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Mercado e Vendas | COMÉRCIO ELETRÔNICO
Varejo híbrido: surfe nessa onda e amplie seu negócio

O comércio eletrônico está em alta, abrindo inúmeras oportunidades de expansão para seu negócio. Saiba mais sobre a integração entre e-commerce e loja física.

· 16/06/2022 · Atualizado em 09/07/2022
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A pandemia do coronavírus vem acelerando muito o crescimento do comércio eletrônico em todo o mundo, uma tendência que vinha se desenhando há vários anos. No Brasil, o comércio eletrônico registrou faturamento de R$ 161 bilhões em 2021, uma alta de 26,9% em relação ao ano anterior, de acordo com a Neotrust, empresa que monitora o e-commerce no país. Foram nada menos que 353 milhões de pedidos no ano, 16,9% a mais do que em 2020.

Essa tendência fez com que os gigantes do varejo no país, como Americanas, Mercado Livre e Magalu, fizessem grandes investimentos no comércio eletrônico. E numa estratégia de ampliar o poder de comercialização gerou uma importante oportunidade aos pequenos, disponibilizando toda a estrutura de um marketplace profissional para que divulguem e vendam seus produtos. Diversas startups que começaram do zero, apostando nessa onda, também se transformaram em pesos-pesados, capazes de atrair grandes investidores do país e do exterior.

Em consequência, empresas que operam em setores como logística, armazenamento ou tecnologia ganharam enormes oportunidades de crescimento. E outros segmentos, como o imobiliário ou o de manutenção predial tiveram que se reinventar por conta do fechamento de milhares de pontos de venda físicos.

O fato é que o comércio eletrônico veio para ficar. E se você apostar no varejo hibrido, combinando o e-commerce com o atendimento físico, poderá ampliar muito as oportunidades de negócio. Desde que planeje bem e capriche na combinação adequada para oferecer novas experiências ao cliente.

Confira algumas dicas

5 dicas de sucesso

Cinco dicas para o sucesso no varejo híbrido

  1. A primeira regra é conhecer bem sua clientela. Quem são eles, quais são seus hábitos e preferências. Assim, você pode oferecer as opções que melhor atendam às suas necessidades.
  2. Gaste o tempo necessário no planejamento. Não tenha pressa. Para que sua loja eletrônica entre em funcionamento, os estoques de produtos devem estar adequados à demanda da clientela, a logística de entrega deve ser planejada com cuidado, os meios de pagamento precisam ter sido testados várias vezes etc.  
  3. Invista em tecnologia e em comunicação. O passo inicial é contar com um bom website, simples, claro, de fácil acesso e que permita ao cliente conhecer em detalhes seus produtos e serviços. Importante: o site deverá apresentar ao cliente o maior número possível de opções seguras de pagamento (cartões de crédito e débito, boleto, PIX etc.). O site também deverá estar integrado às suas redes sociais – Instagram, Facebook, Twitter –, que, além de serem ótimas alternativas de compra para o cliente, permitem uma divulgação extensa de seus produtos e serviços.
  4. Não descuide da integração logística. Não há nada pior, para o cliente, do que encontrar uma ótima oferta no site da empresa, comprar o produto e ser surpreendido com uma mensagem dizendo que o estoque acabou. Ou que o prazo da oferta já terminou. Se a informação sobre o produto ou serviço está em seus canais de divulgação, então você deve ter condições de entregá-los de acordo com a promessa. Caso contrário, o dano de imagem será grande para a marca.
  5. Aproveite todas as oportunidades da integração de canais para garantir o crescimento continuado e sustentado de seu negócio. Assim, você pode combinar a compra on-line com a entrega ou um atendimento personalizado na loja. Cada canal – site, loja física, redes sociais – oferece oportunidades de ampliação de seu cadastro. Com esses dados na mão e a ajuda de softwares especializados, você conhece cada vez melhor a clientela. E pode fazer ofertas customizadas, deixando de depender apenas da iniciativa do cliente. Esse “mergulho eletrônico” no cliente também permitirá a você estudar possíveis reformulações em sua loja física. Se o seu cliente estiver totalmente adaptado ao comércio eletrônico você pode, por exemplo, implantar totens de autoatendimento, o que reduz os custos com pessoal.

Como você vê, o varejo híbrido oferece um mundo novo de oportunidades para o seu negócio. Vamos colocar a mão na massa?


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