apesar de a região estar ficando mais rica, é provável que os problemas sociais mais graves permaneçam ainda por muitos anos. Paralelamente a isso, a pressão para que as marcas apresentem soluções “sociais” inovadoras (tanto em nome de seus consumidores quanto, idealmente, junto com eles) aumentará na medida em que o público na região ficar mais exigente.

Então, independentemente de você ser uma marca local ambiciosa ou uma marca global que atua na região, por favor, assegure-se de aderir à tendência Mi casa es su casa. Mas, ao aplicar esta tendência, tenha a certeza de estimular ações verdadeiras. Do mesmo modo que a transparência conduz esta tendência, ela também a define.

Os consumidores querem ir além das campanhas simples, distantes e de baixo impacto e sentir que suas ações estão fazendo a diferença, não apenas deixando o problema para as empresas.

E, se você for uma marca que atua no resto do mundo (e as Américas do Sul e Central não estão no seu radar), por que não entrar na onda e começar a tratar das questões sociais mais relevantes para o seu mercado? Afinal de contas, consumidores em todos os lugares vão agradecê-lo por aprender com os exemplos que mencionamos.

Fonte: Trend Watching 

Para saber mais, confira o conteúdo a seguir:

 E-book: Responsabilidade Social Empresarial

E aproveite o curso do Sebrae:
Responsabilidade social empresarial


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