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Pagar impostos é uma das maiores preocupações de quem tem um pequeno negócio. Muitas vezes, a carga tributária pesa mais do que deveria, comprometendo o crescimento da empresa. Mas há maneiras totalmente legais de reduzir esses custos e equilibrar as contas sem dores de cabeça. A boa notícia é que entender a tributação de pequenas empresas não precisa ser complicado. Com as escolhas certas, dá para diminuir os valores pagos sem correr riscos. Vamos direto ao ponto e explorar como isso pode ser feito de forma segura e inteligente. Acompanhe! Desafios da tributação de pequenos negócios Quem tem um pequeno negócio enfrenta muitos obstáculos para manter tudo em ordem, e a tributação para pequenas empresas está entre os mais complicados. As regras mudam com frequência, há diferentes regimes e qualquer erro pode resultar em cobranças inesperadas. Para muitos empreendedores, esse assunto parece um verdadeiro labirinto, cheio de termos técnicos e siglas difíceis de entender. Um dos grandes desafios é escolher o melhor regime. O Simples Nacional, por exemplo, é bastante popular, mas nem sempre é a opção mais vantajosa. Dependendo do faturamento e da atividade da empresa, outro modelo pode ser mais interessante. Além disso, o pagamento de tributos precisa estar sempre em dia, evitando juros e multas que podem pesar no orçamento. Ignorar esse assunto pode custar caro. Quem não acompanha as regras pode acabar pagando mais do que deveria ou, pior, enfrentando problemas fiscais. Estar bem informado sobre tributação micro e pequenas empresas ajuda a evitar surpresas e a manter a empresa dentro da lei. É um conhecimento que faz toda a diferença para a saúde financeira do negócio! Impostos para pequenas empresas Quem tem um negócio precisa lidar com tributos obrigatórios. Cada um tem uma função e pode ser cobrado de formas diferentes, dependendo do regime escolhido. Entender esses impostos ajuda a manter tudo regularizado sem pagar além do necessário. Programa de Integração Social (PIS) Criado para beneficiar trabalhadores do setor privado, esse tributo financia o pagamento do abono salarial e do seguro-desemprego. Empresas que adotam o regime cumulativo pagam uma alíquota fixa sobre o faturamento, sem direito a deduções. Já no regime não cumulativo, há possibilidade de abatimentos conforme os créditos permitidos. Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS) Recolhido para cobrir gastos com previdência, saúde e assistência social, esse imposto também pode seguir o modelo cumulativo ou não. No primeiro, o cálculo é simples e sem deduções. No segundo, é possível descontar determinados custos e despesas operacionais. Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) Cobrando sobre o lucro, esse imposto pode ser calculado de quatro formas: Simples Nacional, Lucro Presumido, Lucro Real ou Arbitrado. Empresas menores costumam optar pelo Simples, que une esse e outros tributos em um único pagamento. No Lucro Presumido, a tributação se baseia em um percentual fixo da receita. No Lucro Real, o cálculo é feito sobre o lucro líquido, considerando todas as receitas e despesas. Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) Direcionada ao financiamento da seguridade social, essa contribuição funciona de forma parecida com o IRPJ. A cobrança acontece sobre o lucro da empresa, seguindo as mesmas regras dos regimes de tributação aplicáveis. As alíquotas variam conforme o tipo de atividade exercida. Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) Aplica-se a quem fabrica ou importa mercadorias. O percentual depende do tipo de item e do processo de produção envolvido. Empresas do Simples Nacional podem ter isenção em alguns casos, enquanto outras precisam calcular e pagar separadamente esse tributo. Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços de Qualquer Natureza (ICMS) Esse tributo incide sobre a movimentação de produtos e algumas prestações de serviço. Os estados são responsáveis pela sua cobrança, e as alíquotas podem variar conforme o tipo de operação e o local. Ele aparece em diferentes situações, como na compra de mercadorias, transporte interestadual e até na conta de luz. Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) Esse imposto está ligado à prestação de serviços e é cobrado pelos municípios. A alíquota varia conforme a atividade e a cidade onde o serviço é realizado. Profissionais autônomos, empresas do setor de tecnologia, saúde, construção civil e muitas outras áreas precisam pagar esse tributo sempre que prestam algum serviço. Simples Nacional e MEI Negócios de menor porte podem optar por esse regime para simplificar a rotina tributária. O pagamento dos impostos acontece por meio do DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional), reunindo todos os tributos em uma única cobrança. O valor devido depende da receita bruta e da atividade desempenhada. O Microempreendedor Individual não é um regime de tributação. Mass também precisa ser mencionado pois muitos empresários começam sua jornada no empreendedorismo por meio dele. Assim como as empresas do Simples, o MEI também paga uma única guia abrangendo todos os impostos. Nesse caso, abrange somente o ISS e o ICMS ou ambos, dependendo da atividade da sua empresa. Dicas para pagar menos impostos de forma legal Quem tem um pequeno negócio sabe que a carga tributária pode pesar no orçamento. Mas existem formas de reduzir esse impacto sem correr riscos. O segredo está em conhecer bem as regras e usá-las a seu favor. A seguir, você vai encontrar estratégias que ajudam a diminuir os valores pagos dentro da lei. Escolha do regime tributário Cada empresa precisa pagar tributos conforme sua atividade e faturamento. Mas a forma como esses valores são calculados muda de acordo com o regime escolhido. Entender essas diferenças evita gastos desnecessários. Simples Nacional O Simples Nacional é a opção mais usada por pequenos negócios. Ele unifica vários tributos em uma única guia mensal, o que facilita o pagamento. Podem aderir a esse modelo as empresas que faturam até R$ 4,8 milhões por ano. As alíquotas variam conforme a atividade e o faturamento, sendo geralmente menores do que em outros regimes. Outro ponto positivo é a redução da burocracia, já que o pagamento de impostos ocorre de forma simplificada. Dependendo do setor, há também isenção de alguns tributos, o que pode ser um diferencial. Apesar desses benefícios, nem sempre essa é a melhor escolha. Empresas que têm despesas elevadas com folha de pagamento ou margens de lucro menores precisam avaliar bem se essa opção realmente vale a pena. Lucro Presumido O Lucro Presumido calcula os tributos com base em uma margem de lucro pré-definida pelo governo. Essa margem varia conforme a atividade. Na prática, significa que o imposto incide sobre um percentual fixo do faturamento, e não sobre o lucro real da empresa. Empresas com faturamento de até R$ 78 milhões anuais podem aderir a esse regime. Ele costuma ser vantajoso para negócios que têm margens de lucro maiores do que a presunção estabelecida. Em alguns casos, principalmente no setor de serviços, a carga tributária pode ser mais baixa do que no Simples Nacional. Mas esse modelo exige atenção. Se a margem de lucro real for menor do que a presumida pelo governo, a empresa pode acabar pagando mais imposto do que deveria. O ideal é fazer simulações para entender se essa é a melhor alternativa. Lucro Real O Lucro Real é um regime mais complexo, mas pode ser interessante para negócios que possuem despesas elevadas. Nesse modelo, os tributos incidem sobre o lucro líquido da empresa, ou seja, sobre o faturamento menos as despesas. Empresas com faturamento acima de R$ 78 milhões anuais são obrigadas a seguir esse regime. Mas negócios menores também podem optar por ele se perceberem que suas despesas operacionais reduzem o lucro tributável. Um ponto positivo é a possibilidade de compensar prejuízos fiscais em períodos seguintes, o que pode aliviar o impacto dos impostos. Por outro lado, o Lucro Real exige mais controle financeiro e contábil e um acompanhamento detalhado das finanças. A apuração dos tributos ocorre de forma trimestral ou anual, o que pode ser um desafio para pequenos negócios sem uma boa estrutura de gestão financeira. Planejamento tributário Escolher o regime certo é só o primeiro passo. Para pagar menos impostos de forma legal, é essencial planejar cada detalhe da operação. Isso significa organizar as finanças, revisar custos e entender quais práticas ajudam a reduzir a carga tributária. Registrar corretamente todas as despesas faz diferença. Gastos operacionais, quando bem documentados, podem diminuir o valor do imposto devido. Empresas que adotam uma boa estratégia de gestão fiscal conseguem evitar surpresas e melhorar a rentabilidade. Outra ação importante é revisar regularmente o faturamento e os impostos pagos. Pequenos ajustes, como antecipar ou postergar algumas operações, podem ajudar a evitar tributações mais altas. Além disso, estar atento a mudanças na legislação evita problemas futuros. Aproveitamento de benefícios fiscais e incentivos Muitos negócios deixam de economizar por desconhecer os incentivos disponíveis. Dependendo do setor e da localização, é possível pagar menos impostos de maneira totalmente legal. Empresas que investem em inovação, por exemplo, podem se beneficiar da Lei do Bem. Já algumas atividades industriais e de comércio contam com incentivos estaduais e municipais. Em determinadas regiões, há reduções ou isenções de tributos para estimular a economia local. Outro ponto importante é o aproveitamento correto de créditos tributários. No caso do ICMS, PIS e Cofins, por exemplo, algumas compras permitem a recuperação de valores pagos. Isso reduz o custo final da operação e melhora o fluxo de caixa. O ideal é buscar orientação contábil para identificar todas as oportunidades e garantir que a empresa esteja aproveitando os incentivos da melhor forma possível. Análise da classificação fiscal de produtos e serviços Cada produto ou serviço possui uma classificação fiscal específica, que determina quais impostos serão aplicados e em qual percentual. Um erro nesse enquadramento pode levar ao pagamento indevido de tributos ou até gerar penalidades. Revisar essa classificação regularmente ajuda a evitar cobranças indevidas. Em alguns casos, ajustes simples podem reduzir o imposto pago. Isso acontece porque alguns produtos têm alíquotas diferenciadas ou até mesmo isenção em determinados estados. Uma análise detalhada da tabela NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul) pode revelar oportunidades de economia. O mesmo vale para o enquadramento correto dos serviços dentro da lista da legislação municipal. Atenção às obrigações acessórias Além do pagamento de impostos, as empresas precisam cumprir uma série de obrigações acessórias. Essas exigências envolvem a entrega de declarações, escrituração de documentos fiscais e envio de informações aos órgãos competentes. Descumprir essas obrigações pode gerar multas e até mesmo impedir a emissão de certidões negativas, o que pode atrapalhar contratos e financiamentos. Ter um controle rigoroso dessas obrigações evita problemas futuros. Manter um calendário atualizado com prazos e revisar regularmente os documentos fiscais são práticas que ajudam a manter tudo em dia. Controle rigoroso das despesas Manter as contas organizadas não é só uma questão de gestão financeira. Um controle eficiente dos custos também impacta diretamente no valor dos impostos pagos. Registrar todas as suas despesas permite que a empresa aproveite deduções fiscais e faça um planejamento mais preciso. Além disso, gastos desnecessários podem ser identificados e reduzidos, melhorando a margem de lucro. Outra vantagem desse controle é a possibilidade de comprovar despesas na hora de calcular impostos no Lucro Real. Quanto mais detalhado for esse acompanhamento, menor será o impacto da tributação sobre os resultados do negócio. No fim das contas, reduzir a carga tributária exige estratégia e conhecimento. Quanto mais informações o empresário tiver sobre as regras e opções disponíveis, maior será a chance de economizar dentro da legalidade. Custos ocultos na tributação de pequenas empresas Nem sempre os impostos são o único peso no orçamento. Muitos negócios pagam mais do que deveriam por não identificarem custos ocultos que afetam a tributação de pequenas empresas. Esses gastos, embora menos evidentes, podem comprometer o caixa e reduzir os lucros. Multas e juros por atrasos no pagamento de tributos estão entre os principais custos escondidos. Pequenos deslizes na organização financeira fazem com que empresas desembolsem valores extras sem necessidade. Obrigações acessórias não cumpridas também geram penalidades, muitas vezes ignoradas até que a conta chega. Outro fator pouco observado é a escolha errada do regime tributário. Um enquadramento inadequado pode levar ao pagamento de impostos maiores do que o necessário. A classificação incorreta de produtos e serviços também resulta em cobranças indevidas, aumentando os custos sem que o empresário perceba. Despesas administrativas ligadas à gestão fiscal são outro ponto de atenção. Sistemas desatualizados, falta de profissionais capacitados e processos manuais dificultam o controle dos tributos, gerando retrabalho e desperdício de recursos. Para evitar surpresas, é importante revisar frequentemente todas as obrigações fiscais, manter as finanças organizadas e buscar formas de otimizar a tributação. Pequenos ajustes fazem diferença e ajudam a reduzir gastos desnecessários. Dicas extras para reduzir impostos Negócios de pequeno porte podem pagar menos tributos seguindo algumas estratégias simples. A tributação para pequenas empresas varia conforme a atividade, mas ajustes inteligentes ajudam a diminuir os valores de forma legal. Uma boa prática é acompanhar de perto as despesas. Gastos operacionais registrados corretamente diminuem a base de cálculo de impostos, especialmente no Lucro Real. Pequenos ajustes na estrutura de faturamento também podem evitar cobranças desnecessárias. Outro ponto importante é ficar atento às mudanças na legislação. O tributário Simples Nacional, por exemplo, passa por atualizações frequentes. Algumas alterações podem impactar diretamente os valores pagos. A revisão periódica do regime tributário é outro passo importante. O que foi vantajoso em um ano pode não ser no seguinte. Avaliar os números com frequência evita gastos desnecessários. Buscar orientação especializada ajuda a identificar oportunidades dentro da lei. Muitas microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP) desconhecem incentivos disponíveis, como isenções regionais e recuperação de créditos tributários. Ter um olhar atento sobre esses detalhes reduz custos e melhora os resultados. Reduzir os tributos exige planejamento e atenção aos detalhes. Pequenos ajustes na organização financeira e no regime escolhido fazem diferença no caixa. A tributação de pequenas empresas pode ser otimizada com conhecimento e boas práticas. Quanto mais informação, menores os riscos e os custos. Quem tem um negócio precisa estar sempre atualizado sobre tributos e oportunidades de economia. Para esclarecer dúvidas e buscar orientações sobre a tributação de pequenas empresas, entre em contato com o Sebrae/PE que nós podemos te ajudar!
Ser um MEI ou dono de um pequeno negócio solo significa acumular papéis como gestor, vendedor, contador, além de cuidar do marketing e do suporte ao cliente. Com tantas funções, a gestão do tempo é um desafio crítico – mas também uma oportunidade de transformar caos em eficiência. Veja dicas práticas para fazer render melhor o tempo e sugestões de ferramentas (como Trello e Notion), que aumentam a produtividade e mantêm o controle, mesmo com uma rotina multifacetada. Foco no que impulsiona Se você não tem equipe, seu tempo é o recurso mais valioso. Gastá-lo em tarefas de baixo impacto pode travar seu crescimento. Para não desperdiçar tempo, passe a classificar suas tarefas em 3 tipos (esse método chama-se Matriz Eisenhower). Urgente e importante: faça imediatamente. Exemplo: fechar uma venda. Importante, mas não urgente: planeje antes de fazer. Exemplo: criar conteúdo para redes sociais. Urgente, mas não importante: delegue ou automatize. Exemplo: responder e-mails de consulta repetitivos. Nem urgente, nem importante: Exemplo: navegar sem rumo nas redes sociais. Dica prática: foque em 1, 2 ou 3 tarefas-chave por dia que geram receita ou aproximam você dos seus objetivos. O resto pode esperar. Blocos de tempo Alternar entre tarefas consome energia mental. Para facilitar a concentração, divida seu dia em blocos, por tipos de trabalho, conforme preferir. Divida os blocos de tarefas. Por exemplo: Manhã (9h-11h): dedique a tarefas criativas. Exemplo: planejar posts ou desenvolver produtos. Tarde (14h-16h): dedique a operações. Exemplo: emitir notas fiscais, pagamentos. Fim do dia (17h-18h): Revisão e planejamento para o próximo dia. No final do dia, use 15-30 minutos no fim do dia para planejar o dia seguinte. Isso reduz a ansiedade matinal. Automatize e delegue Mesmo trabalhando sozinho, você pode “delegar” tarefas para ferramentas e processos. Você pode contratar freelancers eficientes para tarefas pontuais. Em sites como Fiverr você encontra designers, por exemplo. Identifique as tarefas repetitivas do seu dia a dia, como agendar posts nas redes sociais ou organizar recibos, e procure uma solução tecnológica para simplificá-las. Existem ferramentas que podem facilitar exatamente o que você precisa. Por exemplo, o Zapier conecta diferentes aplicativos e permite automatizar ações, como enviar e-mails automáticos para clientes após uma venda no Mercado Livre, economizando tempo e esforço. Limite distrações: proteja seu foco Notificações e interrupções quebram seu ritmo e consomem tempo quando você está dedicado a uma tarefa. Como fazer: Silencie o celular durante blocos de trabalho intenso. Use o modo “Não Perturbe” ou apps como Freedom para bloquear redes sociais nestes períodos. Há quem goste de criar um “ritual de foco”, como por exemplo colocar fones com música instrumental e assim sinalizar ao cérebro que é hora de trabalhar. Cuide da energia, não só do tempo Sem energia, até o melhor planejamento falha. Burnout é comum entre empreendedores solo. Como fazer: Descubra seu pico de produtividade (manhã? noite?) e reserve-o para tarefas complexas. Faça pausas curtas (5-10 minutos a cada hora) para evitar exaustão. Durma bem. Experimente usar um app como Sleep Cycle para acordar no momento ideal. É um despertador inteligente que acompanha os padrões do seu sono e acorda você no sono leve, o que seria a maneira natural de acordar, sentindo-se descansado. Dica prática: um copo d’água e uma caminhada rápida podem recarregar você mais do que cafeína.
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