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Mercado e Vendas | CLIENTE
Era digital exige investimento na experiência do usuário

A crescente inclusão do universo virtual no dia a dia do cliente abre novas possibilidades de negócio no setor de Tecnologia da Informação.

· 30/11/2015 · Atualizado em 04/08/2022
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Segundo a pesquisa Digital 2022 - Brazil, em janeiro de 2022, o Brasil tinha 165,3 milhões de usuários de internet, o que corresponde a cerca de 77% da população do país e a um aumento de 5,3 milhões  em comparação ao ano anterior. A pesquisa TIC Domicílios, de 2020, mostrou que 58% dos brasileiros acessavam a internet, exclusivamente, pelo celular. 

Esses números deixam claro o avanço da democratização do acesso à internet e aos diversos produtos tecnológicos, bem como ajudam a explicar o forte crescimento do setor de Tecnologia da Informação (TI) ao longo dos últimos anos.

Para quem deseja investir nessa área, no entanto, é preciso atentar para a constante evolução das tendências do mercado e das necessidades dos consumidores, que estão cada vez mais conectados. Na era digital, a experiência do usuário é a palavra-chave.

Enquanto as empresas dos mais diversos segmentos estão em busca da modernização, os negócios de TI têm a oportunidade de, vislumbrando esses avanços, torná-las seus clientes. A ideia é criar e vender soluções inovadoras que facilitem o dia a dia dos usuários, oferecendo maior interatividade entre as atividades on e off-line.

Internet das Coisas

Cada dia mais, objetos comuns, incluindo eletrodomésticos, automóveis, eletrônicos ou itens de decoração, passam a interagir com o usuário através de sensores ou dispositivos móveis, como smartphones e tablets. Essa tendência, cujo objetivo é facilitar a interação entre o mundo real e o virtual, é chamada Internet das Coisas (ou IoT, sua sigla em inglês).

E exemplos não faltam: pulseiras que se conectam, sem fios, ao smartphone para monitorar as atividades físicas do usuário, enviando-lhe o resultado dos exercícios, lembretes e dicas; uma simples máscara de dormir que monitora as ondas cerebrais, a tensão muscular e o movimento dos olhos do usuário e o acordar na hora mais adequada para seu organismo; lâmpadas inteligentes que permitem o ajuste da iluminação de acordo com a necessidade do ambiente e que podem ser controladas por dispositivos móveis, como smartphones ou tablets; entre outros.

A IoT já é uma realidade em certas esferas e, com a sua popularização, ainda que muitos avanços pareçam ficção científica, o setor tem caminhado em direção a um futuro em que diferentes aspectos do cotidiano humano estarão, em sua maioria, digitalmente conectados.

Segundo a Cisco Systems, uma das maiores empresas de TI do mundo, até 2023, haverá quase 30 bilhões de dispositivos conectados, sendo 45% deles móveis.

Como fazer parte

O constante desenvolvimento de novas funções para itens como chips, sensores, aparelhos de geolocalização e dispositivos móveis impulsionam as empresas que trabalham com hardwares.

A criação e a permanente melhoria de aplicativos, de sistemas de segurança e de mecanismos para comunicação entre máquinas também mantêm as empresas de software na linha de frente do setor de Tecnologia da Informação.

As oportunidades do setor, no entanto, não estão limitadas à área de criação, seja de software ou hardware.

Empresas e residências precisam de profissionais que realizem a instalação de cabeamento, redes, servidores, entre outros. E, com a popularização da Internet das Coisas, essa é uma demanda que tende a crescer. Consertos e manutenção especializada formam um outro possível campo de investimento.

Dicas

Além de buscar capacitação e estar atento às necessidades do mercado, os pequenos negócios da área de tecnologia podem fomentar parcerias para desenvolver projetos. Participar de eventos de tecnologia é uma boa forma de conhecer possíveis parceiros e clientes.

Os novos consumidores têm interesse em personalização, então busque oferecer produtos diferenciados em funcionalidade e design. A adaptação ao estilo e à necessidade de cada cliente também é um forte diferencial.

Conhecer o cotidiano do público-alvo é essencial para qualquer tipo de investimento, por isso busque entender a maneira como os usuários respondem aos seus produtos. E lembre-se de sempre testar a usabilidade de suas criações.

O Start-Up Brasil, programa do Governo Federal, tem como um dos seus principais objetivos o fortalecimento do empreendedorismo no mundo digital. Ele oferece uma série de estímulos para empreendedores iniciantes, como o acesso, sem custo adicional, a produtos e serviços oferecidos por empresas parceiras.

O seu foco principal, porém, é a aceleração de startups através de recursos destinados ao pagamento de bolsas para pesquisa, desenvolvimento e inovação. Acesse o site do Start-Up Brasil e conheça mais sobre o programa.

Artigo produzido pela Avante Brasil em coautoria com a Coordenadora Nacional de Tecnologia da Informação, Rosana Cristóvão de Melo, e informações da Gartner.

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