A localização do estabelecimento pode garantir o sucesso das vendas! Confira dicas para acertar na hora de optar pelo local
A diferença entre alcançar ou não resultados positivos pode vir da seleção do ponto comercial onde seu negócio vai funcionar. Se a localização apresenta aspectos negativos, isso pode comprometer o desempenho das vendas. É oportuno pensar em mudar o empreendimento para um lugar melhor e mais estratégico, mesmo que isso signifique investir mais em infraestrutura e propaganda.
O sucesso do negócio pode depender da sua localização. Antes de decidir onde será a loja, é importante que o empreendedor esteja atento a questões como acessibilidade, número de concorrentes nas proximidades e condições de estacionamento.
Algumas perguntas que devem ser respondidas na hora de escolher o ponto comercial:
- A loja é acessível aos clientes?
- O local favorece a venda por impulso? Mesmo sem intenção de compra, os clientes sentem-se estimulados a comprar apenas ao ver o produto?
- Qual o fluxo de pedestres no local?
- A área em questão concentra mais atividades comerciais e/ou concorrentes?
- Estacionamento é necessário?
- O público-alvo tem acesso garantido à loja?
A escolha do local precisa considerar a coerência entre os 4 P's de marketing: ponto, produto, preço e propaganda. Para garantir um bom ponto comercial confira também as dicas abaixo:
Defina o perfil do consumidor que deseja alcançar e estabeleça qual produto será oferecido.
Analise o contrato, as condições de pagamento e o prazo do aluguel. Certifique-se de que o preço é compatível com sua capacidade de investimento e o prazo de retorno e movimento esperado.
Observe aspectos como: facilidade de acesso e visibilidade, volume do tráfego, local para estacionar (importante ter estacionamento próprio ou nas proximidades), nível de ruído, condições de higiene e segurança.
Verifique se nas proximidades do ponto onde deseja abrir o negócio existem empresas que vão concorrer diretamente com você ou negócios similares. Isso é importante para o planejamento estratégico do seu ponto de venda.
Esteja atento à facilidade de aquisição de matéria-prima e ao recrutamento de mão de obra, ou seja, confira se há pessoas/serviços especializados nas mediações.
Solicite uma busca prévia de localização junto à prefeitura para verificar possíveis impedimentos para a montagem do negócio, com base no plano diretor urbano do município.
Compare diferentes opções de pontos comerciais para garantir o melhor lugar para o negócio e observe o movimento desses locais em diferentes dias e horários.
Converse com proprietários de estabelecimentos próximos e procure descobrir qual o valor médio de compra/aluguel da região.
Procure o lado da rua onde há sombra no período da tarde, pois nesse horário o movimento é maior.
Prefira pontos que tenham o mesmo nível da rua e sem recuo, próximos à entrada principal, a escadas rolantes, praças de alimentação ou lojas-âncora dos shoppings, pois eles têm mais visibilidade.
As lojas de shopping center e de rua têm suas especificidades:


- Lojas de shopping tem campanhas promocionais, segurança, estacionamento amplo, conforto e praticidade são algumas vantagens destes estabelecimentos. As desvantagens são o alto investimento para aquisição, a taxa de condomínio alta, a cobrança de fundo de promoção, as regras de funcionamento e a cobrança de estacionamento.
- Para as lojas de rua, os custos são mais baixos e há maior liberdade de gestão, além de, em alguns casos, estacionamento gratuito. Em contrapartida, dificuldade para estacionar, falta de segurança e de campanhas promocionais podem ser aspectos negativos para esse tipo de ponto.
Como escolher o ponto comercial certo? Confira 10 dicas essenciais
Estar no lugar certo é uma vantagem que vale ouro para qualquer rede varejista, de serviços ou franquia. Afinal, o ponto comercial é a referência que as pessoas têm para chegar até você.
Por mais que os produtos ou serviços sejam fenomenais, a localização errada pode determinar o fracasso de uma unidade.
Mesmo assim, a escolha do ponto comercial nem sempre é priorizada em relação a outros aspectos de uma estratégia de expansão.
Não cometa esse erro. Atingir números de unidades inauguradas é importante, mas o que vale mesmo é que sejam rentáveis a longo prazo.
E como escolher o ponto comercial certo, o imóvel dos sonhos, o ponto 1000%? Nem sempre ele será seu, considerando a disputa no mercado, o timing do seu negócio e o preço que você pode pagar.
Por isso, é importante que você saiba identificar o ponto ideal para o seu negócio.
Dicas:
1. Perfil do público: o ponto ideal é onde seu consumidor está
Certamente, quando chegar a etapa da escolha do ponto ideal, você já terá definido o perfil do consumidor que deseja alcançar. Se você precisa estar em algum lugar, certamente é onde o seu público-alvo está.
E aqui vai uma dica para as redes em processo de expansão de lojas: tome como referência o perfil de clientes das unidades que mais faturam, analisando informações como faixa etária, gênero, renda média, potencial de consumo etc.
Depois, busque regiões com grande concentração deste perfil e alto fluxo de pessoas.
O principal fator que torna um ponto ruim para o comércio é a ausência do público-alvo em seu entorno. Posso afirmar sem medo que não existe ponto micado, mas sim imóveis que não conversam com a sua estratégia.
2. Visibilidade: atenção aos obstáculos visuais
O quanto uma unidade será vista é um dos fatores que mais influenciam a escolha do ponto. Lembre-se que a visibilidade do imóvel é diferente para quem chega de carro, a pé ou de ônibus.
Fique atento aos obstáculos que podem minar a visão da sua fachada, tais como bancas de jornais, fiação e árvores. Do alto do ônibus, o seu cliente pode não enxergar a vitrine com aquela promoção imperdível, por exemplo.
A estrutura e a aglomeração típica dos pontos de ônibus também pode comprometer a frente da loja. Evite pontos com este perfil, a menos que você esteja oferecendo itens de conveniência que podem se favorecer desse fluxo de pessoas.
Para garantir a visibilidade do seu ponto, prefira imóveis que tenham o mesmo nível da rua e sem recuos. Se vai abrir uma loja em shopping centers, priorize os pontos próximos à entrada principal, escadas rolantes, praças de alimentação ou lojas-âncora.
Solicitar ao corretor do imóvel fotografias da vizinhança é uma boa saída para eliminar os primeiros pontos. Mas para bater o martelo nunca dispense o trabalho de campo – falarei mais sobre isso adiante.
Outra dica importante: o peso que a visibilidade assume na escolha do ponto vai depender do momento de compra do seu cliente:
- Compra por impulso;
- Compra por conveniência (alta frequência);
- Destino: o cliente se desloca só para ir à sua loja;
- Passagem: o cliente passa (a pé ou de carro) e resolve comprar.
Nas compras por impulso, por exemplo, tem um ponto com fachada bem visível é decisivo.
Afinal, você pode até desistir de tomar um café quando não encontra uma cafeteria no caminho, certo? Já no caso de uma academia, que é movida a compras programadas, o peso da visibilidade é menor.
3. Acessibilidade: garanta que seu cliente possa chegar até você
Imagine que você está passando por uma via e se encanta por uma roupa exposta numa vitrine. Resolve parar, mas desiste depois de se dar conta que se trata de uma via de trânsito rápido e acessar o estacionamento seria muito complicado.
De nada vale um ponto com ótima visibilidade, se é muito difícil chegar lá, certo?
Assim como a velocidade da via, a ausência de faixa ou semáforos de pedestres (em ruas movimentadas) podem impactar de forma negativa a movimentação da sua loja.
Por outro lado, oferecer estacionamento de bicicletas e veículos pode atrair mais consumidores.
Para validar a acessibilidade do ponto, visite-o em horários alternados. Vale checar, por exemplo, a ocorrência de feiras livres nas proximidades. Não vai ser nada agradável descobrir que o acesso à sua loja estará comprometido em um dia da semana, não é mesmo?
Fuja de locais que causem sensação de insegurança, como praças mal iluminadas e corredores sem saída, que apresentam pouco movimento.
4. Posicionamento: como escolher o ponto comercial no caminho do seu público
A posição no quarteirão é outro fator a ser considerado em sua estratégia de expansão de lojas. Você certamente sabe as vantagens de ter um ponto comercial em esquinas: alta visibilidade e acesso por duas vias.
Mas será que toda esquina é um ponto dos sonhos? O exemplo abaixo representa um cruzamento, cuja via de maior fluxo é a horizontal. Qual das esquinas é a melhor?
A esquina B é a mais vantajosa por três motivos:
- Parado no semáforo ou de passagem, o consumidor enxerga mais este ponto do que a esquina A, que ficou para trás;
- Quem está de passagem enxerga duas fachadas, enquanto que só uma é vista na esquina A;
- A esquina B capta a atenção do lado esquerdo e isso conta muito, já que tendemos a ler da esquerda para a direita.
Para acertar na escolha do ponto, vale observar também o sentido do fluxo de carros e pedestres, de acordo com o horário. É comum que ele se alterne, conforme as pessoas vão de casa para o trabalho e vice-versa.
Uma padaria, por exemplo, deve escolher o lado da rua onde o fluxo é mais intenso pela manhã, enquanto que lojas de artigos para a casa devem estar no caminho de volta.
Outra dica é procurar o lado da rua onde tenha sombra no período da tarde, quando o movimento é maior.
Algumas vezes, você vai encontrar ruas supermovimentadas, com várias lojas de um lado e muitas placas de “aluga-se” do outro. Um dos motivos pode ser justamente a incidência do sol.
5. Fluxo de pessoas: o combustível das vendas
“Você precisa estar localizado onde o vento corre”. A frase é Luigi Salvaneschi, autor de Location, location, location: How to Select the Best Site for Your Business, e é uma metáfora para a quinta dica deste post: posicione-se onde as pessoas passam.
Para a maioria dos varejistas, quanto mais pessoas circulando no entorno da loja, mais clientes em potencial.
Por isso, antes de escolher o próximo ponto da sua rede, observe se o entorno possui polos geradores de tráfego, ou seja, estabelecimentos que oferecem serviços essenciais, como shoppings, hipermercados, faculdades e bancos.
Vale ainda se certificar que o fluxo da rua se mantém em toda a sua extensão. Pode ser que ali passem muitos ônibus, mas que todos virem na mesma rua; o fluxo tende a seguir o mesmo caminho.
6. Conheça a vizinhança: aposte na compatibilidade negocial
Já ouviu falar que boas cercas fazem bons vizinhos? Nas relações comerciais pode ser justamente o contrário. Quanto mais próximo você estiver de negócios compatíveis ao seu, mais clientes você atrairá.
A lógica é simples: no caso de uma rede varejista de calçados, vale observar se o ponto avaliado está perto de negócios complementares, tais como lojas de roupas ou bijuterias.
Se a vizinhança é composta por oficinas ou bicicletarias, sua loja será um peixe fora d’água.
7. Concorrência: atração por proximidade ou distância estratégica?
Para escolher o ponto comercial ideal, certamente você já considera a presença da concorrência.
A dica deste item é que você pense no perfil do seu negócio e responda: estar perto de um competidor é algo que sua loja precisa evitar?
Lembre-se que, às vezes, ter concorrentes próximos pode ser muito vantajoso, principalmente quando se trata de produtos ou serviços cuja compra exige comparação.
Um casal em busca de móveis provavelmente vai pesquisar um pouco antes de comprar e certamente vai preferir fazer isso em lojas próximas. Já quando os concorrentes são altamente estabelecidos e atraentes, vale apostar em pontos bem longe deles.
Quando se trata de compras programadas, é bom analisar a quantidade de concorrentes e se a região comporta um segundo ponto de mesmo perfil.
Você já se perguntou se realmente conhece toda a sua concorrência? Cuidado, ela nem sempre é óbvia. Uma perfumaria pode ser concorrente indireta de uma loja de chocolates; ambas são muito procuradas em datas comemorativas.
Por isso, é tão importante monitorar a presença da concorrência ou a sua ausência em potenciais mercados, traçando seu plano de expansão a partir da estratégia que for mais interessante para a sua rede.
8. Crescimento da região: sem bola de cristal
A evolução do bairro também integra a nossa lista de dicas sobre como escolher o ponto comercial.
Prever cenários e possíveis mudanças na região do imóvel pode favorecer sua estratégia de expansão a longo prazo. Não estou dizendo que você precisa desvendar o futuro. Basta recorrer a fontes oficiais de informação.
Órgãos das prefeituras, como as secretarias de planejamento, costumam revelar possíveis construções de viadutos, túneis, passarelas e estações de metrô.
9. Custo do imóvel: o ponto dos sonhos cabe no orçamento?
Antes de assumir um compromisso de locação ou compra do ponto, certifique-se de que o preço é compatível com sua capacidade de investimento, o prazo de retorno e o movimento esperado.
Coloque na conta os gastos que você terá com possíveis reformas e manutenções.
Vale ainda pesquisar o valor médio de compra/aluguel da região, conversando com proprietários de estabelecimentos vizinhos. Essas informações podem ser valiosas na hora de negociar o preço do metro quadrado.
E o mais importante: tenha várias cartas na manga. Jamais encerre a busca com apenas uma opção. Selecione mais de um ponto comercial para decidir a localização da sua nova unidade. Afinal, há uma chance de que a negociação não se concretize.
10. Vá (e volte) a campo, sempre!
A maioria das dicas que trago neste post podem e devem ser complementadas com trabalho de campo. É muito importante que você visite in loco os pontos que está cogitando para expandir sua rede.
Lembre-se que não deve ser uma simples vistoria. Você deve incorporar o seu consumidor. Vá de ônibus, se esse for o caso, e observe fatores como acessibilidade, visibilidade e fluxo de pessoas.
Visite o mesmo ponto em dias e horários alternados para garantir que está observando todas as variáveis. Um local pode ser supermovimentado durante o dia e deserto à noite. Isso conta muito se a sua loja tiver operação noturna.
Fotografe tudo e use um contador para medir o fluxo de pessoas (veículos e pedestres) em pequenas amostras ao longo do dia.
Checklist: como escolher o ponto comercial perfeito
Para facilitar tudo o que abordamos acima, preparei um resumo dos fatores que você deve considerar na hora de escolher o ponto ideal:
- Seu público-alvo está presente na região escolhida?
- O ponto tem boa visibilidade? O quanto isso pesa para o tipo de produto ou serviço que você oferece?
- O local é acessível para trajetos a pé, de carro, transporte público ou bicicleta? Há estacionamento?
- O posicionamento do imóvel na quadra favorece o perfil do seu negócio?
- Há alto fluxo de veículos e pedestres? A região possui polos que atraem a movimentação de pessoas?
- As lojas vizinhas ao imóvel são complementares ao seu negócio?
- Há concorrentes – diretos e indiretos – na vizinhança? Sua estratégia é estar perto ou longe dos concorrentes?
- Que fatores podem mudar o perfil da região nos próximos anos?
- O custo do imóvel cabe no seu plano de expansão de lojas?
- Nunca dispense o trabalho de campo para validar os pontos anteriores.
Agora que você já sabe como escolher o ponto comercial mais adequado para expandir a sua rede, parta para a ação. É sempre bom criar uma ficha de avaliação de pontos, dando pesos diferentes para os fatores que citei, de acordo com o perfil do seu negócio.
Confira orientações para você não se arrepender da escolha do ponto comercial:
Evite lojas em frente a pontos de ônibus: a visibilidade ficará comprometida pela aglomeração.
Fique longe de locais que causem sensação de insegurança: no caso de lojas de rua, um exemplo disso são as praças mal iluminadas.
Encontre um diferencial para o seu negócio: vá em frente. Concorrentes existem em qualquer empreendimento.
Olhe o mapa da cidade em toda sua amplitude: tente detectar as principais necessidades locais. Áreas consideradas nobres não são as únicas opç~çoes para bons pontos comerciais
Tente não optar por locais em últimos andares: evite também corredores sem saída, pois eles apresentam pouco movimento.
Alguns municípios possuem legislação específica para determinados negócios: fique atento e verifique se é o caso do seu.
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Março, 2026
Tendências de consumo 2026: caminhos para pequenos negócios
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Crie programas de fidelidade ligados à sustentabilidade. Eduque o cliente sobre uso consciente e descarte correto. Bem-estar, sensorialidade e experiências memoráveis Em um mundo acelerado e hiperconectado, o consumo também se transforma em busca por conforto emocional, prazer e pequenas pausas na rotina. Experiências que despertam os sentidos e criam memórias positivas ganham relevância. Pequenos gestos, ambientes acolhedores e experiências sensoriais simples podem gerar grande valor percebido. Ideias para aplicar: Use aromas, texturas, cores e sons para criar identidade. Crie experiências personalizadas e momentos de surpresa. Associe seus produtos a bem-estar, autocuidado e celebrações do dia a dia. Valorize o contato humano e a experiência presencial. Preparar-se para 2026 é agir agora As tendências de consumo para 2026 mostram que crescer não significa apenas vender mais, mas vender melhor, com propósito, clareza e conexão humana. 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Março, 2026
Como emitir e pagar a guia DAS-MEI
A principal obrigação do MEI é pagar a “mensalidade” do MEI todos os meses, no dia 20. É muito importante esse pagamento, pois é através dele que você terá acesso aos seus benefícios previdenciários. Às vezes, nos deparamos com uma pessoa MEI que diz coisas assim: “ah... eu não paguei porque não tive tempo de ir na Sala do Empreendedor ou no Sebrae para emitir minha guia e eu não sabia como fazer isso”. Pois neste artigo vamos mostrar como é simples emitir a guia DAS-MEI. Inicialmente precisamos dizer que o MEI tem muitas opções para realizar a quitação das suas parcelas mensais. Aquela que consideramos a melhor opção é o débito automático. O MEI só precisa autorizar uma vez, e o débito ocorre automaticamente todos os meses, bastando controlar para garantir que tenha saldo suficiente no dia 20 de cada mês. Para isso, o microempreendedor precisa ter conta em nome do MEI ou mesmo de sua pessoa física (conta de terceiros não é aceita) em um dos bancos conveniados: 001 - Banco do Brasil S/A003 - Banco da Amazônia S/A004 - Banco do Nordeste do Brasil S/A021 - Banco Banestes S/A033 - Banco Santander (Brasil) S/A041 - Banco do Estado do Rio Grande do Sul S/A047 - Banco do Estado de Sergipe S/A070 - Banco de Brasília S/A104 - Caixa Econômica Federal237 - Banco Bradesco S/A341 - Itaú Unibanco S/A389 - Banco Mercantil do Brasil S/A748 - Banco Cooperativo Sicredi S/A756 - Banco Cooperativo do Brasil S/A Como esta lista é dinâmica e a qualquer momento pode ocorrer a inclusão de novos bancos, ou até a exclusão de algum, sugerimos a consulta quando tiver o interesse. Essa opção é formalizada no Portal do Simples Nacional, sendo necessário que o MEI tenha cadastrado o seu código de acesso. Outra opção é efetuar o pagamento on-line das guias DAS-MEI. Neste caso, precisa ter uma conta pessoa física ou jurídica no Banco do Brasil e, no dia em que desejar pagar, acessar o Portal do Empreendedor e escolher a opção pagamento on-line. Finalmente, temos a opção de gerar a guia DAS-MEI tanto pelo Portal do Empreendedor como pelo app MEI, da Receita Federal, ou pelo app Meu Sebrae, disponibilizado pelo Sebrae. Após gerar a guia DAS-MEI, você poderá escolher a forma de efetuar o pagamento conforme as opções descritas abaixo: Imprimir a DAS-MEI, se dirigir a uma lotérica ou agência bancária e realizar o pagamento; Utilizar o QR Code gerado e realizar o pagamento pelo internet banking ou pelo aplicativo do seu banco por meio de Pix; Utilizar o código de barras e pagar pelo internet banking ou pelo aplicativo do seu banco. Abaixo descrevemos algumas opções para você gerar/emitir a sua guia DAS-MEI. Passo a passo fácil pelo app Meu Sebrae Primeiro, você deve entrar na sua loja de aplicativos, App Store ou Play Store, e baixar o app Meu Sebrae. Com o app aberto, clique em criar conta; depois informe o seu CPF, seu nome, seu e-mail e sua data de nascimento. Para finalizar, escolha uma senha para acessar o aplicativo. Digite a senha mais uma vez para confirmar. Pronto, você estará cadastrado. Agora, na tela inicial do aplicativo, você deve clicar em “Serviços” e depois em “Serviços MEI”; em seguida, clique em “Pagamento de Contribuição Mensal” e em “Boleto de Pagamento”; em seguida, clique na opção “Cadastrar nova empresa” e, finalmente, informe o seu CNPJ. Agora é só escolher o ano da contribuição e o mês vigente e baixar o boleto da DAS. De forma simples e rápida, você gerou a guia DAS-MEI. Agora é só salvar e escolher a maneira que mais lhe convier para efetuar o pagamento: pelo QR Code com Pix; imprimir o boleto e ir a uma lotérica ou agência bancária para pagar; com o código de barras, pagar pelo internet banking ou app de seu banco. Passo a passo pelo app MEI da Receita Federal Na loja de aplicativos, App Store ou Play Store, baixe o app MEI. Na tela inicial do aplicativo, inserir o CNPJ, escolher a opção “Emitir DAS”; selecionar o ano e o mês para o qual você quer emitir a guia DAS; ela estará disponível e tem opção de exibir/salvar/compartilhar ou copiar o QR Code para pagar por meio de Pix. Passo a passo para emissão da guia DAS-MEI pelo Portal do Empreendedor Entre no Portal do Empreendedor na plataforma gov.br; Clique na guia “Já Sou MEI”; Depois em “Pagamento da Contribuição Mensal (DAS)”; Em seguida em “Boleto de Pagamento”; Preencha o CNPJ da sua empresa e clique em continuar; Clique em “Emitir Guia de Pagamento (DAS)”; Em “Informe o Ano-Calendário”, selecione o ano e clique em “OK”; Selecione o(s) mês(es) do ano que você deseja gerar o(s) boleto(s); Informe a data em que você deseja pagar o boleto e clique em “Apurar/Gerar DAS” (se for antes do vencimento ou se estiver vencido e deseja pagar no próprio dia da emissão não precisa preencher); Aparecerá na tela a mensagem “Os documentos DAS foram gerados com sucesso!” Clique em “Imprimir/Visualizar PDF”; Após a visualização, você pode imprimir, salvar ou compartilhar a guia DAS ou pagar conforme uma das modalidades já explicadas acima. Qualquer uma das formas descritas é segura e garante ao MEI estar com a sua obrigação em dia. Importante! O Sebrae está sempre disponível para ajudar o MEI e os micro e pequenos empreendedores em geral em todas essas etapas com consultorias e cursos on-line ou presenciais, muitos deles de forma gratuita. O empreendedor pode esclarecer dúvidas, buscar ideias e se qualificar em qualquer área que precise procurando cursos e consultores do Sebrae. É só acessar www.sebrae.com.br. Saiba mais: Portal do Sebrae: Cursos gratuitos on-line: O que você quer aprender hoje? Veja o que você precisa saber antes de virar MEI e quais são as principais obrigações do MEI após a formalização. Portal do Empreendedor: Pagamento da Contribuição Mensal (DAS); Emissão da Guia DAS-MEI. FONTES:1. Atenção ao novo valor de contribuição do MEI!2. MEI terá novo valor de contribuição3. Como emitir a guia DAS em menos de 1 minuto4. O que acontece se você formalizar seu MEI e não pagar mensalmente as guias do DAS?
Março, 2026
10 ideias de como ganhar dinheiro na internet sem sair de casa
São muitas as oportunidades que o mercado disponibiliza para quem deseja abrir um negócio. Com o avanço da tecnologia, uma janela de possibilidades se abriu para os profissionais que procuram a sua independência financeira trabalhando remotamente. Neste artigo, você vai conhecer 10 alternativas para empreender e começar a entender como ganhar dinheiro na internet sem precisar sair de casa. 1. Ganhe dinheiro como afiliado digital Pode ser que você nunca tenha ouvido falar nesse termo, mas provavelmente você já entrou em contato com um desses profissionais em compras realizadas via internet. Primeiramente, trataremos do afiliado digital, profissional que comercializa produtos em determinado site e é remunerado com uma comissão por cada venda realizada. Sim, muitas empresas disponibilizam suas plataformas para que pessoas se cadastrem como vendedores on-line. Em alguns deles, é possível tirar uma comissão de até 20%! Segundo pesquisa realizada pelo Sebrae no ano de 2021, considerando uma disponibilidade mensal de 120 horas, o potencial de renda média mensal é de R$ 2.400,00. Para esse tipo de trabalho, deve-se escolher os modelos com o quais você gostaria de trabalhar a divulgação: blogs, loja virtual, redes sociais. Uma dica para a escolha é pensar nas plataformas que você teria maiores facilidades em fazer o trabalho de vendas. Em seguida, busque pelos melhores programas de afiliados para os modelos escolhidos.Criar uma estratégia de marketing digital e colocá-la em prática será o foco do seu trabalho. Para ter sucesso é fundamental gerar tráfego para o seu site, use e abuse de SEO, redes sociais, e-mail marketing e muita, muita técnica. E então? Achou interessante? Antes de iniciar, pesquise bastante. O Sebrae preparou um conteúdo para de ajudar a começar a ganhar dinheiro na internet e se formalizar. 2. Ganhe dinheiro em casa como infoprodutor Já pensou em ganhar dinheiro online compartilhando o seu conhecimento com o mundo? Os infoprodutos se destacam pelo seu caráter facilitador, despertando automaticamente a simpatia do usuário, que enxerga neles uma solução prática para a sua necessidade de adquirir informações com simplicidade. Aomesmo tempo, em termos de venda, os infoprodutos são fáceis de comercializar pela sua adaptabilidade. Assim, é possível adequá-los a diversos tipos de negócio, garantindo a máxima de não colocar todos os ovos da sua empresa em um mesmo cesto. Produtos digitais como e-books estão em alta e são uma ótima oportunidade para quem deseja empreender. Isso porque você só precisa produzi-los uma única vez e pode vender quantas vezes quiser. Livros de receitas? Aulas de música? Dicas de marketing? São infinitas as possibilidades. Pense em algo no qual você é muito bom e invista nisso! Os formatos possíveis para a produção do conteúdo são diversos: e-books, e-magazines, vídeo aulas, audiobooks, podcasts e webnars. Essas são algumas das alternativas para produzir conteúdo sem sair de casa e comercializá-los e ganhar dinheiro na internet. Ficou interessado? Saiba mais sobre infoprodutos nessa cartilha preparada pelo Sebrae. Decidiu começar a produzir e comercializar? Veja como estar em dia com a receita federal ao produzir os conteúdos digitais. 3. Venda cursos on-line sem sair de casa Nosso terceiro tópico trata da venda de cursos online. Esse trabalho é semelhante ao do infoprodutor, pois você também empreende produzindo cursos pela internet. Além do e-book, você oferece cursos on-line voltados para o público interessado no assunto que você domina. É possível, inclusive, vender os dois produtos em conjunto e aumentar o seu faturamento. Uma outra possibilidade interessante é lançar cursos para outros profissionais interessados nesse mercado. 4. Monte uma revendedora e ganhe dinheiro na internet A revenda de produtos não é novidade para ninguém. Todo mundo conhece alguém que trabalha com isso, não é mesmo? Mas hoje em dia essa atividade está se transformando. Isso porque a quantidade de empresas que permitem que isso seja feito de forma totalmente on-line vem crescendo a cada dia. Nos últimos anos, o mercado se expandiu e, agora, vai muito além do comércio porta a porta. Grandes marcas de chocolate, beleza e perfumes procuram pessoas interessadas em negociar mercadorias de modo totalmente virtual. Revender produtos online é uma excelente maneira de montar uma loja virtual e começar a ganhar dinheiro na internet. Além disso, em geral não é necessário investimento financeiro para começar um negócio desse tipo. E aí? Essa opção é para você? Pensando nisso, o Sebrae oferece um curso gratuito te ajudar a montar sua primeira loja virtual. Não perca a oportunidade! 5. Agente de viagem Se você gosta de trabalhar com turismo, essa pode ser uma boa fonte de renda! Você sabia que algumas empresas do setor contratam profissionais para vender seus pacotes on-line? Isso mesmo! A maioria delas oferece um curso básico e um modelo de franquia para quem deseja trabalhar por conta própria, e de casa. Por meio da internet, você capta clientes e recebe uma comissão por cada pacote fechado. 6. Importação Já pensou em lucrar até 300% em um produto? Conhecido como dropshipping, o meio de comercialização de itens importados que tem atraído o interesse de muitas pessoas. Isso porque além da margem de lucro alta, o lojista não precisa de estoque para começar a trabalhar. E como funciona? O profissional atua como intermediário entre o cliente e o fornecedor. A partir de uma conta criada no site da empresa, você começa a vender os produtos sem se preocupar com o estoque nem com a entrega final, pois essas são responsabilidades do fornecedor. É uma ótima alternativa para quem deseja empreender, mas ainda não tem capital para investir. 7. Pesquisas on-line Quanto vale a sua opinião? Essa pergunta pode parecer estranha, mas muitas plataformas de pesquisas on-line pagam as pessoas por suas participações. As empresas contratam esse serviço para saber a opinião do público sobre novos produtos, ou sobre como melhorar aqueles que já estão no mercado. 8. Cuidado com pets Você gosta tanto de animais que até toparia cuidar dos pets de outras pessoas? A procura por esses profissionais tem crescido e aberto uma boa oportunidade para se fazer dinheiro. Atualmente, alguns aplicativos conectam os donos de cachorros a pessoas que possam passear com eles ou mesmo hospedá-los por algum período. Os passeios chegam a custar cerca de R$ 45, enquanto as hospedagens variam entre R$ 20 e R$ 200. 9. Monte um delivery de comida Se as suas habilidades estão relacionadas à culinária, essa é a sua chance de transformar a sua cozinha em um restaurante! Você pode cadastrar o seu negócio em aplicativos de delivery e selecionar a opção de plano com entregador. Assim, você não precisa se preocupar com os custos de entrega ou com a criação de uma loja virtual própria. 10. Serviços e soluções digitais Como não poderia ser diferente, trabalhar com soluções digitais é perfeitamente possível de ser feito de casa. Isso porque, como visto acima, área de tecnologia está em alta e a demanda por mão de obra qualificada não para de crescer. Se a sua especialidade é relacionada à área, essa é uma ótima alternativa para empreender. Alguns exemplos de serviços são: desenvolvimento de sites, criação de softwares e aplicativos e web design. Até mesmo alguns serviços de suporte de informática podem ser realizados de modo virtual. Por fim, sabemos que empreender demanda tempo, conhecimento e persistência. Como vimos aqui, são muitas as oportunidades e diversos os ramos em que você pode atuar de casa e sem precisar de um grande investimento financeiro para começar. Descubra outras ideias e dicas que podem te interessar10 ideias de negócios para ganhar mais de 4 mil reais por mêsAcesse todas as Ideias de Negócios do Sebrae
Março, 2026
Oficinas de empreendedorismo para o ensino técnico e superior
Conteúdos sobre empreendedorismo para aplicação em sala de aula, que contribuem para o desenvolvimento de competências empreendedoras. Acesse ao lado e baixe gratuitamente nossos ebooks.
Março, 2026
Atitudes Empreendedoras e Tipos de Empreendedorismo
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Março, 2026
Startup Garage
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Março, 2026
Apicultura no semiárido: oportunidade de negócio sustentável
O Nordeste apresenta um dos maiores biomas para produção de mel do mundo: o semiárido. O agreste e a Zona da Mata da nordestina – faixa de mata atlântica situada à beira do litoral nordestino –, também são regiões que apesar de serem pouco faladas, possuem alto potencial na produção de pólen e própolis vermelho. A atividade comercial realizada a partir da criação de abelhas chama-se apicultura, um ramo da zootecnia que tem sido uma grande fonte de renda no sertão brasileiro. Por meio desta técnica, é possível extrair produtos como pólen, mel, própolis, geleia real e outros. Propriedades do mel O mel é um produto natural muito nutritivo e com diversos benefícios à saúde. A composição do mel é rica em antioxidantes – substâncias que têm a capacidade de proteger as células contra várias doenças como câncer, Alzheimer e doenças crônicas. O composto também regula os níveis de colesterol e triglicerídeos, o que colabora com a diminuição do risco em contrair doenças cardíacas. Além disso, o mel é indicado para aliviar os sintomas gripais, como tosse, dor de garganta e inflamações. Negócios A criação de abelhas é uma atividade que contribui muito para a preservação de ecossistemas. A presença das abelhas é fundamental para a biodiversidade de um ambiente por causa da polinização. A polinização é o transporte do grão de pólen de uma flor para a sua parte reprodutiva. Esse serviço ambiental das abelhas é responsável pela regeneração de florestas, manutenção da biodiversidade e garantia da produção de muitos alimentos da terra que são de consumo humano. Para o apicultor, o setor da agro apicultura pode oferecer benefícios como: Variedade nas formas de empreender – polinização de ecossistemas, comercialização de produtos, entre outros; Dispensa uma propriedade de terra – a área para instalação de apiário pode ser bem pequena; Produz diversos produtos – mel, pólen, própolis, cera, entre outros; Geração de empregos e fonte de renda no campo – como é um negócio lucrativo, para os apicultores pode ser uma grande oportunidade de renda. Calendários apícolas No Nordeste, existem cerca de nove calendários apícolas, com datas distintas e situações climáticas que se diferem. Para o desenvolvimento da apicultura, segundo o Mestre e Doutor em Apicultura, Afonso Odério, existem dois grandes momentos do ano: a chuva e a seca. A chuva é como se fosse um ponto de partida para a vegetação e a abertura de botões de flores, quando o apicultor deve trabalhar com foco no aumento da produção. Faz parte do processo de seleção natural que na seca o apicultor perca até 20% dos enxames. Bioma nordestino Um dos pontos que caracteriza o Nordeste como bioma de maior potencial de produção de mel do mundo são as suas características específicas. Entre elas, está o fato de a vegetação ser baixa, diferente da Mata Atlântica, por exemplo. Quando a vegetação é mais densa, ela requer mais condições climáticas chuvosas. Logo, o bioma nordestino é definido como vegetação rasteira, fauna e flora que se adaptam ao período de estiagem, diversidade de plantas nativas e espécies que soltam flores. O Sebrae é um dos principais apoiadores do setor da Agro Apicultura no Nordeste, com polo de atuação no município de Petrolina, em Pernambuco. O mercado vasto e crescente de Petrolina na apicultura oferece uma série de mecanismos que favorecem o homem do campo. Quer conhecer mais sobre o tema? Assista o Seminário Uma Oportunidade de Negócio Sustentável, produzido pela equipe do Sebrae de Petrolina. Confira também a nossa cartilha completa sobre Apicultura e Sustentabilidade.
Março, 2026
Posicionamento de marca: o que é e como fazer marketing de comunidade
Se você é um empreendedor e já percebeu que não é eficiente ter uma estratégia de marketing que foque apenas na venda do produto, parabéns! Você está no caminho certo, por onde muitas empresas decidiram trilhar nos últimos anos, investindo mais de R$ 45 bilhões, tudo para poderem aproximar-se ainda mais dos seus clientes, promovendo conexões emocionais e relacionamento de qualidade. É nesse sentido que atua o chamado marketing de comunidade, também conhecido como comunidade de marca, ou seja, de forma voluntária, ocorre o agrupamento de pessoas que desenvolvem relações afetivas com determinado produto ou serviço oferecido por uma marca. Os membros dessas comunidades de marca, unidos pela paixão pelo produto ou serviço que ela oferece, são identificados como brand lovers. Assim, a criação de uma comunidade representa a oferta de um canal para intensificar esse relacionamento direto com os clientes, aproximando ainda mais pessoas e marcas. Ter uma comunidade de marca é ter fãs, muito mais que consumidores. Isso porque clientes satisfeitos tornam-se defensores dela - eles não perdem um conteúdo ou lançamento, anúncio -, numa relação que envolve muitos outros aspectos, além dos comerciais. São esses consumidores que participam de comunidades de marca. Assim, quando o cliente se identifica com os valores da marca, ele encontra na comunidade uma sensação de pertencimento, estabelecendo conexões que o fidelizam. Veja a seguir algumas marcas que possuem comunidades. Starbucks: nesta comunidade, o espaço dos clientes está destinado não só para as conversas sobre o produto, mas também permite que os amantes de café deem ideias de novos produtos e recebam propostas por elas. Sephora: outro bom exemplo de marketing de comunidade é o da marca varejista Sephora, que criou Beauty Talk, um espaço para os consumidores falarem sobre os produtos da empresa, trocarem dicas e comunicarem-se como acharem melhor. Neste caso, a própria empresa está incentivando os clientes a se reunirem em um determinado local e a falarem sobre ela. O resultado disso é o grande número de menções feitas mensalmente à empresa nas redes sociais. Melissa: a marca Melissa também aderiu a essa tendência do marketing de comunidade e desenvolve ações de relação com o seu fã-clube desde 2016, incentivando a cocriação de eventos, participação em debates, encontros para troca de informações, além da apresentação antecipada da coleção e até mesmo para discussões de estratégias e desenvolvimento de produtos. Aproveitando o Mês do Consumidor, a marca lançou o "Dia da Melisseira", com a distribuição de 60 mil vouchers em todos os clubes da marca no Brasil. Raquel Scherer, gerente geral da Melissa, afirma que “é uma tarefa contínua entendermos como estreitar ainda mais a relação com esta comunidade tão grande que possui conexão verdadeira e longeva conosco”. Acompanhe, no infográfico a seguir, dicas para criar e manter a sua comunidade de marca. Busque mais informações no Sebrae pelo número 0800 570 0800.
Fevereiro, 2026
Como fazer uma abordagem de vendas
Alguns vendedores acreditam que fechar uma venda se resume a oferecer um produto, vencer todas as objeções de maneira sistemática e guerreira e forçar a decisão de compra. Outros, acreditam que é preciso sufocar o cliente, repassando um monte de informações, mesmo que inúteis, e ainda há aqueles que entendem que nada supera uma boa lábia. É claro que existem vendas e vendas, em alguns casos o cliente está tão propenso a comprar, que ele praticamente já tomou a decisão, e é somente o vendedor falar poucas palavras e partir para o empurrãozinho final. Já, em outras situações, a questão é um pouco mais complexa, porque existem muitas incertezas, o cliente não tem a segurança de que aquela é a melhor compra, ou existem muitas barreiras, algumas estão apenas na mente do cliente e ele não se dispõe a falar de forma muito transparente sobre os motivos que afetam a sua decisão de comprar. Para isso, é necessário saber que o processo que vai proporcionar uma grande eficiência na condução da venda é chamado de abordagem. Ela é o primeiro contato do vendedor com o comprador. É tão importante, que palavras mal utilizadas, ou sem o mínimo de sensibilidade podem gerar uma barreira intransponível, por isso a importância de aplicar técnicas eficientes de abordagem do comprador. Outro aspecto a considerar no momento em que o vendedor entra em ação e faz o primeiro contato é compreender que a abordagem é um processo quase que totalmente emocional e, que além de falar, o vendedor precisa estar muito atento e observar profundamente as reações do cliente. É necessário compreender os sinais positivos ou negativos que este emite através das palavras, da linguagem corporal e especialmente dos olhos, “os espelhos da alma”. Logo, a primeira dica é “olho no olho”. Veja a seguir algumas dicas sobre como o vendedor deve agir ao iniciar o primeiro contato. Inicie o contato da forma mais agradável possível, sem transparecer artificialismo, às vezes até o sorriso pode parecer artificial. Lembre-se de que o outro lado é um ser humano, e não um objeto ou mesmo o valor de uma comissão. Por isso, é importante, se não souber, perguntar o nome da pessoa, a psicologia explica que o nosso nome é um fator muito importante da nossa identidade, por isso tratar as pessoas pelo nome é fundamental no processo de abordagem. Saiba o que falar. As pessoas são diferentes, por isso, tenha uma pequena lista de palavras para utilizar com pessoas diferentes, observe bastante as características do comprador, antes de fazer o primeiro contato. Pessoas falantes precisam que você as deixe falar, tímidos precisam ser estimulados, conservadoras exigem tratamento mais formal, pessoas mais simples precisam que você fale numa linguagem que eles possam entender, e não gostam de muitas informações e de coisas que não entendem, pessoas mais diretas não gostam de perder tempo com muitas explicações. A melhor forma de entender o jeito de iniciar o primeiro contato é, a cada vez que falar, observar as reações do comprador e, se perceber contrariedade ou outros sinais negativos, fazer a mesma fala de forma diferente. Inicie por uma pergunta, cuidando para não parecer agressivo, ou que é mais inteligente e perfeito que o comprador, pois às vezes os vendedores acreditam que os compradores são ignorantes ou idiotas. Por isso, cuidado ao formar uma opinião de cara, apenas observando o comprador, porque vai criar na sua mente uma imagem e você vai acreditar ser verdadeira, lembre-se de que nem sempre a primeira imagem é a real. Faça perguntas abertas. Uma pergunta aberta é aquela em que a resposta não poderá ser um sim ou um não, é aquela em que o cliente deverá falar um pouco mais. As perguntas que têm como resposta somente um sim ou não não iniciam, de fato, um diálogo e, quando isso acontecer, solicite do comprador mais informações, tipo “por que o senhor/senhora acha isso?” Saiba o que não falar. Evite palavras que possam gerar resistência por parte do comprador, especialmente as palavras que possuem negatividade como “o senhor foi enganado pela outra empresa”, ou palavras que podem soar como uma mentira para forçar a venda como promessas que jamais serão cumpridas, palavras que desmentem o que você falou antes ou mesmo palavras que podem passar intimidade como “querida”, “amor”, “minha flor”. O primeiro contato deve ter como objetivo criar um clima favorável para que a venda possa ser realizada numa atmosfera de confiança, respeito e abertura em que ambas as partes, comprador e vendedor, percebam que independentemente de a venda ocorrer nesse momento, outras oportunidades podem surgir. O comprador vai sempre se lembrar do vendedor que proporcionou a criação de um relacionamento longo e duradouro. Empreendedor, você pode desenvolver as suas habilidades de vendas por meio de conteúdos, cursos e ferramentas disponíveis no Portal Sebrae. Aproveite e faça a sua inscrição para os dois cursos EaD que preparamos para você: Como aumentar suas vendas e Como vender mais e melhor.
Janeiro, 2026
Gestão do tempo: como otimizar o uso do seu tempo
Uma boa gestão de tempo pode fazer toda a diferença no dia a dia de um empreendedor e também pode ser uma das chaves para o sucesso a médio e longo prazo. Neste artigo, baseado no podcast Uber Avança, o Sebrae traz dicas de gerenciamento de tempo que podem ajudar a a obter melhores resultados no seu negócio. Ao falarmos de tempo, temos uma certeza: ele é imutável e igual para todos. É impossível esticar os minutos, encolher as horas ou acrescentar mais um dia na semana. Assim, mesmo se não o utilizarmos adequadamente, ele nunca mais voltará. Importante também destacar que não é possível fazer uma gestão do tempo, em si. O que é possível é gerenciar o nosso comportamento frente à forma por meio da qual lidamos com o tempo, no intuito de utilizá-lo de maneira mais eficiente e proveitosa. E compreender que isso irá fazer toda a diferença em nossa vida e em nosso trabalho. Quando se tem prioridades, metas e planos bem definidos, é possível organizar as atividades e encontrar tempo para tudo. Assim, a gestão do tempo vai além de métodos, relógio e velocidade; ela está mais voltada à visão que se tem do mundo, de planos e de desejos. Por esse motivo, cada pessoa tem uma rotina própria, bem como prioridades e sonhos diferentes. Então, analise sua vida, seus objetivos, suas metas, suas prioridades e sua rotina e verifique qual é a média de tempo demandada por cada atividade do seu dia a dia. Se organize com base nesses dados, não se esquecendo de reservar momentos para o lazer, o descanso, a saúde e a família. Tudo que for imprescindível para você deve estar dentro do gerenciamento de seu tempo. Quando administramos bem o tempo gasto com o trabalho, consequentemente beneficiamos todas as outras áreas da nossa vida. Confira algumas dicas a seguir: Defina as suas metas e seus objetivos e depois estabeleça as ações necessárias para alcançá-los. Não existe uma única maneira de organizar o seu tempo. Você só precisa encontrar aquela que melhor se adapta ao seu dia a dia. Importante: não confie na memória. Tenha tudo sempre anotado. Você pode escolher um método simples, como uma agenda ou um bloco de anotações, ou opções que envolvam as tecnologias, como o celular, a agenda de e-mail, os sites e os aplicativos. Classifique a prioridade das ações em função dos resultados que você quer e precisa alcançar. Ou seja, o que é mais importante para que você consiga atingir as suas metas? Planeje o que, onde e quando fazer, bem como quem poderá ajudá-lo, quanto tempo levará e quanto custará. Muitas vezes, quebrar as ações maiores em atividades menores é recomendável, pois isso leva à realização da atividade maior com mais eficiência. Dessa forma, cada etapa pode ser comemorada, para se sentir mais motivado para seguir em frente. No caso das tarefas diárias, você pode fazer uma lista mensal, uma semanal e uma diária com as tarefas importantes, colocando-as em ordem de prioridades. Outro ponto importante a ser destacado são os chamados drenos ou ladrões de tempo. Comportamentos que desviam a atenção ocasionam na perda de minutos ou horas preciosas. Confira: Perfeccionismo: o foco sempre deve estar na excelência dos produtos ou serviços prestados, mas o excesso de zelo e o perfeccionismo podem prejudicar a produtividade, ao se gastar muito tempo com uma atividade específica, em busca de uma suposta perfeição. Dificuldade de filtrar as distrações: conferir as redes sociais a cada cinco ou dez minutos parece não interferir, mas é um grande ladrão de tempo. Por isso, evite essa prática. Reserve momentos para navegar nas redes, se atualizar sobre as notícias e até para bater papo com os amigos, mantendo sua atenção no trabalho durante o período que foi a ele destinado. Não definir prioridades: quando tudo é urgente, nada é urgente. Assim, fazer várias tarefas ao mesmo tempo pode parecer produtivo, mas atrapalha o foco e organização do tempo. Portanto, realizar tarefas por completo, seguindo uma ordem de prioridade podem aumentar a produtividade. Procrastinação: é uma grande inimiga da produtividade. Se trata de um dreno usado para delongar tarefas. Por exemplo, se você tem o prazo de um dia para executar algo, vai buscar fazê-lo em um dia. Se o prazo for de dois dias, a tendência é deixar para fazer no final do segundo dia. Outro exemplo ocorre quando se tem uma tarefa realmente significativa para desempenhar, mas pequenas coisas, menos importantes naquele momento, são colocadas na frente, como lavar a louça, checar as redes sociais. O importante é ter foco e seguir o seu gerenciamento de tempo, de acordo com as prioridades, buscando fugir das distrações. Transforme tudo em hábito: com disciplina, comprometimento e organização, é possível transformar todo o seu planejamento em hábitos. Dessa forma, se internaliza a mentalidade produtiva. É um processo gradativo, mas que é viável e que pode trazer resultados efetivos para sua vida e para os seus negócios. Reforçando: não esqueça dos momentos de descanso e lazer. O equilíbrio entre vida pessoal e profissional é essencial para o sucesso. Com organização e planejamento, é possível ser um empreendedor com ótimos resultados e ter tempo de qualidade para você. Acesse aqui cinco dicas sobre como melhorar o gerenciamento do tempo. Coloque em prática esses conhecimentos e torne seus dias mais produtivos.

