Confira o que o Sebrae do seu Estado tem para você.
Já é MEI ou quer se tornar um formalizando seu pequeno negócio? Tudo sobre MEI você encontra aqui.
Saiba maisNovos tempos inspiram novos desafios. Veja o que preparamos sobre educação empreendedora.
Saiba maisVeja iniciativas do Sebrae que contribuem para a transformação dos municípios brasileiros.
Saiba maisOfertamos capacitações, consultorias e ações de acesso ao mercado com o objetivo de impulsionar sua produtividade e garantir que seu crescimento seja não apenas notável, mas verdadeiramente sustentável. Faça parte de um grupo que transforma desafios em oportunidades e eleve seu negócio para novos patamares. Junte-se a nós e conquiste o futuro que sua empresa merece! Inscrições encerradas: Inova Beleza (MEI) inscrições de 01/02 até 01/03 Acelera Gastronomia inscrições de 01/02 até 03/03 Conexão Terceiro Setor inscrições de 08/02 até 15/03 Web Summit inscrições de 19/02 até 03/03 UpGrade TI - Aceleração de Vendas inscrições 04/03 a 25/03 UpGrade TI - Gestão e Transformação inscrições 04/03 a 25/03 Sebrae Delas inscrições 08/03 a 08/04 Música Tocando Negócios inscrições 11/03 a 01/04 Economia Prateada inscrições 13/03 a 11/04 Mãos Criativas inscrições 19/03 a 14/04 Fortalecimento Sustentável inscrições 18/03 a 17/04 Mercado Pet inscrições de 21/02 até 16/04 Mães Atípicas inscrições 26/03 a 19/04 Inova Saúde inscrições 04/03 até 25/04 LGBTQIAPN+ inscrições 20/03 a 24/04 Capital Empreendedor inscrições 26/03 a 25/04 Startup Win Operação e Tração inscrições 01/04 a 30/04 Startup Win Ideação inscrições 01/04 a 30/04 Inova Beleza (ME e EPP) inscrições 04/03 a 08/05 Fortalecimento da Cadeia de Fornecedores inscrições 26/03 a 08/05 Moda Indústria inscrições 06/03 a 15/05 Tempero de Favela inscrições 15/04 a 15/05 Petróleo e Gás inscrições 15/04 a 10/05 Prointer Bio&Tech inscrições até 14/05 Escola 5.0 inscrições de 01/04 até 16/05 Tatuagem e Piercing inscrições de 08/04 até 17/05 Negócios Industriais inscrições de 27/02 até 19/05 Proglobal inscrições de 29/04 até 21/05 Rodas do Empreendedorismo inscrições de 02/05 até 24/05 Mercado Editorial inscrições 15/04 a 07/06 Construção Civil inscrições 29/02 a 28/05 Panificação e confeitaria inscrições 27/03 a 31/05 Afroempreendedorismo inscrições de 03/05 até 02/06 Moda Circular inscrições de 06/05 até 21/06 Audiovisual em perspectiva inscrições de 17/05 até 21/06 Acesso a Mercado - Feiras COTERIE E MAGIC NY 2024 inscrições de 17/06 até 24/06 Games inscrições de 03/06 até 14/07 Edital Meu Negócio + Tech inscrições até 06/07 Impacta inscrições até 16/07 Fábricas Verdes inscrições até 30/07 Edital Acesso a Mercado - Feiras SIAL PARIS 2024 inscrições até 24/07 Edital Top Empreendedor inscrições até 28/07 Startup Win Porto do Açu inscrições de 10/07 até 28/07 Canton Fair 2024 inscrições até 28/07 Eficiência Energética inscrições 22/03 a 30/11 Agente de crédito e finanças inscrições de 12/06 até 16/08 Comunicados: Comunicado 01 - Prorrogação do Prazo para Divulgação do Resultado - Canton Fair 2024. Fique por dentro dos projetos que estão abertos em 2025! Clique aqui.
Ofertamos capacitações, consultorias e ações de acesso ao mercado com o objetivo de impulsionar sua produtividade e garantir que seu crescimento seja não apenas notável, mas verdadeiramente sustentável. Faça parte de um grupo que transforma desafios em oportunidades e eleve seu negócio para novos patamares. Junte-se a nós e conquiste o futuro que sua empresa merece! Editais abertos Capacitação de Fornecedores inscrições 21/1 a 07/04 Plástico inscrições 28/1 a 01/04 ESG inscrições 1/2 a 1/3 Gráfico inscrições 1/2 a 28/3 Moveleiro inscrições 1/2 a 21/3 Construção Civil inscrições 4/2 a 4/4 Petróleo e Gás inscrições 10/2 a 28/3 Panificação e confeitaria inscrições 10/2 a 26/3 Indústria da Moda inscrições 18/2 a 30/3 Transcender LGBT inscrições 25/2 a 29/3 Sebrae Delas inscrições 10/3 a 13/4 Startup Win Ideação inscrições 10/3 a 10/4 Upgrade TI: Gestão em Transformação inscrições 10/3 a 10/4 Upgrade TI: Aceleração de vendas inscrições 10/3 a 10/04 Meu negócio + Tech inscrições 12/3 a 10/4 Música tocando negócios inscrições 14/3 a 31/3 Gestão à mesa inscrições 14/3 a 10/4 Economia Prateada inscrições 17/3 a 17/4 Inova Saúde inscrições 17/3 a 17/4 Audiovisual em perspectiva inscrições 17/3 a 21/4 Imersão ESG inscrições 18/3 a 18/04 Mãos Criativas inscrições 21/3 a 13/4 Startup Win Operação e Tração inscrições 21/3 a 24/4 Inscrições encerradas: Inova Beleza Profissionais (MEI) inscrições 3/2 a 6/3 Energias Renováveis inscrições 21/1 a 14/3 ALI Produtividade inscrições 21/1 a 28/2 Proglobal inscrições 21/1 a 23/2 Conexão 3° setor inscrições 27/1 a 24/2 Inova Beleza gestores inscrições 24/2 a 21/3
Abrir um MEI e obter um CNPJ é facil, mas antes de abrir é importante se atentar para os direitos e deveres. Cada vez mais, brasileiros que trabalham por conta própria reconhecem a importância de se registrarem como microempreendedores individuais (MEI). Segundo levantamento divulgado pelo Ministério da Economia em março de 2022, com dados da Receita Federal e a participação do Sebrae, 3,9 milhões de pequenos negócios foram criados em 2021, um aumento de quase 20% em relação ao ano anterior. Destes, 3,1 milhões – ou cerca de 80% do total de Cadastros Nacionais de Pessoas Jurídicas (CNPJs) – optaram por serem microempreendedores individuais (MEI). Quais as vantagens de ser MEI? Direito de emitir notas fiscais para seus clientes, evitando a perda de negócios, pois, além de dever do empresário, a emissão do documento é direito do consumidor; Tributação reduzida, com pagamento mensal do documento de arrecadação (DAS-MEI); Acesso a benefícios previdenciários, como o auxílio-doença, em caso de incapacidade de trabalhar por problemas de saúde, entre outros. Mais adiante falaremos mais sobre os benefícios. Mas vale lembrar que, para desfrutar de tudo isso, o primeiro passo é ter um CNPJ ativo, ou seja, registrar a empresa. O registro no portal do governo é de graça. O único custo para se manter como MEI é o recolhimento mensal do imposto, desde que o empreendedor não ultrapasse o teto de receitas anual de R$ 81 mil – o que provoca a cobrança de multas por excesso de faturamento. Fique atento: inscrição como MEI não tem custo! Muitas pessoas, quando vão procurar o endereço virtual para abrirem sua empresa como microempreendedores, acabam clicando em links de sites que cobram para fazer o registro, em troca de assessoria técnica para o empreendedor. Além de oferecer conteúdo sobre empreendedorismo e o universo empresarial, tais páginas trazem orientações – às vezes personalizadas – para abrir, alterar ou cancelar o CNPJ MEI, bem como dicas para a declaração anual. Porém, se você não quer contratar esses serviços adicionais, tenha a certeza de estar entrando no verdadeiro Portal do Empreendedor. Nunca imprima boleto nem faça Pix se não tiver certeza de que aceita comprar tais serviços. A inscrição como MEI no governo é de graça! Passo a passo – como Abrir um MEI Grátis em 2024 É necessário realizar login no ambiente gov.br (que centraliza o acesso do cidadão a diversos serviços sociais e outros portais do governo). Se o empreendedor não tem esse cadastro prévio, deve fazê-lo em https://sso.acesso.gov.br. Após o acesso ao ambiente gov.br, o empresário precisará criar seu MEI no Portal do Empreendedor. Acesse e siga as instruções fornecendo as informações solicitadas. Como já dissemos, a formalização é gratuita! Acabou? Não se esqueça do pagamento mensal das contribuições. Uma dica: embora a declaração de receitas seja anual (analogamente à das pessoas físicas, que todos os anos declaram o Imposto de Renda conforme a sua faixa de renda), não deixe acumular vários meses de contribuições para só resolver as pendências na época de sua declaração como MEI (já que os débitos impedem o envio da declaração). Além de o montante ficar alto, há correção do montante com a cobrança de juros mensais! Quanto pagar para se manter como MEI em 2024? Conforme o ramo de atividade, a contribuição mensal do MEI varia entre de R$ 70,6 a R$ 76,6 a depender do ramo de atividade e Mei caminhoneiro pagará mensalmente entre R$ 169,44 a R$ 175,44. Veja neste vídeo como abrir o MEI (CNPJ), publicado no canal Sebrae Talks Que atividades o MEI pode desenvolver? Ser microempreendedor não significa estar restrito em sua atuação profissional. A lista de atividades cadastradas já cresceu bastante desde que foi criada. Confira as aqui. Ainda ficou com dúvidas? O Sebrae ensina tudo que você, empreendedor ou aspirante, precisa saber sobre o MEI. Quer continuar sua jornada para se tornar MEI? Acesse agora um curso preparado pelo Sebrae e inicie sua trajetória empreendedora hoje mesmo!
Centro Sebrae de Referência em Educação Empreendedora
31 Soluções para sua empresa
Conheça o sistema de emissão de nota fiscal do Sebrae
Uma nova forma de criar Planos de Negócios
Sistema para instrutores e Consultores
Fique por dentro de todas as licitações Sebrae
Participe do Up Digital Marketing!
Aprenda a se destacar no digital
Centro Sebrae de Referência em Educação Empreendedora
31 Soluções para sua empresa
Conheça o sistema de emissão de nota fiscal do Sebrae
Uma nova forma de criar Planos de Negócios
Sistema para instrutores e Consultores
Fique por dentro de todas as licitações Sebrae
Participe do Up Digital Marketing!
Aprenda a se destacar no digital
Uma gestão de custos de qualidade é onde começa seu sucesso financeiro! É muito importante que o empreendedor conheça o próprio negócio para não deixar, nas mãos de terceiros, cuidados essenciais como uma boa gestão de custos. O conhecimento do assunto auxilia o proprietário do negócio a ter uma boa gestão financeira, administrar e controlar os custos gerados na produção e comercialização de serviços ou produtos. O preço final de um serviço prestado ou produto vendido depende do quanto é investido para que ele exista. Quando não tem uma gestão de custos eficaz, a empresa pode cobrar valores que não condizem com a realidade, podendo prejudicar margens de lucro, volume de vendas ou o andamento geral do negócio. Como detalhar os custos do empreendimento? Primeiramente, é preciso ter em mente que os custos se dividem em variáveis e fixos. Os fixos são aqueles gastos rotineiros, como pagamento de contas, fornecedores, funcionários, aluguel, entre outros. Os custos variáveis correspondem a tudo o que é gasto para produzir ou comercializar o seu produto ou serviço como por exemplo, os impostos sobre mercadoria e comissões de vendedores. Procure fazer um registro de todos os gastos, para que seja possível identificar investimentos desnecessários e outros que mereçam uma atenção especial, por resultarem em maior qualidade ou volume de vendas. Estabelecer um calendário ou tabela de metas mensais ajuda a controlar os gastos, tanto fixos quanto variáveis. O controle de gastos é essencial para fornecer as informações necessárias sobre a rentabilidade e desempenho das atividades da empresa. Além disso, essa gestão auxilia o planejamento, controle e desenvolvimento das diversas operações da empresa. O que é uma boa gestão de custos? Sem dúvidas, ter um controle de custos eficiente se tornou uma medida certa para a manutenção da saúde organizacional de uma empresa. Quando mal feito, invariavelmente interfere nos resultados planejados e implica em possível queda de produtividade. Mas, afinal, como podemos medir se estamos executando uma gestão eficaz? Um bom controle depende de disciplina. Se sua equipe de gestão tiver a capacidade de analisar constantemente os procedimentos financeiros, detalhá-los em planilhas e registros organizados e souber pescar oportunidades de investimentos para que sua empresa possa crescer de forma sustentável, podemos chegar à conclusão que sua empresa está realizando um controle de qualidade. De qualquer forma, o aconselhável para um bom início é seguir as regras básicas de organização e análise. Se seguidos com qualidade, o caminho mais provável será o de desenvolvimento e capacidade de gerir os números de sua empresa. Controlando e analisando, sua empresa só tem a ganhar Se a sua empresa investir em gestão de custos eficaz, provavelmente gastará menos e lucrará mais. Com os dados obtidos durante esse levantamento rotineiro, é possível conseguir informações valiosas que influenciarão diretamente na tomada de decisões. Não importa o valor, vale registrar tudo o que entra e sai da empresa. Assim, fica mais fácil atingir o crescimento almejado. Saiba mais: Conheça os cursos online do Sebrae, utilize o filtro de "Finanças" para selecionar cursos sobre o assunto.
Muitas pessoas consideram a tomada de um empréstimo como uma decisão arriscada. Muitas vezes quem precisa de empréstimo não tem certeza que terá recursos para quitá-los posteriormente. Mas a verdade é que a tomada de crédito de forma bem planejada, a juros baixos e com boas condições, pode servir para alavancar seu negócio ou até mesmo para dar o passo inicial da sua trajetória empresarial. Outro desafio, especialmente para pequenos empreendedores é conseguir a confiança da instituição financeira. Mas se os bancos tradicionais costumam dificultar a adesão e a liberação de crédito, a tecnologia vem trazendo novas maneiras de receber esse tipo de ajuda. Uma nova modalidade tem revolucionado o mercado financeiro. São as chamadas Fintechs, empresas que usam tecnologia inovadora para oferecer soluções na área de serviços valorizando sempre a experiência e necessidade do usuário. Mas como operam as Fintechs? O nome dessas empresas vem da união das palavras financial (finanças) e technology (tecnologia). Elas funcionam como bancos virtuais, sem agências físicas, onde todos os processos funcionam de forma on-line. Assim, pequenos empreendedores podem adquirir crédito de maneira simplificada e a juros menores do que os aplicados pelos bancos tradicionais. Toda a análise de crédito ocorre por meio de ferramentas digitais. Como acessar linhas de crédito por meio das Fintechs? No Brasil, existem diversas Fintechs em operação e o número só cresce. Somente a Associação Brasileira de Fintechs (ABFintechs) possui cerca de 300 empresas credenciadas. Por isso, são muitas modalidades e diversas formas diferentes de se acessar as linhas de crédito para empreendedores. Porém, o que todas buscam é disponibilizar crédito ágil e sem burocracia por meio de aplicativos e sites. Por essa política e essa postura inovadora no mercado financeiro, o setor apresentou um crescimento de mais de 350% entre 2015 e 2017. Basta buscar os nomes delas na internet e pesquisar quais delas tem condições mais atrativas para sua necessidade. As Fintechs são seguras? Sim! As Fintechs já são uma realidade no Brasil e no mundo e tem transformado a maneiro com que empreendedores lidam com o dinheiro, de forma mais segura e prática. Além disso, elas são legalizadas no país e são reguladas pelos três órgãos que atuam nesse segmento no Brasil. São eles: Banco Central (Bacen); Comissão de Valores Monetários (CVM); Superintendência de Seguros Privados (Susep). Mas, para garantir uma solicitação de crédito segura, conheça o curso que o Sebrae preparou para te ajudar a gerenciar as finanças da sua empresa. É gratuito! Com planejamento financeiro e o suporte das Fintechs, é possível levar sua empresa a outro patamar. Confira outras dicas do Sebrae de como montar o planejamento financeiro da sua empresa. Confira dicas de como montar o planejamento financeiro da sua empresa e se destacar nos negócios: Confira a melhor modalidade de crédito para o seu negócio acessando a lista com as principais fintechs que o Sebrae separou para você. Para saber mais sobre as Fintechs confira este vídeo preparado pela ABFintechs.
Em momentos de incerteza econômica, é essencial que o empreendedor “arrume a casa” e organize todos os processos gerenciais do negócio. O coração desses processos gerenciais é a gestão financeira. Uma boa gestão financeira permite ao administrador conhecer a atual situação da sua empresa a partir de indicadores econômicos, obtendo dessa forma dados consistentes para projeção de cenários com o objetivo de manter os ganhos da empresa e honrar os compromissos assumidos com terceiros. Os controles financeiros são os principais componentes da gestão financeira. Em momentos de crise, tão importante quanto controlar as obrigações já existentes é evitar a contração de novas dívidas. Essas ferramentas podem ajudar você a atravessar a crise sem que as contas saiam do controle. Neste conteúdo da série Negócio na prática, a especialista em pequenos negócios Érika dos Santos ensina algumas dicas para que você possa ter controle financeiro sobre o seu empreendimento.
O capital de giro é composto pelos recursos (dinheiro, crédito, estoques etc.) que são necessários para bancar a liquidez, isto é, possibilitar que a sua empresa continue funcionando. Por que é tão importante? O capital de giro garante a saúde financeira da empresa, proporcionando: Oferecer financiamento aos clientes (nas vendas a prazo); Manter os estoques; Pagar fornecedores (compras de matéria-prima ou mercadorias de revenda), impostos, salários e demais custos e despesas operacionais. O capital de giro é a diferença entre os recursos disponíveis em caixa e a soma das despesas e contas a pagar.
Crises exigem dos empreendedores um alto nível de controle sobre suas finanças, especialmente porque eventos inesperados podem trazer inúmeras implicações para os negócios, tais como redução no movimento de clientes, queda no faturamento, redução da produção, dentre outros. Por isso, o gerenciamento das finanças tem de ser visto como uma obrigação do empresário, agora mais do que nunca. No entanto, a realidade mostra que é muito comum empreendedores cometendo uma série de erros simples por uma falta de planejamento e análise financeira da sua empresa. Entre essas falhas cometidas pelos empresários, as mais comuns são: confusão entre o patrimônio individual e o empresarial; falta de planejamento financeiro; contração de dívidas sem a previsão de receitas. É importante aproveitar esse momento para replanejar o destino da sua empresa. Caso não tenha um planejamento detalhado, que contemple todas as metas, objetivos e os planos de ação que devem ser desenvolvidos, proceda à elaboração do seu planejamento. Nessa página você pode ter acesso a planilhas que facilitam seu planejamento financeiro. Como se preparar para superar um momento de crise? 1. Preveja o cenário Primeiramente, faça um levantamento das despesas previstas para os próximos três meses, separando os valores de acordo com o tipo de despesa. Veja o quadro exemplificativo abaixo: 2. Analise suas despesas Observe que, ao conhecer as despesas a serem pagas nos próximos meses, o empreendedor encontrará mais facilidade para definir as ações corretivas, priorizando despesas com maior impacto nos negócios e passíveis de negociação. No exemplo acima, as despesas relativas a aluguel e materiais para produção são as que mais impactam no negócio. 3. Ajuste os gastos Com uma possível redução no faturamento, o empreendedor deve ajustar suas despesas de acordo com essa situação, tomando as seguintes providências: Negocie com os fornecedores um aumento nos prazos de pagamento dos seus compromissos. Se tiver dívidas com instituição financeira, procure renegociá-las visando também aumentar o prazo de pagamento, adequando o valor pago por mês ao seu faturamento. Evite fazer alguma despesa que não seja extremamente necessária para a continuidade dos negócios. 4. Busque formas alternativas de faturamento O empreendedor pode também tomar providências para aumentar o seu faturamento: Fazer promoção de produtos que estão há muito tempo em estoque. Disponibilizar serviços de entrega para manter o nível de compra dos clientes. Diversificar e ampliar as formas de pagamento. Implementar estratégias de divulgação dos seus produtos por meio do marketing digital: Facebook, WhatsApp, Instagram etc. 5. Atente-se ao Fluxo de Caixa Realize a gestão do fluxo de caixa da empresa, considerando receitas e despesas previstas para não correr o risco de não ter dinheiro para pagar seus compromissos. Caso não saiba como fazer, confira nosso curso online e gratuito sobre o assunto. Com essas 5 dicas, você estará muito mais protegido em uma eventual crise, com a saúde financeira de sua empresa em dia, o que pode significar a sua permanência no mercado. Agora é preciso colocar em prática tudo o que foi aprendido, baixe a planilha Fluxo de Caixa e veja um exemplo! Escrito por Weniston Ricardo de Andrade Abreu, colaborador do Sebrae Nacional.
O fluxo de caixa é o movimento de entrada e saída de recursos financeiros da empresa. Quando a entrada de recursos é maior do que a saída, o saldo é positivo, caracterizando uma situação superavitária. Por outro lado, quando a saída de recursos é maior do que a entrada,é deficitária. O fluxo de caixa tem uma característica temporal, pode ser diário, semanal, mensal ou anual, e traz componentes de projeção ou estimativa. É importante considerar os saldos de ciclos anteriores para compor as disponibilidades (ou indisponibilidades) nos ciclos posteriores. O fluxo de caixa é uma das mais importantes ferramentas de gestão financeira de uma empresa. Visa demonstrar e também projetar, em períodos futuros, o resultado de todas as entradas e as saídas de recursos financeiros em regime de caixa (e não contábil). Ele permite ao empresário lançar suas contas a pagar e seus direitos a receber, além de estimativas de receitas e despesas, apurando assim o saldo disponível ou mesmo indisponível, permitindo medidas antecipadas de gestão. É um poderoso instrumento gerencial na antecipação de problemas de liquidez e endividamento, sintomático de rentabilidade, lucratividade e eficácia empresarial. Quanto maior for a proximidade entre a projeção do fluxo de caixa e o efetivamente realizado, maior será o conhecimento do empresário sobre seu negócio. O fluxo de caixa deve ser utilizado como controle e, principalmente, instrumento na tomada de decisões. O empresário deve inserir informações de entradas e saídas conforme as necessidades da empresa. Com as informações, é possível elaborar a estrutura gerencial de resultados e a análise de sensibilidade, calcular a rentabilidade e a lucratividade, entre outros pontos. Manter as contas em dia é muito importante para a saúde do negócio e para poder planejar uma gestão empresarial eficiente. Use a planilha que o Sebrae preparou para ajudar a organizar as contas do seu negócio. Entenda como fazer o fluxo de caixa Baixe a planilha do fluxo de caixa
À medida que um pequeno negócio cresce, naturalmente aumenta a complexidade de sua administração. O empresário, que antes fazia tudo praticamente sozinho, começa a sentir a necessidade de dividir tarefas, contratar mais pessoas e até mesmo ter outros sócios. Nesse universo de atividades, uma tarefa requer especial atenção: a gestão financeira.
Importância do enquadramento tributário Todo negócio necessita realizar diversos processos para seguir funcionando de maneira segura e eficiente. E a definição estratégica do seu enquadramento tributário é essencial para que isso seja possível. Assim, saber escolher corretamente o regime ideal para a sua empresa deve ser prioridade. Afinal, a saúde financeira do seu negócio depende dos passos certos que você dá em áreas importantes da sua empresa. E, para ajudar você nesse caminho, o Sebrae traz, neste artigo, uma explicação detalhada sobre os tipos de regimes tributários que existem no Brasil e ajuda você a definir qual se enquadra melhor no seu empreendimento. Vamos lá? Definir de forma assertiva e bem pensada estrategicamente o enquadramento tributário da empresa pode ser essencial para o sucesso de qualquer negócio, principalmente se tratando das pequenas e microempresas. Afinal, essa escolha pode levar à economia com diversos gastos relacionados a tributos. Caso contrário, o empreendimento pode ser prejudicado no longo prazo e terminar por gerar prejuízos inevitáveis por conta dos impostos. E isso é o que todo empreendedor deseja evitar, não é mesmo? Portanto, realizar um bom planejamento tributário é fundamental para saber qual é o regime de tributação que melhor se encaixa no perfil da sua empresa. Assim, essa escolha deve ser feita com muita clareza, para que o enquadramento definido ajude a manter a boa saúde financeira do seu negócio. Com isso em mente vamos, agora, conhecer mais sobre os três tipos de regimes de tributos para que você saiba qual enquadramento tributário é o melhor para o seu empreendimento.
Neste artigo, vamos explicar a você a importância de montar um plano de negócios para empreender com segurança. Além disso, te ajudaremos a entender o passo a passo de como estruturar o seu plano de maneira simples! Para facilitar as coisas, primeiro, tenha em mente que empreender é como viajar. Afinal, para alcançar o sucesso nas duas atividades, tão importante quanto saber o destino é conhecer bem o caminho. Se você já fez uma viagem em família ou entre amigos, sabe que ela fica muito mais tranquila quando é planejada. Assim, você consegue pagar barato, escolher o trajeto mais rápido, conseguir vantagens com empresas e muito mais. No empreendedorismo acontece o mesmo! Quando você planeja suas ações, a chance de caminhar com tranquilidade aumenta e os resultados aparecem de maneira natural. Para que isso seja possível, é essencial que você tenha um plano de negócios. O que é um plano de negócio? O plano de negócio é um documento que descreve por escrito os objetivos de um negócio e serve para organizar a gestão e o planejamento de sua empresa, diminuindo os riscos e as incertezas. Além de indicar a sua ideia principal, ele mapeia quais são os seus objetivos e os caminhos que você precisa percorrer para alcançá-los. A partir dele, você compreende melhor o seu mercado, a viabilidade do seu negócio, as melhores estratégias de Marketing, etc. Ele deve abranger todos os pontos necessários para lhe mostrar as forças e as oportunidades de sua ideia. A elaboração de um plano de negócio faz parte do processo empreendedor. Veja o vídeo a seguir e entenda sobre esse importante passo: O plano de negócio é só para quem está começando? Muita gente se engana ao pensar que um plano de negócios é elaborado apenas para negócios em fases iniciais. A sua aplicação vai além da abertura de uma nova empresa, podendo ser ajustado, por exemplo, para a abertura de novas unidades ou filiais. É importante reconhecer que este documento serve para delinear a estratégia de atuação para o presente e para o futuro. Ele é um verdadeiro guia para a gestão e deve ser revisado e revisitado sempre que preciso. Antes de partir para a prática Alguns empreendedores, na ansiedade de construir o seu plano de negócio, se esquecem de lições básicas. Para não cair nesse erro, antes de começar a montar o seu plano, lembre-se: Informação é um dos maiores ativos dos tempos atuais. Faça da pesquisa e dos estudos uma rotina; Vivemos em mundo onde as mudanças são constantes. Por isso, o plano de negócios deve ser adaptável e flexível. Só assim você acompanhará em tempo as mudanças do mercado; Crie para o próximo. Lembre-se que, como um guia, o plano deve servir para conduzir outras pessoas também. Por isso, quanto mais organizado ele for e mais clara forem as ideias, melhor. Algo que seja óbvio para você pode não ser para um futuro colaborador, por isso, mantenha as informações completas para ser mais assertivo.
O novo guia turístico das cidades de Macapá e Santana é uma ferramenta indispensável para quem deseja explorar as belezas e atrações únicas dessas duas cidades encantadoras do estado do Amapá. Este documento detalhado oferece informações privilegiadas dos pontos turísticos, culturais e históricos que fazem de Macapá e Santana destinos imperdíveis. Este guia turístico é ideal para viajantes que buscam uma experiência autêntica e inesquecível no Amapá. Com informações detalhadas sobre hospedagem, restaurantes, eventos e atividades, ele é o guia perfeito para explorar tudo o que Macapá e Santana têm a oferecer.
Este serviço é uma forma de antecipação do recebimento das vendas a prazo para microempresas, que são realizadas com duplicatas, cheques pré datados ou cartões de crédito. A antecipação deve ser utilizada para cobertura pontual de necessidade de capital de giro e com base na gestão de fluxo de caixa da empresa, a antecipação de dinheiro futuro a empresa irá receber em dinheiro presente. No entanto, tem que haver certos cuidados nesse processo.
Com o começo do negócio, a empolgação é normal em qualquer empresário, e por isso pode acontecer de não se dar a devida importância aos assuntos financeiros, por exemplo. Por isso, é importante não deixar de lado o controle financeiro da empresa. Conhecer as ferramentas que vão auxiliar na movimentação financeira da empresa é um dos primeiros passos. Ao negligenciar o financeiro, o empresário pode arriscar a boa gestão dos recursos, trazendo um desequilíbrio aos negócios e pondo em risco a vida da empresa. Gerir bem os recursos é um passo essencial para o equilíbrio do negócio, e é um caminho difícil e arriscado seguir adiante ignorando esse tipo de controle. Portanto, pesquise quais ferramentas, como programas de gerenciamento financeiro, existem e utilize-as.
Como o mundo está tão interconectado e tão dependente das tecnologias, sua empresa também tem que andar junto das novas tecnologias, neste caso estamos falando de tecnologias digitais. Portanto, cabe a todos vocês, empresário, buscar oportunidades de negócio que promovam a inovação em tecnologia para um desenvolvimento humano mais sustentável dentro da sua empresa. Por isso o Centro Sebrae de Sustentabilidade criou a cartilha “Tecnologias digitais para pequenos negócios”, a mesma foi desenvolvida para mostrar o passo a passo de como incluir o tema tecnologia na sua empresa e saiba como ele pode ajudar seu negócio a promover a sustentabilidade na sua empresa. Nesta cartilha você irá encontrar esses seguintes tópicos Um mundo interconectado; Big data; Hardware livre; Internet das coisas; Computação em nuvem; Redes sociais; Trabalho a distância; Realidade virtual; Realidade aumentada; Tecnologia a favor da sustentabilidade; Projeto pescando com redes; Sustentabilidade para a cadeia de valor; Tecnologia como inovação por um mundo melhor; Notas. O Sebrae no Amapá, convida você para fazer a diferença e inovar nesse mercado competitivo, lendo e praticando com a cartilha “Tecnologias digitais para pequenos negócios”. Esta cartilha foi desenvolvida para você aprimorar seus conhecimentos. Boa leitura!
Atualmente, não é mais preciso gastar muito ou locomover-se de sua casa ou até mesmo da sua própria empresa para adquirir conhecimentos inovadores, eles estão em apenas um clique. Isso graças ao Portal do Sebrae, que disponibiliza cursos online de forma gratuita. O Sebrae neste artigo disponibiliza os cursos da categoria EAD mais acessados pelos usuários do Portal. Essa é uma boa oportunidade para você empreendedor conhecer os cursos mais populares na plataforma online e se capacitar para a realidade que o mercado exige. Saiba quais são os cursos EAD que estão no ranking dos mais procurados por empresários no Portal Sebrae, que buscam se diferenciar no mercado que a cada dia torna-se cada vez mais competitivo.
No ramo do empreendedorismo há vários siglas que todo empreendedor vai encontrar pela frente durante sua longa jornada no mundo empresarial. E você como empreendedor, é muito importante se familiarizar com todos ou quase todos esses termos. Conheça uma lista com várias dessas siglas que o Sebrae no Amapá separou para que todo empreendedor fique por dentro desses termos: 1 - CNAE: Classificação Nacional de Atividade Econômica. 2 - NIT: Número de Identificação do Trabalhador. 3 - MEI: Microempreendedor Individual. 4 - DAS ou DAS-MEI: Documento de Arrecadação do Simples Nacional. 5 - DASN-SIMEI: Declaração Anual do Simples Nacional do MEI. 6 - Resolução do CGSN: Comitê Gestor do Simples Nacional. 7 - CGSIM: Comitê para Gestão da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios. 8 - CPP: Contribuição Patronal Previdenciária. 9 - CCMEI: Certificado da Condição de Microempreendedor Individual. 10 - DIRPF: Declaração Anual de Imposto de Renda Pessoa Física. 11 - INSS: Instituto Nacional do Seguro Social. 12 - CPF: Cadastro de Pessoas Físicas. 13 - CTPS: Carteira de Trabalho e Previdência Social. 14 - GPS: Guia da Previdência Social. 15 - PIS: Programa de Integração Social. 16 - GFIP: Guia de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social. 17 - RAIS: Relação Anual de Informações Sociais. 18 - PGMEI: Programa Gerador de DAS do Microempreendedor Individual. 19 - PBF: Programa Bolsa Família. 20 - NF-e: Nota Fiscal Eletrônica. 21 - PGDAS-D: Programa Gerador do Documento de Arrecadação do Simples Nacional – Declaratório. 22 - RFB: Receita Federal do Brasil. 23 - CLT: Consolidação das Leis do Trabalho. Saiba mais Gostou do nosso artigo? Então não deixe de conferir o Portal Sebrae no Amapá e tirar outras dúvidas do mundo empresarial.
A máquina da Cielo lidera o segmento de pagamentos eletrônicos na América Latina sendo uma das dez maiores do Brasil em valor de mercado. A Cielo oferece inúmeras soluções para: Pequenos lojistas; Grandes varejistas; Profissionais liberais, e; Autônomos.
Sustentabilidade é mais do que adotar o marketing verde para atrair clientes. A empresa que investe no meio ambiente e na sociedade evita multas, cultiva uma imagem positiva no mercado, diminui custos e cria um público de consumidores mais satisfeitos. Diminuir o impacto causado na natureza e retribuir à comunidade é mais do que uma responsabilidade social ou uma obrigação legal – é um bom negócio! 1 Instale calhas e cisternas para colher a água da chuva Existem leis municipais que preveem o uso de sistemas de captação de água em todos os estabelecimentos de lavagem de veículos. Ainda que não haja obrigatoriedade prevista em lei no seu município, prefira reaproveitar a água utilizada para lavar os carros em seu estabelecimento.
Entenda o comportamento empreendedor Você já se perguntou como seria abrir seu próprio negócio? Para ser uma pessoa empreendedora? A palavra, empreendedor geralmente está associada a pessoas que abrem seu próprio negócio, mas será que, para ser empreendedor, é necessário ter uma empresa própria? A resposta é não. Nós podemos ser empreendedores dentro da nossa própria área de atuação, ou departamento, agindo como se fosse realmente nosso próprio negócio. Ser empreendedor é uma ferramenta que impulsiona o homem para o sucesso, tendo um cargo de chefia ou não. A visão da pessoa empreendedora está focada no futuro, na superação de desafios e nas oportunidades que pode abraçar no mercado ou na carreira profissional, impulsionando as ações para que realmente se concretizem e sejam um sucesso. Você já se perguntou: qual a relação entre as características de uma pessoa com perfil empreendedor e os novos modelos de gestão? No mundo do trabalho, as pessoas que possuem um comportamento empreendedor estão sendo disputadas. As empresas priorizam novos funcionários que agreguem valores por intermédio de suas qualidades comportamentais, como a busca de resultados em vez de culpados, a criatividade na solução de problemas e a vontade de vencer e de superar desafios. As competências comportamentais, em muitos casos, têm sido mais relevantes do que as competências técnicas, pois podemos concluir com facilidade e agilidade que uma capacidade no âmbito comportamental. Avaliem comigo, para aprendermos a rotina de um processo de importação, podemos ler um livro, fazer um curso ou mesmo aprender na prática, enquanto o “jogo de cintura” nas negociações internacionais, o entusiasmo e a persistência em vencer os desafios de um departamento são características pessoais que levam um tempo consideravelmente maior para serem desenvolvidas. Passo importante para o sucesso Um comportamento empreendedor é sim um passo importante para o sucesso, mas não o único. É necessário mais que talento, é preciso também o conhecimento. A razão de muitos fracassos em empreendimentos próprios não está na consideração do mercado nem na falta de conhecimentos de gestão e do negócio em si. Vejamos, a seguir, algumas características do comportamento empreendedor: Define metas: os objetivos devem ser: desdobrados em curto, médio e longo prazo, claros e específicos, desafiantes, factíveis e mensuráveis; e devem ter um significado pessoal. Tem iniciativa e pró-atividade: movimenta-se no sentido de aproveitar as oportunidades do mercado para expandir os produtos ou os serviços para os novos negócios ou nichos de mercado. Aceita os riscos e trabalha bem sob pressão: aceita os desafios e os riscos e não desanima diante da pressão por resultados. Tem motivação e entusiasmo: possui automotivação relacionada com os desafios e objetivos, além de manifestar entusiasmo e defender suas ideias e projetos. Busca assegurar a qualidade: visa a atingir uma qualidade de 100% para evitar o retrabalho, promover a redução de custos e garantir a satisfação do cliente. Tem criatividade e inventividade: busca soluções alternativas, não desanima diante dos obstáculos. Tem foco no cliente: esforça-se em deixar os clientes satisfeitos, age “com o cliente na mente”, procurando atender às necessidades de qualidade, agilidade e redução de custos dos clientes. Busca estar atualizada: empenha-se para estar munida de dados, resultados e informações, procura estudar pessoalmente o meio ambiente para conhecer clientes, fornecedores e concorrentes. Tem organização e planejamento: procede a um monitoramento periódico de seus resultados, estabelece os objetivos e define metas e prazos. Forma sua rede de contatos: preocupa-se em desenvolver as relações e manter um networking dentro de seu círculo de interesses. Tem foco em resultados: não perde o foco, tem persistência e comprometimento, não desanima com as dificuldades, age rapidamente e assume suas responsabilidades, buscando resultados. Tem habilidades de relacionamentos: mantém uma postura flexível e de aceitação de críticas, além de buscar a integração de esforços nas equipes de trabalho. Todavia, ao fazermos a abordagem das lideranças, das competências gerenciais e da formação de equipes, o que conseguimos elucidar em relação ao processo de gestão de pessoas? Vamos analisar os aspectos relacionados aos fatores estratégicos para a gestão de pessoas e que as lideranças devem estar preparadas para mudar seus paradigmas, questionar suas formas de atuação e gerenciar mudanças, formando equipes de alto desempenho para serem diferencial competitivo, abrindo mão do controle e dando espaço para uma liderança educadora e transformadora. Do mesmo modo, comparamos competências gerenciais e técnicas, os novos modelos de gestão exigem dos profissionais e gestores organizacionais competências interpessoais, administração de conflitos, flexibilidade, atitude experimental, capacidade de assumir riscos e facilidade para trabalhar sob pressão e outras habilidades, Um dos fatores determinantes para o sucesso do empreendedorismo é o desenvolvimento da Inteligência Emocional. Assim como em outras áreas de atuação, a competência emocional é um fator de grande importância para definir entre o êxito e o fracasso de um empreendedor. Apesar de muitas pessoas acreditarem que os fatores emocionais não interferem no mundo dos negócios, eles estão presentes a todo instante. Isso porque, quem move os negócios são pessoas, e pessoas são movidas pelas suas emoções – sejam elas positivas ou negativas. Portanto, é necessário saber gerenciar suas emoções para definir o rumo de seu negócio. Saber reconhecer em si mesmo as emoções e entender de que forma elas se comportam tanto em nós, quanto nos outros, pode contribuir para que o empreendedor administre melhor as adversidades da vida, como lidar com imprevistos que acontecem no dia a dia de uma empresa Não ter controle das emoções é um fator extremamente prejudicial. Algumas das razões principais que diminuem as oportunidades de ascensão de um executivo na empresa são geradas pela falta de equilíbrio de emoções, como agir impulsivamente e não pensar nas consequências de seus atos. Qualidades técnicas são essenciais, mas quando acompanhadas de um bom domínio emocional, o valor do profissional aumenta muito no mundo corporativo Considerada a competência do século, um dos primeiros passos para conquistar a inteligência emocional é o autoconhecimento. Isso porque, conhecer a si próprio que ajudará o indivíduo a entender qual o seu perfil e o que você gosta e tem aptidão para fazer Com um mapeamento das próprias competências e limitações é possível lidar mais facilmente com as próprias emoções, eliminar reações negativas e buscar formas de delinear a própria história, siga essas dicas promova o auto estudo, para alcançar uma performance mais satisfatória usando a sua inteligência emocional a seu favor. O Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Amapá - Sebrae, apoia aos pequenos negócios. Então, confira em nosso Portal outros assuntos que vão ajudar seu negócio a crescer ainda mais.
A cartilha de “sustentabilidade econômica” foi produzida pelo Centro Sebrae de Sustentabilidade com o intuito de mostrar para sua empresa como ser mais lucrativa e sustentável e se destacar no mercado. Só se pode falar em empresa sustentável se a mesma apresenta resultados financeiros bons e positivos. Assim, sua empresa além de se preocupar e cuidar do planeta realizando ações de redução de consumo de água e energia, assim poluindo menos o meio ambiente. A cartilha também garante em seu conteúdo como obter ter resultados e como tornar seus termos financeiros positivos. Ou seja, a empresa precisa lucrar para poder permanecer no mercado. Esta cartilha mostra alguns indicadores e elementos fundamentais para o planejamento financeiro voltado à sustentabilidade, veja quais conteúdos você vai encontrar na cartilha “sustentabilidade econômica”. A sustentabilidade econômica; Investimento e custos em empresas sustentáveis; Conheça mais sobre alguns indicadores de sustentabilidade empresarial; Planejamento financeiro para a sustentabilidade; Elementos fundamentais para o planejamento financeiro voltado à sustentabilidade; Monitoramento e controle: a importância da rotina; Ecoeficiência e a redução de desperdícios; Relação com fornecedores: negociações e mercado justo; Formação e capacitação: o impacto das pessoas nas finanças da empresa; Melhorias sociais e do entorno; Mercado; Gestão de riscos o custo ambiental; Inovação para se manter sustentável; Financiamentos e incentivos. Já pensou em implantar uma nova metodologia em seu negócio? Então, não perca tempo, leia a cartilha “sustentabilidade econômica” no final deste artigo. Saiba mais O Sebrae no Amapá, convida você para fazer a diferença e inovar nesse mercado competitivo, lendo e praticando com a cartilha “sustentabilidade econômica”. Boa leitura!
MEI: Como organizar as finanças do negócio em tempos de coronavírus A gestão financeira é, sem dúvida, um dos principais fatores que determinam o sucesso de um negócio. E essa tarefa só pode ser bem feita com um controle rigoroso do dinheiro que circula na empresa, tanto as receitas diárias de vendas de produtos ou serviços, quanto as contas a pagar (água, luz, telefone, salário, fornecedores, impostos, etc). Mas como quem éMicroempreendedor Individual (MEI), que na maioria das vezes trabalha sozinho, pode conciliar a tarefa de cuidar bem das finanças do seu negócio em meio às obrigações do dia a dia? Felizmente, existem ferramentas que te ajudam a realizar a gestão financeira de forma prática, garantindo o melhor controle do dinheiro e mais segurança para tomar decisões.Antes de apresentar essas ferramentas, é importante lembrar que o primeiro passo para uma boa gestão financeira é a organização. Isso mesmo: você precisa ter os números de sua empresa registrados, anotando todo o dinheiro que entra e sai do caixa. É justamente aí que começa o planejamento financeiro do negócio. Como organizar as finanças do meu negócioA palavra de ordem aqui é:controle! Comece com o lançamento exato de todas as suas despesas, receitas, estoques e caixa no seu sistema informatizado de gestão. Se a sua empresa não dispõe de um sistema, não tem problema: anote todas as suas vendas, separe suas contas em pastasou use planilhas, o importante é registrar.Separe e anote também despesas fixas como água, luz, telefone, aluguel, entre outras, além do valor das suas retiradas mensais. Essa fase de organização engloba também separar as contas pessoais das contas da empresa. Só assim você conseguirá medir o que de fato sua empresa está gerando de custos e o quanto cada um, incluindo suas retiradas, representam na receita total.Controles financeirosQuanto vendi este mês? Quanto preciso comprar de produtos para repor o meu estoque? Quanto minha empresa está lucrando? Quanto vai sobrar no meu caixa no final do mês? Estas são algumas perguntas que o microempreendedor faz no seu dia a dia. Se, ao analisar os números do negócio, você perceber que suas receitas não estão cobrindo suas despesas, é hora de pensar em ações a serem tomadas. Preciso de outra estratégia de venda? Tenho que reduzir meu custo fixo? Estou separando minhas contas pessoais e as da minha empresa? Para onde está indo o dinheiro do meu negócio?Só quem faz um controle financeiro bem feito tem como saber se está tendo lucro ou prejuízo no negócio. E lembre-se: quem não tem controle do pouco não terá do muito. E se você quer que sua empresa cresça, cuide de controlar suas finanças.Existem várias ferramentas e processos que você pode lançar mão para fazer a gestão financeira do negócio. São os chamados controles financeiros. Para quem é MEI, os controles mais recomendados são:Controle diário de caixa e bancosEssa ferramenta ajuda você a monitorar as entradas e saídas de dinheiro da empresa e a controlar os períodos em que esse fluxo acontece. Esse controle ajuda a evitar problemas comuns como, por exemplo, não ter dinheiro em caixa na hora de fazer algum pagamento.Já o controle bancário é o registro de todas as entradas e saídas de valores na conta bancária da empresa, permitindo o controle atualizado do seu saldo.Controle de contas a receberPossibilita que você identifique: Montante dos valores a receber; Clientes com atrasos nos pagamentos; Como programar suas cobranças. Controle de contas a pagarPermite que você fique permanentemente informado sobre: Contas vencidas e a vencer; Como estabelecer prioridades de pagamento; Montante dos valores a pagar. Fique atento! É por meio destes dois controles que você poderá perceber se está havendo um desencontro entre o prazo de pagamento dos fornecedores com os recebimentos dos clientes.Controle de estoqueO estoque tem um papel importante para o sucesso do negócio, ainda mais em época de crise. Nesse momento de retração econômica, é preciso estar atento às mercadorias, para descobrir se haverá uma queda no giro do estoque e qual será o comportamento de compra dos clientes, para adaptar a empresa aos novos hábitos de compras das pessoas.Uma boa gestão de estoque passa por equilibrar compras, armazenagem e entregas, controlando as entradas e o consumo de materiais, movimentando o ciclo da mercadoria.Fluxo de caixaO fluxo de caixa é uma espécie de controle central das finanças de um negócio e principal instrumento na tomada de decisão. Esta ferramenta tem a finalidade de apurar o saldo disponível em seu negócio, para que haja sempre capital de giro na empresa.Ao elaborar um fluxo de caixa, você terá uma visão de futuro próximo, ou seja, uma ideia de como a situação financeira estará nos próximos dias, semanas ou meses.Em um fluxo de caixa devem estar registrados todos os recebimentos e todos os pagamentos previstos para o dia, a semana e até para o mês, caso essas compras e pagamentos sejam parcelados. Por ser um controle de longo prazo, o ideal é que você utilize pelo menos uma planilha, de onde será possível extrair relatórios que te ajudem na tomada de decisão.
MEI: como obter crédito para seu negócio em tempo de coronavírus? Diversos setores estão sentindo os impactos negativos da pandemia do coronavírus. As pessoas não deixaram de comprar, mas estão priorizando produtos de primeira necessidade como alimentos, itens de higiene e limpeza. Com as mudanças de comportamento do consumidor, muitos segmentos viram seu faturamento cair drasticamente. E aí surge a dúvida: crédito é a melhor solução para o meu negócio?A resposta para esta pergunta deve levar em conta diversos fatores. Isso porque pegar dinheiro emprestado sem planejamento significa contrair uma dívida que pode complicar ainda mais a saúde financeira do negócio. Ao contrário, quando o crédito é bem aplicado, seja para dar fôlego financeiro à empresa ou para um investimento com retorno calculado, aí sim, estamos falando de um recurso extra que deve ser considerado.Lembre-se sempre que crédito não é remédio para uma má gestão financeira do negócio. Empréstimo é para ampliar o seu empreendimento, pensar em crescer, contratar ou aproveitar uma oportunidade de negócio. Entretanto, por conta deste período atípico que o Brasil e o mundo atravessam por causa da pandemia, a busca por crédito tem sido a alternativa para milhares de empreendedores manterem suas atividades.Se este é o seu caso, a boa notícia é que há opções de crédito para quem é Microempreendedor Individual (MEI), tanto em instituições financeiras convencionais, quanto em cooperativas de crédito e instituições de microcrédito. Entretanto, antes de assumir um empréstimo tenha certeza de que vai conseguir pagar o valor negociado. E isto só é possível se você tem uma boa gestão financeira do seu negócio.Depois de considerar esses pontos, e consciente de que o crédito é necessário para dar fôlego ao seu negócio neste momento, os próximos passos para buscar o empréstimo são: avaliar as opções disponíveis no mercado e escolher a instituição financeira que ofereça as melhores condições e taxas. Vamos falar um pouco mais sobre cada uma dessas etapas.Conheça a situação financeira do seu negócioApesar de terem ganhos financeiros nas operações de crédito, os bancos assumem riscos ao conceder empréstimos. Por isso, ter um bom planejamento financeiro é indispensável na hora de buscar crédito para o negócio. Uma ferramenta indispensável nesse processo é o Fluxo de Caixa. Com ele é possível avaliar suas previsões de vendas (receitas) e contas a pagar (custos fixos e variáveis). Assim, você tem uma ideia de sua capacidade de pagamento futura e pode tomar uma decisão mais acertada sobre quanto pode contrair de empréstimo, se terá condições de arcar com as parcelas e qual o prazo necessário para quitar o financiamento.1º passo: mantenha suas finanças em ordemAvalie, de tempos em tempos, onde seu dinheiro está parado. Estoque alto de bons produtos pode indicar que você tem em mãos a possibilidade de fazer dinheiro rápido, se precisar. Outro lugar onde seu dinheiro pode estar, sem que você se dê conta, é na mão dos inadimplentes. Não tem problema ter contas a receber, mas é preciso receber em dia. Confira o nosso artigo sobre vendas e saiba mais como lidar com a inadimplência. Assista também a este vídeo do Sebrae com orientações para quem está buscando crédito.2º passo:avalie em que o crédito será investidoSe depois de analisar suas finanças, você perceber que realmente vai precisar de dinheiro, seja para tocar o seu negócio no dia a dia, o que a gente chama de capital de giro, ou para fazer um investimento e comprar algum equipamento ou insumo para o seu negócio, aí sim, tá na hora de pedir um empréstimo. Mas para isso é preciso se preparar, analisar bem o valor necessário e para que ele vai ser utilizado (pagamento de dívida, investimento, capital de giro etc).3º passo: avalie seu relacionamento com o bancoFaça uma autoanálise da sua empresa: avalie como tem se comportado em relação aos seus compromissos financeiros e como está o seu relacionamento com o banco, se já tiver uma conta. É importante que, caso tenha uma conta, procure usar serviços financeiros do banco ou cooperativa, para criar com eles um relacionamento. Antes mesmo de pedir a análise do empréstimo, tenha certeza de que seus dados estão atualizados na instituição, afinal, o cadastro é um dos pontos analisados na concessão do crédito.4º passo: conheça os critérios avaliados pelo bancoVocê sabe o que o banco avalia para conceder crédito? Além dos seus dados e da sua empresa, bem como o motivo pelo qual está solicitando o empréstimo e como pretende usá-lo, também será avaliado: Capacidade de pagamento: se você pegar o valor que está pedindo, quanto sua empresa tem disponível para pagar as parcelas negociadas? Neste momento, lembre-se de considerar que você já tem despesas rotineiras do negócio e que, nos próximos meses, a tendência é de que haja queda no faturamento. Caráter: é essencial que empréstimos tomados anteriormente no banco sejam pagos em dia, assim como negociar com seus fornecedores e pagar os compromissos dentro do prazo. Fique de olho! Restrições no nome do dono da empresa também são analisadas na hora de pegar um empréstimo. Garantias: em alguns casos, o banco pode exigir que você apresente garantias que cubram o valor pedido e garantam que o pagamento será feito, de uma forma ou de outra. Por isso, faça um levantamento de bens que sua empresa ou você tenha disponíveis e que possam cobrir as garantias solicitadas pelo banco. Podem ser equipamentos da empresa, imóveis, estoque, contas a receber e tudo aquilo que possa cumprir a função de garantia. Se você estiver investimento na compra de um equipamento, ele mesmo pode ser entregue como garantia, em alguns tipos de financiamento. O Sebrae também pode garantir uma parte do empréstimo por meio do Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe). Mercado: além do histórico da empresa, o mercado em que a empresa atua também é analisado pela instituição financeira. Por exemplo, a crise impactou fortemente alguns setores, como varejo de roupas, bares e restaurantes. A demanda de consumo desses segmentos, entre outros, sofreu uma redução significativa e isso, claro, compromete a sustentabilidade dos negócios. 5º passo: faça uma previsão de quais serão seus custos e recebimentos Este cálculo deve ser feito levando em conta, no mínimo, o cenário de suas finanças no horizonte de três a seis meses após o empréstimo. O objetivo é avaliar se você terá condições de pagar todos os seus compromissos. Para te ajudar nesta previsão, é importante fazer um fluxo de caixa, lembra? É ele que vai te mostrar o comportamento financeiro da sua empresa no futuro. 6º passo: analise a melhor opção de crédito para sua empresa Informe-se sobre as linhas de financiamento que melhor se enquadram nas necessidades de crédito do seu negócio. Depois, procure quais instituições financeiras operam com essas linhas. Essa pesquisa é muito importante, porque as condições de custos, prazos e limites, por exemplo, podem variar bastante de banco para banco. Fique atento!Crédito para enfrentar a pandemiaEntre as medidas anunciadas pelas autoridades para o enfrentamento dos efeitos da crise causada com a paralisação das atividades empresariais estão as que visam ampliar os recursos para a oferta de crédito diferenciado aos pequenos negócios. Uma parceria entre o Sebrae e a Caixa, anunciada em meados de abril, ampliou a oferta de linhas de crédito para financiamento de capital de giro para Micro e Pequenas Empresas (MPE) e Microempreendedores Individuais (MEI), com garantias complementares concedidas pelo Sebrae por meio do Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe).Para o MEI, o valor máximo que pode ser contratado pela Caixa é de R$ 12,5 mil, com taxa de 1,59% ao mês. O financiamento poderá ser pago em 24 meses após o período de carência, que é de nove meses após a liberação do crédito. As condições para os pequenos negócios acessarem a linha de crédito com garantias do Fampe pela Caixa são: Ter pelo menos 12 meses de faturamento; Não ter restrições no CNPJ ou no CPF do proprietário ou dos sócios. Confira aqui o passo a passo para solicitar o crédito com garantia do Fampe à Caixa. E lembre-se de que você pode contar com o Sebrae para te ajudar com planilhas e consultores especializados em gestão financeira.
Em geral, duas situações podem levar você a pensar que a melhor solução é buscar empréstimo ou financiamento: dificuldades financeiras ou expansão dos negócios. No entanto, é preciso avaliar bem se essa saída é indicada, além de estar seguro antes da decisão. Apesar de muitas vezes se confundirem, financiamento e empréstimo são processos diferentes de tomada de dinheiro. No primeiro, há uma finalidade específica para o valor retirado da instituição financeira, normalmente para a aquisição de bens. Já no segundo, ele pode ser utilizado pelo empresário sem definição prévia. Neste texto e no vídeo abaixo daremos algumas orientações importantes para te auxiliar na decisão.
Importantes pontos de orientação para gestão de custos, presença digital, gestão de portfólio e fluxo de caixa são tratados neste material produzido pelo Sebrae/BA. Temas relacionados aos aspectos do processo de negociação de crédito bancário, em particular relativos ao ambiente da pandemia da Covid-19 e iniciativas do governo federal em ofertar linhas de crédito específicas para mitigar os efeitos negativos da redução do ritmo da atividade econômica sobre o caixa das micro e pequenas empresas. Além de uma relação das linhas de crédito criadas a partir de março/2019 como forma de tentar reduzir os efeitos danosos da pandemia sobre o fluxo de caixa das empresas. Leia e baixe o E-book: Soluções de Crédito Emergenciais para Pequenos Negócios (em PDF)Formato: PDF | Tamanho: 1,43MB
Saiba tudo sobre o Pronampe Conheça o programa do governo que cria condições especiais para micro e pequenas empresas acessarem crédito, com a possibilidade de ter até 100% de garantia do Fundo Garantidor de Operações (FGO). Para saber mais clique aqui. Medida provisória facilita acesso ao crédito A Medida Provisória nº 1.028, de 9 de fevereiro de 2021, publicada no DOU de 10.02.2020, dispensa instituições financeiras públicas e privadas de exigirem em contratação e renegociação de operações crédito por empresas as seguintes comprovações: 1. Certidão Negativa de Débitos Trabalhistas; 2. Para quem tem situação irregular eleitoral: obter empréstimos nas autarquias, sociedades de economia mista, caixas econômicas federais ou estaduais, nos institutos e caixas de previdência social; 3. Certidão Negativa de inscrição de dívida ativa da União; 4. Certificado de Regularidade do FGTS; 5. Certidão Negativa de Débito-CND; 6. Certidão Negativa de Débito (CND) pelas pessoas jurídicas e a elas equiparadas, na contratação de operações de crédito junto a instituições financeiras; 7. deixa de ser vedado a não concessão de crédito, aplicação de multa, juros a pessoas jurídicas em débito com o FGTS; 8. Comprovação do recolhimento do ITR para concessão de incentivos fiscais e de crédito rural, em todas as suas modalidades; 9. Consulta prévia ao Cadin. As isenções previstas na norma valem até 30 de junho de 2021.
Quem já tinha uma empresa antes de a pandemia do coronavírus se instalar ou estava planejando montar um empreendimento sabia que podia contar com crédito para fazer melhorias no negócio e até mesmo expandi-lo ou para transformar em realidade o sonho de ser o próprio chefe. Pegar um empréstimo para tirar uma ideia do papel ou fazer o negócio crescer é, inclusive, bastante comum e muitas vezes a única forma de andar para frente. No entanto, agora, a situação mudou. Provavelmente, você, que tem uma empresa, vai precisar usar um financiamento para enfrentar os momentos difíceis com poucas vendas e receitas baixas, a fim de pagar dívidas, compromissos, fornecedores e funcionários. E como nós sabemos que lidar com as dívidas durante uma crise como a que está acontecendo agora é algo que tira o sono da grande maioria dos empreendedores, criamos um guia para ajudá-los a passar por este momento de instabilidade. O segredo é achar a medida certa entre a negociação e a tomada de empréstimo.
Microcrédito O microcrédito é a concessão de empréstimos de pequeno valor a microempreendedores formais e informais, normalmente sem acesso ao sistema financeiro tradicional. É um tipo de crédito no contexto de microfinanças, que abrange o fornecimento de empréstimos e outros serviços financeiros especializados para empresas que buscam financiamento de pequeno valor, geralmente de até R$ 20 mil. A simplicidade de acesso e o baixo valor de cada operação são características que tornam o microcrédito uma excelente opção de captação de recursos de terceiros pelos microempreendedores individuais. As principais características das linhas de microcrédito são: Ausência de garantias reais, já que a maioria das transações tem como garantia o aval solidário; Concessão de crédito ágil e adequado ao ciclo de negócios do empreendimento; Baixo custo de transação devido à proximidade entre a instituição e o tomador dos empréstimos; Ação econômica com forte impacto social na comunidade; Elevado custo operacional para a instituição fornecedora de recursos. Concessão assistida Os agentes de crédito vão até o local onde o trabalhador exerce uma atividade produtiva para avaliar as necessidades e as condições de seu atendimento, bem como as condições de pagamento. Esse profissional passa a acompanhar a evolução do negócio e a fornecer orientação se necessário. Os recursos do microcrédito produtivo orientado se destinam sempre a financiar capital de giro e investimentos produtivos fixos, como obras civis, a compra de máquinas e equipamentos novos e usados, compra de insumos e materiais, entre outros. Planeje bem Crédito é importante, mas antes de decidir pelo endividamento, é fundamental planejar bem para que os recursos obtidos sejam utilizados de forma adequada e não representem um problema futuro caso o negócio não consiga gerar as receitas suficientes para honrar com os compromissos de pagamento. Existem linhas específicas para o MEI, o que não quer dizer que o crédito é automático e garantido, pois depende de procedimentos da instituição financeira e suas condições gerais de financiamento. Não existe uma legislação específica que obrigue as instituições financeiras a manterem linhas de microcrédito para o MEI, entretanto muitas dessas instituições possuem linhas específicas. Portanto, antes de decidir, pesquise e veja as condições oferecidas no mercado. O crédito utilizado de forma consciente amplia os horizontes daqueles empreendedores que conseguem enxergar as oportunidades que surgem, e canalizam recursos para a ampliação e crescimento. É necessário controlar os gastos do negócio, e também fazer o controle dos gastos familiares do empreendedor. Com isso, tem-se uma ideia do quanto o negócio está contribuindo na composição da renda familiar e, por outro lado, o quanto o empreendedor está retirando do negócio. É preciso observar se estas retiradas estão acima da capacidade da empresa, impedindo que o empreendimento cresça por falta de reinvestimento. É importante que o empreendedor saiba que, ao separar as finanças do negócio da sua vida pessoal, terá a exata ideia do quanto esse empreendimento está sendo lucrativo ou não, e se é possível investir para ampliar o resultado. Em qualquer momento do negócio, o controle da situação financeira gera segurança e tranquilidade, além de promover o conforto e reduzir riscos de se sentir desorientado e possivelmente endividado. A falta de controle é o primeiro sinal de alerta de que as coisas podem não estar indo tão bem quanto se imagina. Como obter o microcrédito De acordo com a lei que instituiu o Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado, as entidades autorizadas a operacionalizar linhas de microcrédito são a Caixa Econômica Federal; o BNDES; os bancos comerciais; os bancos de desenvolvimento; os bancos múltiplos com carteira comercial; as cooperativas centrais ou singulares de crédito; as agências de fomento; a sociedade de crédito ao microempreendedor e à empresa de pequeno porte; além das organizações da sociedade civil de interesse público. São diversas opções à disposição do MEI. Para consultar as instituições ou agentes operadores em que poderá obter o microcrédito em seu estado ou região, acesse o site do BNDES e veja a lista dos agentes repassadores de recursos das linhas de microcrédito destinadas ao microempreendedor. Saiba mais Acesse a página principal do Microempreendedor Individual com Tudo que você precisa saber sobre o MEI.
Quando se fala em dívida e necessidade de financiamento é preciso agir com cautela. As decisões tomadas podem levar ao equilíbrio financeiro da empresa ou podem provocar efeito contrário, prejuízos e endividamento, colocando em risco a própria sobrevivência do negócio. Quando a alternativa é a renegociação Nós sabemos que um financiamento específico para o pagamento de dívidas não existe. O que pode acontecer é a possibilidade de renegociação em caso de dificuldades no pagamento das parcelas. Nesse caso, a operação tem caráter negocial, com o propósito de mudar o perfil da dívida e de ajustar o cronograma de prestações dos empréstimos de curto prazo, bem como de longo prazo, ao fluxo de caixa da empresa. Em muitos casos, a substituição do empréstimo anterior por outro com melhores condições de pagamento (juros, prazo e montante) pode ser a alternativa que a empresa precisa. Também por meio da própria linha de financiamento original, com prazos de pagamento e carência mais dilatados e, consequentemente, com valores de prestação mais reduzidos. Cautela é a palavra de ordem! Essas operações devem ser estudadas caso a caso. Quando a empresa estiver com o nome registrado nos cadastros de restrição ao crédito é necessário, primeiro, retirar o nome das entidades de controle cadastral do crédito (como Serasa, SPC e Cadin) e só depois partir para um empréstimo. Se existir a necessidade de novo empréstimo sem ter terminado o pagamento do financiamento anterior, é preciso que a empresa tenha limite de crédito disponível para isso e que a nova proposta projete uma capacidade de pagamento que suporte a prestação do financiamento existente e a do novo financiamento. Mas é preciso ficar atento porque, em alguns casos, é necessário quitar antecipadamente o saldo devedor anterior por meio de recursos próprios.
Renegociar dívidas é uma atividade que um empreendedor deve ter o costume de fazer, em especial nos momentos de aperto no fluxo de caixa, esse momento é necessário ter muita atenção. Quando o caixa da empresa está apertado é muito comum os empresários recorrerem a empréstimos para capital de giro. Não há problema algum com isso se a decisão é tomada de forma consciente e pautada em um planejamento financeiro. O problema ocorre quando a empresa adquire um empréstimo, sem planejamento, para cobrir uma insuficiência de caixa causada por algum descontrole na gestão financeira ou por um fator externo onde não se pode prever. Isso é agravado se a empresa já possui um grau de endividamento alto, o que pode tornar as dívidas impagáveis. O endividamento da empresa pode ser bom ou ruim. Ele é bom quando a dívida contraída é para investimento ou expansão do negócio. Nesse caso a expectativa de receitas futuras será suficiente para honrar as parcelas da dívida. Por outro lado, o endividamento é ruim quando é utilizado para cobrir as despesas correntes devido à má gestão. Algumas origens de endividamento: A empresa possui compromissos de pagamento futuro com fornecedores (compra de insumos, matérias-primas, mercadorias etc.). A empresa contraiu um financiamento para investir na aquisição de máquinas, equipamentos, reformas. A empresa adquiriu um empréstimo para capital de giro em função de aumento da atividade da empresa (aumento do estoque de mercadorias, inauguração de uma filial). A empresa adquiriu um empréstimo para capital de giro em função da necessidade de cobrir fluxos de caixa deficitários. Em todos os casos a redução de receitas poderá causar a inadimplência, ou seja, não cumprir o compromisso de pagamento. A questão chave aqui é o monitoramento do fluxo de caixa da empresa, de maneira que uma renegociação da dívida possa ser feita antes de uma situação de inadimplência, pois nesse caso o credor pode ser mais inflexível na negociação ou mesmo se negar a negociar, dependendo do que constar no contrato entre as partes. E o que fazer para renegociar dívidas? Primeiramente o empresário tem que analisar com urgência o impacto da queda de faturamento no negócio, projetando possíveis cenários (pessimista, provável e otimista) para um período de 03 a 06 meses à frente, de maneira a reformular os processos operacionais da empresa. Verificar quais custos e despesas podem ser cortados para ajustar o fluxo de caixa à nova realidade. Verificar a possibilidade de se beneficiar das medidas do governo referentes à financiamento de folha de pagamento, redução de jornadas de trabalho, férias coletivas, entre outras. É preciso analisar bem a decisão de demitir funcionários, pois o custo de demissão pode representar uma despesa adicional nesse momento. Negociar redução, isenção ou adiamento do pagamento de aluguéis. Lembre-se que para o locador é melhor ter uma redução de receitas agora do que ficar meses com uma loja parada sem o aluguel! Avaliar a possibilidade de fazer adaptações nos processos, de maneira a manter a operação para, ao menos, cobrir os custos fixos do negócio. Posteriormente o empresário deve fazer uma análise do endividamento com os seus fornecedores. Priorize negociar com aqueles fornecedores em que uma perda do crédito poderá representar grande impacto para o negócio. Negocie aumento de prazos ou isenções temporárias de pagamento, primeiro com os fornecedores mais importantes, deixando aqueles menos importantes para um segundo momento. Se há pedidos em abertos junto aos fornecedores, cancele-os imediatamente antes que sejam faturados. Dessa forma, você evita compromissos futuros de pagamento que poderão dar uma folga no caixa quando as atividades voltarem à normalidade. Uma outra etapa, talvez a mais difícil, é renegociar dívidas com as instituições financeiras, caso a empresa tenha operações de crédito (empréstimo ou financiamento) vigentes. Uma premissa básica para renegociar dívida com as instituições financeiras é estar adimplente com o pagamento das parcelas da dívida, o que em muitos casos é uma condição contratual para realizar a renegociação para um novo contrato de empréstimo/financiamento em condições melhores. No atual momento recomenda-se que o empresário pesquise o que está sendo oferecido pelas instituições concorrentes e, com base nessa informação, busque primeiro renegociar com o seu banco condições melhores. Caso o banco se negue a renegociar e/ou oferecer uma condição melhor, pode ser mais interessante contrair uma dívida nova em outro banco para quitar a dívida atual, desde que a nova dívida seja mais barata e tenha melhores condições de pagamento, aliviando o fluxo de caixa da empresa. Abaixo apresento alguns parâmetros que o empresário deve levar em consideração na pesquisa, sendo o principal deles o Custo Efetivo Total (CET), que é o montante de todos os custos envolvidos na operação. Parâmetros para a pesquisa de renegociação de empréstimo/financiamento bancário: Prazo total (tempo máximo para liquidar a dívida); Prazo de carência (tempo para pagamento da primeira parcela); Garantias exigidas (o que o empresário deve apresentar de garantia no caso de não cumprimento do contrato); Impostos incidentes na operação; Taxa de juros nominal (taxa aplicada para cálculo dos juros da operação); Tarifas diversas (tarifas cobradas pela Instituição Financeira, entre elas cadastro, taxa de administração, seguros, entre outros); Custo Efetivo Total (somatório de todos os custos da operação). Se o processo de renegociação junto ao seu banco não trouxe vantagens, uma outra alternativa pode ser utilizar o mecanismo de portabilidade de crédito. A resolução nº 4.292, de 20 de dezembro de 2013 do Banco Central dispõe sobre a portabilidade de operações de crédito realizadas com pessoas naturais. Essa resolução posteriormente foi alterada pela resolução 4.762 de 27 de novembro de 2019 para incluir também empresários individuais. Segundo um documento do Banco Central sobre portabilidade: “Os clientes bancários têm direito de transferir gratuitamente suas dívidas de um banco para outro. Na prática, a portabilidade funciona como se o cliente tivesse contratado um novo empréstimo em outro banco e, com esses recursos, quitado antecipadamente a dívida no banco de origem. A diferença é que, com a portabilidade do crédito, não há pagamento de impostos, desde que o novo empréstimo não supere o valor da dívida original no banco de origem.” Veja abaixo algumas características e cuidados a serem tomadas para quem pretende utilizar o mecanismo da portabilidade: A instituição financeira de origem da dívida é obrigada a oferecer a portabilidade de crédito aos clientes, caso eles desejem migrar para outro banco. Porém, nenhum banco ou instituição é obrigado a aceitar a portabilidade. Por isso, pesquise as condições e negocie antes de tomar a decisão. As instituições financeiras devem fornecer ao devedor, quando por este solicitado, em até um dia útil contado a partir da data da solicitação, as seguintes informações relativas às suas operações de crédito: número do contrato; saldo devedor atualizado; demonstrativo da evolução do saldo devedor; modalidade de crédito da operação; taxa de juros anual, nominal e efetiva; prazo total e remanescente; sistema de pagamento; valor de cada prestação, especificando o valor do principal e dos encargos; data do último vencimento da operação. Atenção com outros custos ao fazer a portabilidade, tais como: taxa de cadastro do banco recebedor da operação, registros em cartório, entre outros; É recomendável solicitar uma proposta por escrito com as condições à instituição pretendente; Tenha cuidado com a tentativa de o banco recebedor da portabilidade fazer venda casada, ou seja, exigir a aquisição de outros produtos e serviços como condição para realizar a operação de portabilidade; Quando o devedor decide pela portabilidade, o processo é automático, ou seja, o banco recebedor da portabilidade é quem fará contato com o banco de origem para a quitação da dívida original. O devedor não precisa ao banco; Se a instituição financeira de origem se negar a fazer a portabilidade ou colocar dificuldades para dar as informações necessárias, o cliente devedor pode acionar os canais de Ouvidoria do Banco Central e denunciar a conduta da instituição financeira. Todo empreendimento requer muita habilidade de gestão dos empreendedores. Aqueles que conhecem bem as estruturas de custos de seus negócios e fazem uma boa gestão financeira terão melhores chances de passar por período de turbulência com impactos e prejuízos menores nos seus negócios. Escrito por Equipe da Unidade de Capitalização e Serviços Financeiros.
O Banco Central do Brasil vem trabalhando em um projeto que promete revolucionar o sistema de pagamentos brasileiros, permitindo com que pagadores e recebedores façam transação de transferência de recursos de forma instantânea e segura. Segundo o Banco Central: “Pagamentos instantâneos são as transferências monetárias eletrônicas na qual a transmissão da ordem de pagamento e a disponibilidade de fundos para o usuário recebedor ocorre em tempo real e cujo serviço está disponível durante 24 horas por dia, sete dias por semana e em todos os dias no ano. As transferências ocorrem diretamente da conta do usuário pagador para a conta do usuário recebedor, sem a necessidade de intermediários, o que propicia custos de transação menores. No Brasil, esse sistema se chamará PIX, e estará disponível para a população brasileira a partir de novembro de 2020. Além de aumentar a velocidade em que pagamentos ou transferências são feitos e recebidos, tem o potencial de alavancar a competitividade e a eficiência do mercado; baixar o custo, aumentar a segurança e aprimorar a experiência dos clientes; promover a inclusão financeira e preencher uma série de lacunas existentes na cesta de instrumentos de pagamentos disponíveis atualmente à população. Em linha com a revolução tecnológica em curso, possibilita a inovação e o surgimento de novos modelos de negócio e a redução do custo social relacionada ao uso de instrumentos baseados em papel.” Na prática, será um serviço de pagamento instantâneo, barato e seguro. O usuário poderá efetuar um pagamento com uso de lista de contatos no celular ou QR Code. O PIX causará impacto para os pequenos negócios (Recebedores), porque o custo de adesão será menor que dos demais meios eletrônicos. Haverá disponibilização imediata dos recursos, o que tende a reduzir necessidade de crédito, facilidade de automatização e de conciliação de pagamentos, facilidade e rapidez de checkout. Também trará benefícios para os clientes dos pequenos negócios (Pagadores), porque é mais rápido, barato, mais prático (uso da lista de contatos de celular ou de QR Code para iniciar pagamentos), mais simples (só precisa de dispositivo digital para realizar o pagamento, dispensa uso de cartão, folha de cheque, cédulas, maquininhas) e possibilidade de integração com outros serviços no smartphone. O PIX causará impacto no ecossistema financeiro no Brasil, uma vez que permitirá a redução do uso de cédulas, irá gerar serviços com maior qualidade e menos custo, resultará um maior potencial de inclusão financeira em um ambiente totalmente seguro. O Sistema é totalmente regulamentado pelo Banco Central, com total transparência e participação da sociedade no seu processo construtivo. Todas as normas que regulamentam o PIX podem ser acessadas na página do Banco Central na internet. Sua última publicação sobre regulamentação, ocorreu no dia 16 de junho de 2020, por meio da CIRCULAR Nº 4.027, que trata sobre o Regulamento do Sistema de Pagamentos Instantâneos (SPI) e da Conta Pagamentos Instantâneos (Conta PI). Segue abaixo alguns conteúdos sobre o Pix disponibilizados pelo Banco Central: Perguntas frequentesFormato: PDF | Tamanho: 499KB Apresentação PixFormato: PDF | Tamanho: 4,21KB Escrito por Equipe da Unidade de Capitalização e Serviços Financeiros do Sebrae Nacional.Foto de Blake Wisz no Unsplash. _________________________________ Fonte: Site do Banco Central do Brasil sobre o PIX
O que significa a palavra PIX? O Pagamento instantâneo conhecido como PIX é novo sistema de pagamento criado pelo Banco Central (BC), uma ferramenta desenvolvida com o objetivo de trazer agilidade e simplicidade nas operações financeiras de pagamentos e transferências. O PIX é uma forma de pagamento assim como TED, DOC, boletos e transferências, a grande diferença está na praticidade, pois com o Pix é possível realizar essas transações a qualquer momento, pois está disponível 24horas por dia, incluindo finais de semana e feriados ou seja todos os dias do ano. Além disso em apenas 10 segundos é possível concluir uma operação financeira. Benefícios Os pequenos negócios podem aproveitar alguns dos benefícios do novo sistema de pagamento e inovar em seu empreendimento, fechando mais vendas, melhorando o fluxo de caixa com o recebimento em um prazo menor, controlando melhor o estoque e reduzindo as despesas com taxas bancárias. Como aceitar o PIX em seu negócios O primeiro passo é definir em qual conta irá receber os pagamentos com Pix. Existe mais de 700 instituições cadastradas, incluindo Bancos, Cooperativas ou Fintechs Pesquisar as melhores condições e serviços que estão sendo oferecidos pelas instituições financeiras, e buscar tarifas mais vantajosas para seu negócio Definir qual método de pagamento vai aceitar, QR Code ou Chave Pix Se sua empresa possui sistemas, verificar a possibilidade de integração com o Pix Oriente sua equipe sobre essa nova forma de pagamento Informe aos seus clientes essa nova opção de pagamento, e ofereça vantagens aos clientes para estimular a adesão. Lembre-se de adesivar sua loja com a identidade visual do Pix Esteja preparado para iniciar as operações no dia 16/11/2020 Possibilidades de utilização do Pix Fonte: Banco Central do Brasil Método de Identificação Para utilizar o pix com maior segurança é necessário o cadastro de uma CHAVE PIX, essa chave serve para identificar a sua conta e pode ser cadastrada utilizando uma das opções abaixo: CPF/CNPJ E-mail Número de telefone celular Após definir qual a melhor opção de cadastro, você deve acessar o App do seu banco e realizar transações sem usar dados de agência e conta. É possível utilizar uma chave aleatória para receber um Pix sem precisar informar quaisquer dados pessoais do pagador. A chave aleatória é um conjunto de números, letras e símbolos gerados automaticamente que identificará sua conta. Ao realizar o cadastro de sua chave fique atento as tentivas de fraudes, evite acessar páginas suspeitas e links desconhecidos. Custo Segundo o Banco Central as pessoas físicas estão isentas de cobrança de tarifas, mas existem duas situações que pode ocorrer algum tipo de cobrança: Ao fazer um Pix presencialmente em alguma instituição bancária Em caso de receber um Pix relacionado a atividades comercial, ou seja receber um pix em decorrência a comercialização de algum produto Para pessoa jurídica existe a possibilidade de cobrança de tarifa, por isso é importante o empresário buscar as melhores opções tarifárias junto as diversas instituições disponível no mercado. O especialista em inovação no mercado financeiro - Bruno Diniz gravou uma série de vídeos para esclarecer as principais dúvidas sobre esse novo sistema de pagamento, confira!!
Manter organização financeira é fundamental para o crescimento ou para a sobrevivência de qualquer empresa. No atual cenário de crise, causada pela pandemia da Covid-19, essa área merece atenção especial, pois é a mais afetada, principalmente pela queda no consumo de produtos e serviços. Para se precaver e minimizar os impactos da crise nas finanças, o empreendedor conta com o fluxo de caixa, instrumento básico de planejamento e controle. O objetivo da ferramenta é apurar e projetar o saldo disponível para que exista sempre capital de giro, para aplicação ou eventuais gastos. Agora é hora de repensar esse planejamento com a intenção de diminuir os custos, além de redobrar o controle de saídas e entradas de dinheiro. Também é preciso ficar atento a alguns fatores que são os que mais refletem no fluxo de caixa nesse período de crise. Mais pedidos de parcelamentos, maiores prazos e descontos Devido à crise, com a desaceleração econômica, é comum que os consumidores peçam mais desconto, assim como aumentam os pedidos de parcelamentos e maiores prazos para o pagamento. Muitas vezes, o empreendedor precisa aceitar para não perder a venda. O resultado é uma entrada menor de receita por um tempo maior. Nesse caso, é necessário aumentar o volume de negócios estipulando uma meta maior de vendas. Queda de receita mais rápida do que a queda de custos Mesmo após os esforços para reduzir os custos, o impacto no fluxo de caixa não será imediato, pois algumas despesas não podem ser reduzidas ou cortadas imediatamente. É importante lembrar que os cortes não devem ocorrer só nas grandes despesas, pois a pequenas somadas também significam uma boa parcela do orçamento da empresa. No caso do surgimento de alguma despesa inesperada e inevitável, e não houver caixa para arcar com elas, é possível recorrer a alguma linha de crédito com juros baixos. Inadimplência e cancelamentos Por medo ou por reais dificuldades financeiras, em períodos de crise como agora, é comum que muitos consumidores desistam de comprar ou cancelem compras já realizadas. Também observam-se o aumento da inadimplência ou atrasos em pagamentos. Nesse caso, o melhor a fazer é investir no atendimento ao cliente, fortalecendo o relacionamento entre fornecedor e comprador. Reveja os contratos para que nenhuma das partes fique prejudicada. Nos novos acordos, estabeleça cláusulas expressas sobre inadimplência, devoluções ou cancelamentos. Mas não seja abusivo com juros para não prejudicar seu relacionamento com o cliente. Defina também um mecanismo de cobrança que beneficie ambos os lados. Quer saber mais sobre fluxo de caixa e como ele pode ser benéfico para a sua empresa nesse momento de crise? Assista abaixo a nossa live sobre o tema. ____________________________________ Veja também O que é o fluxo de caixa e como aplicá-lo no seu negócio > Acesse planilhas que facilitam a gestão do seu negócio >
Uma gestão de custos de qualidade é onde começa seu sucesso financeiro! É muito importante que o empreendedor conheça o próprio negócio para não deixar, nas mãos de terceiros, cuidados essenciais como uma boa gestão de custos. O conhecimento do assunto auxilia o proprietário do negócio a ter uma boa gestão financeira, administrar e controlar os custos gerados na produção e comercialização de serviços ou produtos. O preço final de um serviço prestado ou produto vendido depende do quanto é investido para que ele exista. Quando não tem uma gestão de custos eficaz, a empresa pode cobrar valores que não condizem com a realidade, podendo prejudicar margens de lucro, volume de vendas ou o andamento geral do negócio. Como detalhar os custos do empreendimento? Primeiramente, é preciso ter em mente que os custos se dividem em variáveis e fixos. Os fixos são aqueles gastos rotineiros, como pagamento de contas, fornecedores, funcionários, aluguel, entre outros. Os custos variáveis correspondem a tudo o que é gasto para produzir ou comercializar o seu produto ou serviço como por exemplo, os impostos sobre mercadoria e comissões de vendedores. Procure fazer um registro de todos os gastos, para que seja possível identificar investimentos desnecessários e outros que mereçam uma atenção especial, por resultarem em maior qualidade ou volume de vendas. Estabelecer um calendário ou tabela de metas mensais ajuda a controlar os gastos, tanto fixos quanto variáveis. O controle de gastos é essencial para fornecer as informações necessárias sobre a rentabilidade e desempenho das atividades da empresa. Além disso, essa gestão auxilia o planejamento, controle e desenvolvimento das diversas operações da empresa. O que é uma boa gestão de custos? Sem dúvidas, ter um controle de custos eficiente se tornou uma medida certa para a manutenção da saúde organizacional de uma empresa. Quando mal feito, invariavelmente interfere nos resultados planejados e implica em possível queda de produtividade. Mas, afinal, como podemos medir se estamos executando uma gestão eficaz? Um bom controle depende de disciplina. Se sua equipe de gestão tiver a capacidade de analisar constantemente os procedimentos financeiros, detalhá-los em planilhas e registros organizados e souber pescar oportunidades de investimentos para que sua empresa possa crescer de forma sustentável, podemos chegar à conclusão que sua empresa está realizando um controle de qualidade. De qualquer forma, o aconselhável para um bom início é seguir as regras básicas de organização e análise. Se seguidos com qualidade, o caminho mais provável será o de desenvolvimento e capacidade de gerir os números de sua empresa. Controlando e analisando, sua empresa só tem a ganhar Se a sua empresa investir em gestão de custos eficaz, provavelmente gastará menos e lucrará mais. Com os dados obtidos durante esse levantamento rotineiro, é possível conseguir informações valiosas que influenciarão diretamente na tomada de decisões. Não importa o valor, vale registrar tudo o que entra e sai da empresa. Assim, fica mais fácil atingir o crescimento almejado. Saiba mais: Conheça os cursos online do Sebrae, utilize o filtro de "Finanças" para selecionar cursos sobre o assunto.
Medidas e ações do Banco Central O Banco Central e o Conselho Monetário Nacional tomaram diversas medidas com efeitos imediatos no Sistema Financeiro, de modo a possibilitar a ampliação de recursos para que as instituições financeiras tenham condições de oferecer linhas de crédito para o mercado em condições especiais. Confira a seguir algumas medidas de impacto anunciadas para os pequenos negócios: Liberação de R$ 135 bilhões ao sistema financeiro por meio de mudanças nas regras dos depósitos compulsórios das instituições financeiras. Linha de crédito emergencial para financiar a folha de pagamento de pequenas empresas pelo período de dois meses. Medidas dos bancos públicos federais Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social R$ 20 bilhões de transferência dos recursos do PIS-PASEP para o FGTS. Impactará sobretudo as Pessoas Físicas, caso sejam aprovadas medidas de liberações de recursos para os trabalhadores formais. R$ 19 bilhões para renegociação de contratos nas operações diretas do BNDES. R$ 11 bilhões para renegociação de contratos nas operações indiretas do BNDES. Essa renegociação prevê a suspensão integral do pagamento de principal e dos juros por seis meses dos contratos. O valor da operação de renegociação será capitalizado ao final do contrato, o que representa um alívio de caixa para as empresas com operações normais e adimplentes com essas operações. R$ 5 bilhões para a ampliação da oferta de crédito para MPME (médias, pequenas e microempresas) para novas operações de crédito com carência de 24 meses e prazo total de 60 meses. O limite por cliente será de R$ 70 milhões e as empresas não precisarão especificar a destinação dos recursos. Acesse o site do BNDES. Caixa Econômica Federal Serão destinados R$ 40 bilhões para capital de giro, principalmente para empresas do setor imobiliário e pequenas e médias empresas; e ainda R$ 5 bilhões para o crédito agrícola. Destacamos abaixo as seguintes medidas para as empresas: A Caixa dará apoio às micro e pequenas empresas, com redução de juros de até 45% nas linhas de capital de giro, com taxas a partir de 0,57% ao mês. Disponibilização de carência de até 60 dias nas operações parceladas de capital de giro e renegociação. Disponibilização de linhas de crédito especiais, com até seis meses de carência, para empresas que atuam nos setores de comércio e prestação de serviços, mais afetadas pelo momento atual. Linhas de aquisição de máquinas e equipamentos, com taxas reduzidas e até 60 meses para pagamento. Acesse o site da Caixa. Banco do Brasil O Banco do Brasil anunciou que dispõe de R$ 100 bilhões para empréstimos a Pessoas Físicas, empresas e ao agronegócio. Também há recursos para a compra de suprimentos e outros investimentos na área de saúde, eficiência energética, infraestrutura e viária, educação e saneamento para prefeituras municipais e governos estaduais. Do total, R$ 24 bilhões são destinados a pessoas físicas, R$ 48 bilhões são para empresas, R$ 25 bilhões para o agronegócio e R$ 3 bilhões para administrações públicas municipais e estaduais. Os recursos irão reforçar as linhas de crédito já existentes, principalmente as voltadas para o crédito pessoal e o capital de giro. O Banco do Brasil está priorizando os canais digitais, de modo que os empresários possam realizar transações financeiras sem a necessidade de comparecer à agência. Veja a seguir algumas soluções anunciadas para a manutenção da saúde financeira das empresas: Prorrogação do pagamento de parcelas: para clientes com dificuldade de curtíssimo prazo, está disponível a “Prorrogação Especial Covid-19”, que permite a postergação de 60 dias (duas parcelas) de operações de crédito pelo Gerenciador Financeiro. Antecipação da agenda de cartões: as empresas podem antecipar suas vendas com cartão de crédito pelo Gerenciador Financeiro e pelo aplicativo BB, de forma 100% digital. Se a empresa ainda não possui contrato, a adesão pode ser feita pelo próprio Gerenciador, estando sujeita a análise cadastral e de crédito. Solução de dívidas: para ajudar a organizar a vida financeira das empresas, é possível consultar e renegociar as dívidas de forma bem simples e rápida pelo Gerenciador Financeiro. Canais de atendimento e autoatendimento: Gerenciador Financeiro: solução de internet e mobile banking para Pessoa Jurídica, que proporciona agilidade para realizar as operações financeiras da empresa com segurança. Por meio do Gerenciador, via aplicativo BB, desktop ou tablet, é possível fazer centenas de transações, como transferir valores para outra conta, fazer pagamentos, liberar ou prorrogar operações de crédito e muito mais. BB Code PJ: solução digital que dá autonomia à empresa, facilitando a liberação de contas favorecidas de crédito para fins de transferência de valores, alteração de limite transacional ou mesmo o cadastro de computadores. Fale com o chat: troca de mensagens via chat de forma simples e segura no próprio Gerenciador Financeiro. Melhorias nos canais de atendimento: Expansão do horário para uso do Gerenciador Financeiro, das 7h às 22h, de segunda a sexta-feira. Alteração e desbloqueio de senha de oito dígitos no Gerenciador. Ampliação do limite de saque nos caixas eletrônicos BB e Banco24Horas, de acordo com o perfil do cliente. Acesse o site do Banco do Brasil. Banco do Nordeste O Banco do Nordeste anuncia até R$ 1,5 bilhão de crédito para empresas. A expectativa é que o montante ofertado alcance R$ 1,5 bilhão entre abril e setembro. No intuito de simplificar o acesso ao crédito, especialmente para clientes não rurais, o banco também está elevando de R$ 50 mil para R$ 100 mil o valor das contratações sem a obrigatoriedade de vinculação de garantias reais. Para o setor rural, que engloba o agronegócio e a agricultura familiar, serão disponibilizados R$ 4,4 bilhões entre abril e setembro e será conferida a priorização no atendimento às operações de crédito de custeio, considerando o calendário agrícola da região. O banco cita ainda outras medidas, como diminuição das tarifas cobradas, de acordo com o porte dos clientes; ampliação do prazo médio de cinco para sete meses, para microempreendedores urbanos; e antecipação das renovações de operações a vencer entre abril e junho. Acesse o site do Banco do Nordeste. Banco da Amazônia O Banco da Amazônia adotou uma medida que contempla Pessoas Físicas e Jurídicas que desejem suspender as parcelas de financiamento de operações de crédito de fomento. Além disso, o banco anunciou a flexibilização das condições de acesso às linhas de capital de giro com taxas diferenciadas, de 4,88% ao ano. O banco informa ainda que operações renegociadas receberão o seguinte tratamento: Crédito rural - operação de parcela única ou com a última parcela “em ser”: prorrogação por seis meses sem exigência de pagamento de principal ou juros, da parcela vencida e a vencer, no período compreendido entre 01/03/2020 a 30/09/2020. Crédito rural - operações com mais de uma parcela “em ser”: prorrogação por seis meses sem exigência de pagamento de principal ou juros, da parcela vencida e a vencer, no período compreendido entre 01/03/2020 a 30/09/2020, sem alteração no vencimento final do contrato. Crédito não rural: prorrogação do pagamento por seis meses, sem exigência de principal e juros no período, das parcelas vencidas e a vencer entre 01/03/2020 e 30/09/2020, prorrogando o vencimento final dos contratos por seis meses. Importante: As medidas entrarão em operação a partir do dia 30 de março de 2020. Os clientes devem fazer a adesão até 30/09/2020. O formulário de adesão ficará disponível no site institucional. Destina-se a operações de titularidade de Pessoas Físicas e Jurídicas da carteira de fomento, contratadas com recurso do FNO/ROB/LCA e CPR e da carteira comercial não classificada como ativos problemáticos até 29/02/2020. Acesse o site do Banco da Amazônia. Medidas dos bancos privados com atuação nacional Banco Bradesco O Bradesco disse que está à disposição para prorrogar por 60 dias as dívidas de operações em dia e que o cliente interessado nessa possibilidade deve contatar as agências. Não há mais detalhes sobre possíveis medidas além dessa até esse momento. Com a redução da taxa Selic para 3,75%, o banco anunciou que iria reduzir suas taxas de juros para clientes Pessoa Física e Jurídica, repassando o corte de 0,5% da taxa básica de juros para as suas linhas de crédito. Acesse o site do Banco Bradesco. Banco Itaú O Itaú anunciou que a prorrogação de dívidas é possível com a assinatura do Itaú Crédito Sob Medida, que permite a alteração da data original. Assim, o cliente irá repactuar seu contrato e, no momento de escolha da nova data de vencimento, poderá prorrogar por até 60 dias o pagamento. Quem já tem o Itaú Crédito Sob Medida contratado também pode renegociar o vencimento da sua próxima parcela, optando por pagá-la 60 dias depois da data originalmente acordada. A prorrogação por 60 dias também vale para financiamento de imóvel ou veículo. Durante esse período, será mantida a mesma taxa de juros, sem a cobrança de multa. Em relação ao cheque especial e ao cartão de crédito, a prorrogação não vale, já que esses produtos contam com alternativas de parcelamento previstas na oferta de cada item, cujas condições podem ser conferidas nos aplicativos, no site e nas centrais de atendimento do banco. Acesse o site do Banco Itaú. Banco Santander O Santander ampliou em 10% o limite do cartão de crédito de todos os clientes adimplentes. Para saber se a alteração já foi feita, basta utilizar o aplicativo de gestão de cartões Santander Way, via celular ou tablet. Em relação à iniciativa de prorrogar por até 60 dias o vencimento de parcelas de contratos de crédito, o banco informou que, para seus clientes, essa opção abrangerá algumas linhas de crédito pessoal (CP), preventivo, direto ao consumidor (CDC) e imobiliário. Acesse o site do Banco Santander.